segunda-feira, 8 de junho de 2026

O Beijo da Vida

 


O Beijo da Vida


Antes de julgar a cena, observe-a com atenção.


À primeira vista, muitos enxergam apenas dois homens abraçados no alto de um poste. Alguns podem até interpretar a fotografia de forma equivocada. Mas o que ela registra é algo muito maior: um dos mais impressionantes atos de coragem, amizade e amor ao próximo já capturados por uma câmera.


A imagem ficou conhecida como "O Beijo da Vida" e foi fotografada por Rocco Morabito em 1967. Nela aparecem os eletricistas Champion Randall e J.D. Thompson durante um trabalho de manutenção em uma rede elétrica.


Tudo parecia ser mais um dia comum de serviço. Porém, em um instante, a rotina transformou-se em tragédia. Champion acidentalmente entrou em contato com uma linha energizada e recebeu uma descarga superior a 4.000 volts. Para termos uma ideia da gravidade, uma cadeira elétrica utiliza aproximadamente metade dessa tensão. Seu coração parou imediatamente.


O que impediu sua queda foi apenas o cinturão de segurança preso ao poste.


Lá em cima, suspenso entre a vida e a morte, Champion já não respirava.


Foi então que seu companheiro de trabalho, J.D. Thompson, sem pensar em fama, reconhecimento ou riscos pessoais, escalou rapidamente até ele. Diante da impossibilidade de realizar uma reanimação completa naquela altura, começou a fazer respiração boca a boca, mantendo seus pulmões funcionando enquanto lutava contra o tempo.


Minutos que pareceram eternidade.


Quando finalmente percebeu um leve sinal de vida, Thompson soltou o arnês, colocou o colega sobre os ombros e iniciou a descida. No solo, com a ajuda de outros trabalhadores, continuou a reanimação até que a respiração e os batimentos cardíacos fossem gradualmente restabelecidos.


Champion sobreviveu.


Não apenas sobreviveu ao acidente. Ganhou mais 35 anos de vida. Faleceu apenas em 2002, aos 64 anos, por insuficiência cardíaca. Thompson, o homem que lhe devolveu a existência naquele dia, continuou sua caminhada carregando consigo uma história que o mundo jamais esqueceria.


A fotografia percorreu jornais em diversos países e recebeu o Prêmio Pulitzer em 1968. Mas seu verdadeiro valor não está na premiação.


Seu verdadeiro valor está naquilo que ela nos ensina.


Vivemos em uma época em que muitos acumulam contatos, seguidores e conhecidos. Entretanto, poucos possuem alguém que, diante da adversidade, permaneça ao seu lado quando tudo parece perdido.


Há pessoas que nos acompanham enquanto tudo vai bem.


E há aquelas que seguram nossa alma quando a vida nos deixa pendurados entre a esperança e o desespero.


Nem sempre o "beijo da vida" vem na forma de uma respiração boca a boca. Às vezes ele chega por meio de uma palavra de encorajamento, de uma visita inesperada, de uma oração silenciosa, de uma mão estendida ou simplesmente da presença de alguém que se recusa a nos abandonar.


Afinal, existem amigos que passam por nossa história.


E existem amigos que ajudam a escrever os capítulos que jamais teríamos conseguido viver sozinhos.


"Em todo tempo ama o amigo, e na angústia nasce o irmão." (Provérbios 17:17)

O que mais me chama a atenção nessa fotografia é que ela desmonta uma ilusão muito comum: a ideia de que heroísmo sempre acontece em grandes palcos. Na verdade, os atos mais extraordinários costumam ocorrer longe das câmeras, quando alguém decide não desistir de outra pessoa.

Talvez seja por isso que a imagem continue tão impactante décadas depois. Ela não fala apenas de eletricidade, acidentes ou primeiros socorros. Fala de responsabilidade humana. Fala daquele instante em que a vida de alguém passa a depender da coragem de outro.

E, pensando bem, todos nós já fomos um pouco Champion e um pouco Thompson.

Em alguns momentos, fomos nós que ficamos suspensos entre a esperança e o desânimo, precisando que alguém nos devolvesse o fôlego para continuar. Em outros, fomos chamados a sustentar quem estava prestes a cair.

A vida tem dessas ironias bonitas: ninguém atravessa a existência sozinho. Sobrevivemos graças às pessoas que, em determinados momentos, se recusaram a nos deixar partir.

