quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

As banalidades do dia a dia...

 

A banalidade do ter, possuir e ostentar a qualquer preço penetrou os portais sagrados. Assim, pouco se fala do pecado, de erros ou falhas, apenas os dedos em riste a acusar ao outro; pouco se fala dos deveres que são substituídos por direitos sem barreiras, uma briga incessante de quem tem mais direito sobre o outro. Num arremedo destoante de um Cristo despojado de seus ensinamentos, que constrangem a sede ilimitada de liberdade sem medidas, sem freios. Reflitamos, é quaresma, 40 dias que podemos meditar sobre conduta assim como o Cristo no deserto, na dor e no sofrimento, na partilha necessária, nas promessas e em nosso compromisso de batismo, o que nos leva ou nos faz ser cristão. 

 #papainoelabiliomachado #psicologiapastoral #fraterabiliomachado

O girassol 🌻🌞

 

Muitos olham para um girassol e vê apenas uma flor bonita, mas no centro dela existe uma organização bem curiosa. As sementes não crescem de forma aleatória. Elas surgem seguindo um padrão chamado sequência de Fibonacci, um modelo matemático simples que a natureza usa para distribuir elementos da maneira mais eficiente possível.


Esse arranjo permite que as sementes ocupem quase todo o espaço disponível sem se sobrepor. Em vez de competir por lugar, elas se encaixam de forma equilibrada, ajudando o girassol a produzir mais sementes enquanto mantém boa exposição à luz e acesso aos nutrientes. Aquilo que parece apenas estética é, na verdade, eficiência natural em funcionamento.


Padrões em espiral semelhantes também aparecem em conchas e em algumas galáxias, mostrando que regras simples podem gerar estruturas complexas e funcionais. O girassol acaba sendo um exemplo claro de como a matemática está presente na natureza, organizada de um jeito tão eficiente que muitas vezes passa despercebida.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Quem matou mais seres humanos registrados na história???

 

Se perguntarem na rua qual foi o país ou líder que mais matou na história da humanidade, 99% das pessoas vão responder: a Alemanha de Hitler na Segunda Guerra Mundial. Mas os números frios da história contam uma verdade muito mais brutal.


Neste vídeo, a Lupa Mental traz o Ranking Definitivo dos TOP 5 Impérios e Nações Mais Mortais do Planeta. Você vai descobrir que a máquina de guerra alemã não entra nem no pódio dos maiores exterminadores.


Vamos viajar desde os gulags e a fome do Holodomor na União Soviética de Stalin, passando pela fome arquitetada pelo Império Britânico na Índia, a fúria impiedosa de Genghis Khan que esfriou o clima da Terra, até chegar ao assustador e inquestionável 1º lugar: a China, onde rebeliões e o "Grande Salto" de Mao Tsé-Tung varreram 80 milhões de vidas do mapa.


👇 O DEBATE DO MILHÃO:

Depois de ver esses números, o que você acha que é pior: morrer lutando em um campo de batalha contra um inimigo estrangeiro, ou ser morto de FOME pelas políticas do seu próprio governo? Deixe sua visão nos comentários!


🔥 Sobre este vídeo: A Lupa Mental analisa geopolítica, guerras e os maiores desastres e atrocidades provocados pela humanidade.


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Fonte: ALupaMental


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E a mãe eihmmm ?

 A desembargadora Kárin Emmerich foi voto vencido em audiência que absolveu um homem de 35 anos da acusação de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos. Na ocasião, os magistrados entenderam que o réu e a vítima possuíam um “vínculo afetivo consensual”, autorizado pela mãe da criança, que também foi absolvida.


Dois magistrados votaram a favor da absolvição, contra o voto da desembargadora, o que formou a maioria. O caso ganhou visibilidade na última sexta-feira (20). Antes, a sentença de primeira instância havia condenado o homem e a mãe da crianç


a.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Autoridade que Desce dos Céus

 

Autoridade que Desce dos Céus


Na antiga terra santa, o Cristo Senhor

Chamou Seus apóstolos com divino amor.

Um por um, com mãos sobre a cabeça inclinada,

Conferiu-lhes autoridade sagrada.


