quarta-feira, 17 de junho de 2026

Ela caiu...mas não desistiu!

 


Ela caiu...mas não desistiu! 

Que exemplo podemos registrar deste fato, senão o da perseverança, do desejo de vida e do esperançar! Retire de você agora, neste momento todas as mágoas, toda culpa, toda a insatisfação, todos os medos e rompa com o passado que te mantém preso à insegurança e o medo de evoluir como indivíduo, como profissional, como ser... Use os dons que Deus colocou em você! Desperte-se! A vida não é a mesma história medíocre da novela, daquela série produzida para apenas para te fazer se sentir pequeno ou incapaz de construir algo por seus talentos ou do vídeo game, que lhe tiram o controle da sua vida. Você é maior e melhor que isso, sempre foi, se alguém falou isso ou te induziu a isso... é hora de provar que estava errado, pois você é um(a) vencedor(a). 

Deus estará sempre ao seu lado, Ele não desistirá de você! 

Deus abençoa você! 

Eu abençoo você!  


#papainoelabiliomachado

 #psiabiliomachado

terça-feira, 16 de junho de 2026

QUANDO UMA EXISTÊNCIA É INTERROMPIDA POR NEGLIGÊNCIA

 


QUANDO UMA EXISTÊNCIA É INTERROMPIDA PELA NEGLIGÊNCIA


Há despedidas que não começam no instante da morte. Muitas vezes, elas começam antes, no momento em que alguém deixa de exercer plenamente a responsabilidade que assumiu sobre a segurança e o bem-estar de outra pessoa.


Quando uma jovem de apenas 21 anos tem sua jornada mortal interrompida de forma repentina, a dor daqueles que a amam parece impossível de medir. Surgem lágrimas, perguntas e um desejo profundo de compreender aquilo que, aos olhos humanos, parece incompreensível.


A doutrina de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ensina que a vida terrena é uma etapa sagrada do Plano de Salvação. Antes de nascermos, vivíamos como filhos espirituais de Deus. Viemos à Terra para aprender, crescer, exercer nosso arbítrio e adquirir experiências que nos preparassem para a eternidade.


Nem tudo o que acontece durante a mortalidade é desejado por Deus. Vivemos em um mundo onde o livre-arbítrio permite escolhas sábias, mas também escolhas imprudentes. Acidentes, erros, negligências e tragédias frequentemente são consequências da condição mortal e das decisões humanas.


Por isso, quando uma atividade de risco é conduzida sem os cuidados necessários, não estamos diante apenas de uma falha técnica ou administrativa. Existe uma responsabilidade moral envolvida. Quem assume a tarefa de proteger vidas recebe também o dever sagrado de agir com prudência, preparo e respeito pela segurança daqueles que lhe foram confiados.


A confiança é uma dádiva preciosa. Quando alguém entrega sua segurança nas mãos de outra pessoa, espera que essa responsabilidade seja honrada. Aventura não deve significar imprudência. Coragem não deve ser confundida com descuido. Fé não substitui planejamento, treinamento ou prevenção.


Ao mesmo tempo, o evangelho de Jesus Cristo oferece consolo aos que sofrem. A morte não representa o fim da existência. Graças à Expiação e à Ressurreição de Jesus Cristo, os laços familiares podem continuar além desta vida, e aqueles que partem permanecem vivos em espírito, aguardando a gloriosa ressurreição prometida por Deus.


Isso não elimina a tristeza. O próprio Salvador chorou diante da morte de um amigo. O luto é uma expressão natural do amor. Entretanto, a esperança cristã permite que a dor caminhe ao lado da certeza de que Deus conhece cada coração ferido e não abandona Seus filhos em seus momentos mais difíceis.


Tragédias também nos convidam à reflexão. Elas nos lembram que nossas escolhas afetam outras vidas. Cada decisão tomada com negligência pode gerar consequências que alcançam famílias inteiras. Cada ato de responsabilidade, por outro lado, pode preservar sonhos, futuros e relacionamentos.