Uma fotografia premiada registra um segundo.

Uma amizade verdadeira pode salvar uma vida inteira.

Abilio Machado 🌿📖

domingo, 7 de junho de 2026

Eu Não Quero Que Meu Filho Apenas Acredite. Quero Que Ele Saiba Por Que Acredita.


Eu Não Quero Que Meu Filho Apenas Acredite. Quero Que Ele Saiba Por Que Acredita.
Por Abilio Machado 

Foi numa noite de sábado, depois de uma reunião do quórum de élderes, que ouvi uma história que não saiu mais da minha cabeça.

Um irmão da Igreja contou sobre um jovem que havia crescido no evangelho. Frequentou a Primária, participou do Seminário, serviu em chamados, conhecia escrituras de cor e sempre parecia ter um testemunho firme.

Então veio a faculdade.

Vieram as perguntas.

Vieram os professores, os colegas, os vídeos na internet, os influenciadores ateus e os discursos que pareciam intelectualmente sofisticados.

Pouco tempo depois, aquele rapaz já não sabia mais no que acreditava.

Naquela noite, ao chegar em casa, encontrei meu filho Caio sentado à mesa, estudando sua lição do Seminário.

Observei-o por alguns minutos.

Ele conhecia histórias.

Conhecia personagens.

Conhecia acontecimentos.

Mas uma pergunta me inquietou:

"Será que ele sabe por que acredita?"

Sentei-me ao seu lado.

— Caio, por que você acredita que Jesus Cristo vive?

Ele respondeu rapidamente:

— Porque a Bíblia ensina isso.

— E como sabemos que a Bíblia é confiável?

Ele pensou.

Ficou em silêncio.

Então perguntei:

— E por que você acredita que o Livro de Mórmon é verdadeiro?

A resposta veio ainda mais tímida:

— Porque o profeta disse...

Novamente o silêncio.

Naquele instante percebi algo importante.

Meu filho conhecia muitas respostas.

Mas não conhecia as razões por trás delas.

E talvez a culpa não fosse dele.

Talvez fosse minha.

Talvez eu tivesse ensinado o "o quê", mas não o "porquê".

Durante anos enfatizamos a memorização de histórias sagradas.

Mas nem sempre ensinamos nossos filhos a refletir sobre as evidências, a lógica, a história e os testemunhos que sustentam essas verdades.

Comecei então a estudar com mais profundidade.

Voltei aos Evangelhos.

Voltei às epístolas.

Voltei ao Livro de Mórmon.

E descobri algo extraordinário.

A fé restaurada não pede que abandonemos a razão.

Ela convida a razão a caminhar junto com a revelação.

Quando lemos os Evangelhos, encontramos testemunhas oculares de Cristo.

Quando estudamos o Livro de Mórmon, encontramos outro testemunho de Jesus Cristo.

A Bíblia declara:

"Na boca de duas ou três testemunhas toda palavra será estabelecida."

E o Livro de Mórmon cumpre exatamente esse princípio.

Ele não substitui a Bíblia.

Ele a fortalece.

Ele confirma que Jesus nasceu, viveu, morreu e ressuscitou.

Ele testifica que Cristo fala a todos os povos.

Ele reafirma doutrinas fundamentais da Expiação, do arrependimento, da graça e da salvação.

Alguns perguntam:

"Como sabemos que o Livro de Mórmon não foi alterado ao longo do tempo?"

A mesma pergunta é feita sobre a Bíblia.

E a resposta é semelhante.

Nenhum livro sagrado é aceito apenas porque alguém o declarou verdadeiro.

Ele é examinado.

Estudado.

Comparado.

Testado.

Mas, acima de tudo, existe um convite único feito pelo próprio Livro de Mórmon:

Ler.

Refletir.

E perguntar sinceramente a Deus.

Milhões de pessoas ao redor do mundo afirmam ter recebido essa confirmação espiritual.

Eu sou uma delas.

Meu filho precisa conhecer isso.

Não apenas repetir isso.

Precisa compreender por que acredita.

Precisa entender por que a Expiação era necessária.

Por que a Ressurreição muda tudo.

Por que Cristo não é apenas um mestre moral.

Por que a Restauração faz sentido.

Por que profetas modernos são importantes.

Por que a revelação continua.

E também precisa conhecer os questionamentos que encontrará.

Karl Marx criticou a religião como instrumento social.

Friedrich Engels questionou instituições tradicionais.