O Sacerdócio Maior, segundo Melquisedeque,

Poder eterno que o céu reconhece;

Chaves para ligar na terra e no além,

Em nome do Filho de Jerusalém.


Com o tempo, a luz pareceu se afastar,

Mas Deus prometera restaurar.

E Pedro, Tiago e João, em glória e poder,

A Joseph Smith vieram aparecer.


Novamente as mãos foram impostas então,

Restaurando as chaves na dispensação;

E profetas e apóstolos em nossos dias

Servem com essa mesma autoridade que guia.


E todo homem digno, chamado a servir,

Recebe esse poder ao fielmente cumprir

Os mandamentos santos do evangelho do Senhor

E os convênios do templo, feitos com amor.


Pois não é honra humana, nem força mortal,

Mas poder celestial, divino e real —

Que flui dos céus ao coração obediente,

E confirma que Cristo governa eternamente.

Quando o silêncio também é cúmplice



 O HOMEM SENTADO NO BANCO DA IGREJA

Quando o silêncio também é cúmplice

Hoje eu não vim rezar.

Vim pensar.

Sentei-me no banco da igreja como quem se senta no banco dos réus. Não para julgar, mas para ser julgado pelo próprio pensamento. A notícia ainda ecoava dentro de mim: uma menina de 12 anos. Um homem de 35. Uma absolvição. Uma investigação posterior do Conselho Nacional de Justiça sobre decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. E, no meio de tudo isso, algo que me inquietava ainda mais: a suspeita de que os pais teriam consentido.

Consentido.

Há palavras que pesam mais do que o chumbo.

Do ponto de vista jurídico, pouco importa qualquer autorização familiar. A legislação brasileira é clara: menor de 14 anos é considerada vulnerável. Não há consentimento possível. A lei protege exatamente porque entende que a infância não tem maturidade para escolher aquilo que pode destruí-la.

Mas eu não estava ali pensando só na lei.

Eu estava pensando nos pais.

E aqui começa a parte que dói.

É fácil apontar o dedo quando se olha de fora. É confortável erguer a bandeira da indignação quando se está protegido pela estabilidade, pela informação, pelo acesso à Justiça.

Mas e quando a casa é de madeira fina?

E quando a geladeira faz eco?

E quando o bairro tem dono?

E quando o “conhecido traficante” não é apenas um criminoso, mas o homem que manda na rua, que impõe silêncio, que resolve conflitos, que distribui favores?

Não estou justificando. Estou tentando compreender.

Em territórios dominados pelo medo, o consentimento às vezes é apenas outro nome para sobrevivência. Há famílias que vivem sob uma pedagogia da ameaça. O “sim” pode ser uma tentativa desesperada de evitar algo pior. Pode ser cálculo de risco. Pode ser submissão aprendida.

A violência estrutural não grita — ela ensina a sussurrar.

Como psicoterapeuta, já vi mecanismos parecidos em escala íntima. A negação é uma defesa poderosa. O cérebro prefere acreditar que “não é tão grave” do que admitir que falhou em proteger quem mais precisava.

Há também ciclos intergeracionais. Pais que não foram protegidos têm dificuldade em reconhecer fronteiras. Se a violência foi naturalizada na própria infância, ela deixa de soar como alarme.

Isso não absolve.

Mas explica.

E explicar não é inocentar — é compreender o terreno onde o erro germinou.

Existe ainda uma dimensão mais sutil: o poder simbólico. Em comunidades fragilizadas, figuras associadas ao crime podem ocupar o lugar paradoxal de proteção e ameaça ao mesmo tempo. São temidos e, ao mesmo tempo, vistos como provedores.

Quando o Estado é ausente, o poder paralelo ocupa o altar.

E então, o que deveria ser escândalo vira rotina. O que deveria ser denúncia vira silêncio. O que deveria ser proteção vira negociação.

A infância, nesse cenário, torna-se moeda.

E isso é devastador.

Mas há algo que me inquieta ainda mais do que o erro humano: o pacto coletivo de normalização. Quando vizinhos sabem. Quando parentes suspeitam. Quando a comunidade comenta em voz baixa. Quando todos “percebem”, mas ninguém intervém.