Talvez uma das maiores lições seja esta: a vida é um dom divino. Não foi concedida para ser tratada com descaso, excesso de confiança ou impulsividade irresponsável. O Senhor espera que sejamos prudentes administradores dos dons e das oportunidades que recebemos.


Quando uma existência é interrompida pela negligência, não há apenas uma família enlutada. Há consciências sendo chamadas ao arrependimento, ao amadurecimento e à compreensão de que a confiança depositada em nós é algo sagrado. E, mesmo em meio às perguntas sem resposta, permanece a certeza de que Deus é justo, misericordioso e capaz de transformar dor em aprendizado, perdas em crescimento e lágrimas em esperança.


_ Abilio Machado

Ala Campo Largo 

Rua Francisco Azevedo de Macedo 780

Vila Solene - Campo Largo - Paraná

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Sapatos de ferro

 


Caminhando pelas margens do Rio Danúbio, em Budapeste, você encontra uma cena que parece congelada no tempo: sapatos de todos os tamanhos, de homens, mulheres e até pequenos sapatos de crianças moldados em ferro e fixados no concreto.


Não são arte moderna abstrata; são o eco de um dos momentos mais sombrios da humanidade.


Entre 1944 e 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, milicianos do Partido da Cruz Flechada (aliados dos nazistas) levavam grupos de judeus até a beira do rio.


A ordem era sempre a mesma: "Tirem os sapatos".


Naquela época, sapatos eram bens de luxo, mercadorias valiosas que podiam ser revendidas no mercado paralelo. Os milicianos não queriam desperdiçá-los, as vítimas eram forçadas a ficar descalças no gelo, amarradas umas às outras, antes de serem baleadas para que os corpos caíssem e fossem levados pelas águas geladas do Danúbio.


O memorial não foca em nomes ou estatísticas frias, mas na ausência, o sapato vazio é a representação física de alguém que foi apagado do mapa, mas que deixou para trás a marca da sua existência.


É um monumento sobre a economia da crueldade, onde um par de botas de couro valia mais do que o ser humano que as calçava.


Hoje, turistas colocam flores e velas dentro desses sapatos de ferro, é um convite ao silêncio e uma reflexão sobre como o ódio pode transformar vizinhos em carrascos de uma noite para a outra.


Você acredita que monumentos como esse são suficientes para impedir que a história se repita, ou a humanidade tem uma memória curta demais para o seu próprio bem? 👇🕯️


#JornadaMundo #Budapeste #Titanic #HistoriaReal #SegundaGuerra #ShoesonTheDanube #ChoqueDeRealidade #ComportamentoHumano #Psicologia #Documentario

quarta-feira, 10 de junho de 2026

O médico dos pobres - da série Histórias Inspiradoras



 Ele nunca teve um carro. Nunca carregou um smartphone moderno. Passou a vida inteira em um pequeno apartamento apertado, usando roupas simples e gastas pelo tempo. Ainda assim, esse homem salvou mais vidas do que muitos grandes hospitais juntos.


Seu nome era Dr. Muhammad Mashali, mas milhões de pessoas no Egito e em outras partes do mundo o conheciam como o "Médico dos Pobres". Durante mais de cinquenta anos, ele percorreu as ruas de Tanta, no Delta do Nilo, dedicando cada minuto da sua existência a cuidar de quem mais precisava. Enquanto muitos buscavam riqueza e prestígio, ele escolheu servir à humanidade.


Todas as manhãs, seguia para sua modesta clínica, onde atendia até cinquenta pacientes por dia. Muitas vezes trabalhava mais de dez horas seguidas, sem descanso adequado. Para quem podia pagar, a consulta custava menos de um dólar. Para quem não tinha nada, o atendimento era totalmente gratuito. E quando a medicina já não conseguia oferecer respostas, ele tratava seus pacientes com algo igualmente poderoso: gentileza, empatia e respeito.


Essa missão nasceu de uma promessa. Formado com destaque em Medicina, em 1967, Mashali jamais esqueceu os sacrifícios feitos por seu pai, que abriu mão do próprio conforto e da própria saúde para garantir os estudos do filho. Após a morte dele, o jovem médico fez um voto diante de Deus: nunca cobraria de uma pessoa pobre por uma consulta. E cumpriu essa promessa até o último dia de vida.


Sua história acabou ultrapassando as fronteiras do Egito. Certa vez, um empresário do Golfo Pérsico decidiu recompensá-lo e lhe ofereceu um apartamento de luxo, um carro novo e vinte mil dólares em dinheiro. O médico agradeceu, mas recusou o conforto pessoal. Aceitou os recursos apenas para vender os bens e transformar tudo em equipamentos modernos para sua clínica e medicamentos gratuitos para seus pacientes. Quando perguntavam por que rejeitava uma vida mais confortável, ele respondia com simplicidade: "Não preciso de carro nem de roupas finas. Sou médico, e meu dever é cuidar de quem não tem nada."


Para ele, religião e posição social nunca importaram. Muçulmanos e cristãos coptas aguardavam lado a lado na fila de sua clínica. Dr. Mashali não enxergava crenças ou diferenças; enxergava seres humanos sofrendo e necessitando de ajuda.


Sua generosidade não conhecia limites. Ele doava seu tempo, sua energia e boa parte do que ganhava. Quando percebia que um paciente não teria condições de comprar os remédios prescritos, discretamente colocava dinheiro em seu bolso antes da despedida, garantindo que aquela pessoa pudesse sair dali direto para a farmácia.


Dr. Muhammad Mashali faleceu em 2020, aos 76 anos. Não deixou mansões, contas milionárias ou títulos grandiosos. Deixou algo muito mais valioso: um legado de compaixão, sacrifício e amor ao próximo.


Em um mundo que costuma medir o valor das pessoas pelo dinheiro e pelo status que possuem, esse médico humilde mostrou que a verdadeira grandeza não está naquilo que acumulamos, mas naquilo que somos capazes de oferecer aos outros.


Sua memória continua inspirando milhões de pessoas e prova que uma única vida dedicada ao próximo pode iluminar o mundo inteiro.

Harriet Glickman e Charlie Brown - da série Histórias Inspiradoras

 


Onze dias depois do assassinato de Martin Luther King Jr., uma professora decidiu fazer algo que parecia pequeno, mas que acabaria mudando uma das tirinhas mais famosas dos Estados Unidos.


Harriet Glickman, uma mãe e professora da Califórnia, escreveu uma carta para Charles Schulz, criador da turma do Snoopy e do Charlie Brown. Ela pediu que ele colocasse uma criança negra na história de Charlie Brown, Snoopy, Lucy e Linus. A tirinha já existia havia dezoito anos e, até então, nenhuma criança negra havia aparecido nela.


Schulz quase recusou. Ele tinha medo de que, sendo um homem branco, acabasse desenhando aquele personagem de forma errada, como se fosse pena ou condescendência. Mas Harriet não desistiu. Pediu permissão para mostrar a resposta dele a amigos negros, para que eles mesmos dissessem o que pensavam.


Um deles era Kenneth Kelly, engenheiro negro que trabalhava no programa Surveyor, responsável por levar sondas americanas à Lua. Kelly escreveu a Schulz dizendo que ver uma criança negra na turma do Snoopy e do Charlie Brown não seria ofensivo. Pelo contrário, poderia significar muito para milhares de crianças que nunca se viam representadas nas páginas dos jornais.


Ele deu um conselho simples: não transforme o menino em símbolo, herói ou lição de moral. Faça dele apenas uma criança comum. Alguém da turma. Alguém que simplesmente estivesse ali.


E foi isso que Schulz fez.


Em 31 de julho de 1968, Charlie Brown apareceu na praia procurando sua bola perdida. Um menino entrou na água, pegou a bola e devolveu para ele. Seu nome era Franklin. Os dois conversaram, brincaram e construíram um castelo de areia juntos. Não houve discurso. Não houve sermão. Apenas duas crianças dividindo uma tarde de verão.