A omissão social é um tipo de anestesia moral.

Não é apenas uma família que falha. É uma rede inteira que se rompe.

Sentado aqui, penso que talvez a pergunta não seja apenas “onde estavam os pais?”, mas também:

Onde estava a escola?

Onde estava o posto de saúde?

Onde estava a assistência social?

Onde estava o Estado antes do processo judicial?

Porque quando a Justiça chega, muitas vezes já é tarde. Ela julga o fato consumado. Mas a proteção deveria ter começado muito antes.

A infância não deveria depender da coragem isolada de uma mãe acuada ou de um pai intimidado.

Ainda assim, não podemos diluir responsabilidades até que ninguém seja responsável por nada. Pais têm dever. Adultos têm dever. A sociedade tem dever. O Estado tem dever.

A criança não tem.

Ela tem direito.

Talvez o que mais fira seja perceber que, em alguns contextos, a vulnerabilidade não é apenas da menina de 12 anos. É também da família inteira. Vulnerabilidade econômica. Vulnerabilidade social. Vulnerabilidade moral construída pela exclusão.

Mas existe uma diferença essencial:

O adulto pode ser vulnerável.

A criança é absolutamente dependente.

E é por isso que a lei é rígida. Porque a ética precisa ser ainda mais.

Saio da igreja com uma sensação ambígua. Não consigo abraçar a simplificação. Não consigo abraçar o relativismo.

Entre o julgamento e a compreensão, escolho a responsabilidade lúcida.

Proteger crianças não é pauta ideológica. É fundamento civilizatório.

Quando a infância se torna negociável, algo profundo se rompe na alma coletiva.

E talvez o maior escândalo não seja apenas a decisão judicial ou a investigação que se seguiu.

Talvez o maior escândalo seja o silêncio que antecedeu tudo isso.

E silêncio, quando envolve criança, nunca é neut

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#OHomemNoBancoDaIgreja

#PsicologiaEssencial

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#JustiçaESociedade

Um caso muito estranho em Minas Gerais

 


O caso ocorrido em Minas Gerais, envolvendo a absolvição de um homem de 35 anos acusado de manter relação com uma menina de 12 anos, reacendeu um debate profundo no cenário jurídico e social brasileiro. Após a repercussão, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou a abertura de investigação para apurar a atuação do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ/MG) no julgamento do caso.

No ordenamento jurídico brasileiro, o crime de estupro de vulnerável está previsto no artigo 217-A do Código Penal e estabelece que qualquer ato de natureza sexual com menor de 14 anos configura crime, independentemente de consentimento. A lei parte do princípio da proteção integral da criança e do adolescente, reconhecendo que menores de 14 anos não possuem maturidade jurídica para consentir.

Quando uma decisão judicial absolve em um contexto como esse, a sociedade reage porque não se trata apenas de um processo individual, mas de um símbolo coletivo: a forma como o Estado protege — ou falha em proteger — suas crianças. A investigação aberta pelo CNJ não significa condenação automática de magistrados, mas representa um mecanismo institucional de controle e fiscalização, essencial em um Estado Democrático de Direito.

Do ponto de vista psicológico e social, casos assim provocam indignação porque tocam em camadas profundas da ética coletiva. A infância é, cultural e juridicamente, um território de cuidado. Quando há percepção de relativização dessa proteção, instala-se um sentimento de insegurança social.

É importante, contudo, distinguir alguns pontos:

A investigação do CNJ visa avaliar a correção técnica e disciplinar da decisão.

O processo judicial pode envolver questões probatórias complexas.

A proteção da vítima deve permanecer prioridade, inclusive evitando exposição indevida.

O debate que emerge desse episódio ultrapassa o caso concreto. Ele convoca a reflexão sobre:

A interpretação da lei nos tribunais.

A responsabilidade institucional do Judiciário.

A proteção efetiva de crianças e adolescentes.

O impacto social das decisões judiciais.

Independentemente do desfecho da investigação, o episódio reforça a necessidade de constante vigilância institucional, formação qualificada de magistrados e compromisso inegociável com os direitos da infância.