A chegada de Franklin gerou muitas cartas de agradecimento, mas também incomodou algumas pessoas. Quando Schulz desenhou Franklin sentado na escola ao lado de uma menina branca, um editor do sul dos Estados Unidos reclamou. Disse que aceitava um personagem negro, mas não queria vê-lo estudando junto com crianças brancas.


Schulz não respondeu. Apenas continuou desenhando Franklin ali.


Longe dali, um menino negro de seis anos chamado Robb Armstrong viu Franklin nas tirinhas e pensou: "Ele é como eu." Robb havia perdido o irmão mais velho poucos dias antes e encontrou naquele personagem uma forma silenciosa de pertencimento. Mais tarde, ele se tornaria cartunista e criaria JumpStart, uma das tirinhas negras mais conhecidas dos Estados Unidos.


Décadas depois, Schulz percebeu que Franklin nunca tinha recebido um sobrenome. Então ligou para Robb Armstrong e pediu permissão para usar o seu. Robb aceitou imediatamente.


Foi assim que Franklin passou a se chamar Franklin Armstrong.


 Harriet Glickman morreu em 2020, aos 93 anos, na mesma casa onde havia escrito aquela carta em 1968. A carta hoje está preservada no Museu Charles M. Schulz. Na página, ainda aparece a data: 15 de abril de 1968.


Onze dias depois da morte de Dr. King, uma mulher comum sentou diante de uma máquina de escrever acreditando que talvez ninguém fosse ouvi-la.


Mas alguém ouviu.

Dia da Artilharia - 10 de junho



 A Artilharia de Campanha é o principal meio de apoio de fogo da Força Terrestre. Suas unidades e subunidades podem ser dotadas de canhões, obuses, foguetes ou mísseis. Tem por missão apoiar a arma-base pelo fogo, destruindo ou neutralizando os alvos que ameacem o êxito da operação. A artilharia antiaérea, componente terrestre da defesa aeroespacial ativa, realiza a defesa antiaérea de forças, instalações ou áreas. A artilharia de costa participa da defesa contra operações navais inimigas em áreas marítimas próximas ao litoral ou em águas interiores. Suas características são a precisão e a rapidez, para destruir ou neutralizar as instalações, os equipamentos e as tropas inimigas localizadas em profundidade no campo de batalha.

Atualmente, a Artilharia brasileira avança alicerçada por uma indústria de defesa nacional robusta e soberana, com o Programa Estratégico do Exército ASTROS-FOGOS, o desenvolvimento do Míssil Tático de Cruzeiro (MTC), bem como o aprimoramento da família de foguetes. Além disso, os radares SABER M60 e M200 são provas do avanço tecnológico brasileiro na Artilharia Antiaérea. O Sistema Digitalizado de Artilharia de Campanha (SISDAC), as VBC OAP M109 A5 + BR e o uso de Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas (SARP), como o MATRICE 300, recentemente incorporada ao Núcleo da Bateria de Busca de Alvos, em sinergia, conferem à Arma a capacidade de aquisição de alvos em tempo real, potencializando a precisão dos fogos no campo de batalha moderno


“É com fogo que se ganham as batalhas; logo, aumente sua Artilharia !” Frederico, o Grande

terça-feira, 9 de junho de 2026

Despojar-se de si



 "Os que encontram seu destino

e anseiam por realizá-lo

não desperdiçam nem tempo afagando o Tempo, nem passos percorrendo o Espaço. 


Em uma única curta vida eles podem abreviar éons e aniquilar estupendas vastidões.


Para isso, precisais estar despojados de tudo, para que o Tempo

e o Espaço não tenham domínio sobre vosso coração. 


Quanto mais possuirdes,

mais sereis possuídos. 

Quanto menos possuirdes,

menos sereis possuídos.


Sim, sede despojados de tudo, exceto da vossa Fé, de vosso Amor

e de vosso anseio por libertação através da Sagrada Compreensão."


Mikhail Naimy - "O Livro de Mirdad" 

Imagem: nvd9612, por Pixabay