Vladimir Lenin promoveu o materialismo ateu.

Alexandra Kollontai defendia transformações radicais na estrutura familiar.

Antonio Gramsci analisou a influência cultural das instituições religiosas.

Esses autores fazem parte da história do pensamento humano.

Devem ser estudados.

Mas não temidos.

A fé verdadeira não teme perguntas.

A fé verdadeira cresce quando é examinada.

Meu receio nunca foi que Caio encontrasse ideias diferentes.

Meu receio era que ele as encontrasse sem estar preparado para pensar.

Porque o problema não é uma pergunta difícil.

O problema é nunca ter aprendido a raciocinar sobre a própria fé.

Foi então que mudamos nossa rotina.

Começamos a estudar os Evangelhos juntos.

Não apenas ler.

Estudar.

Questionar.

Pesquisar.

Refletir.

Passamos a dar mais atenção ao Seminário.

Não como uma obrigação.

Mas como uma oportunidade.

Ali, os jovens têm contato diário com as escrituras, com a história sagrada e com princípios que os ajudarão quando chegarem à universidade, ao mercado de trabalho e aos desafios da vida adulta.

Hoje nossas conversas são diferentes.

Caio faz perguntas.

Muitas perguntas.

E isso me alegra.

Porque perguntas sinceras são sinais de crescimento.

Prefiro um filho que questione para compreender do que um filho que apenas repita sem entender.

O testemunho não é construído apenas pela emoção.

Nem apenas pelo intelecto.

É construído quando mente, coração e Espírito caminham juntos.

Meu desejo não é que Caio vença debates.

Meu desejo é que ele conheça Jesus Cristo.

Mas para permanecer firme em um mundo cheio de vozes conflitantes, ele precisará de mais do que frases prontas.

Precisará conhecer as escrituras.

Precisará estudar os Evangelhos.

Precisará compreender o Livro de Mórmon.

Precisará desenvolver um testemunho próprio.

Porque um dia eu não estarei ao seu lado para responder às perguntas.

Mas espero que, quando esse dia chegar, ele saiba não apenas no que acredita.

Espero que saiba por que acredita.

E que sua fé esteja edificada sobre a rocha que é Jesus Cristo, e não sobre a areia das opiniões passageiras deste mundo.

sábado, 6 de junho de 2026

6 de Junho – Dia D: Quando a Liberdade Desembarcou na Normandia



 6 de Junho – Dia D: Quando a Liberdade Desembarcou na Normandia


Um país sem memória é um país sem história. E uma nação que esquece os sacrifícios do passado corre o risco de repetir os erros que um dia custaram sangue, lágrimas e vidas.


Neste 6 de junho, recordamos o Dia D, marco decisivo da Segunda Guerra Mundial. Em 1944, nas praias da Normandia, teve início a Operação Overlord, a maior invasão anfíbia da história militar. Ainda antes do amanhecer, milhares de jovens atravessaram o Canal da Mancha em direção a um destino incerto. Muitos jamais voltariam para casa.



Não eram apenas soldados. Eram filhos, irmãos, amigos e pais. Rapazes que trocaram os sonhos da juventude pelo dever de enfrentar um dos regimes mais cruéis que a humanidade já conheceu. O nazismo não surgiu da noite para o dia. Cresceu lentamente, alimentado pela intolerância, pelo fanatismo e pela indiferença. Quando o mundo percebeu toda a extensão de sua violência, grande parte da Europa já havia sido mergulhada na dor, na perseguição e na destruição.



O desembarque na Normandia representou muito mais do que uma manobra militar. Foi a demonstração de que a liberdade exige coragem, de que a paz precisa ser defendida e de que a responsabilidade diante do mal não pode ser terceirizada. Aquelas praias tornaram-se um símbolo da determinação humana de resistir à tirania.



O Brasil também escreveu seu capítulo nessa história. A participação da Força Expedicionária Brasileira nos campos da Itália mostrou ao mundo que nossa pátria possui garra, disciplina, responsabilidade e espírito de sacrifício. Nossos pracinhas honraram a bandeira nacional e provaram que a defesa dos valores humanos não conhece fronteiras.



Hoje, minha continência é dirigida a esses meninos gigantes que tombaram em nome da liberdade. Homens comuns que realizaram feitos extraordinários. Creio ser acompanhado nesse gesto por todos os integrantes do Pelotão de Segurança CIEx 84.



Que a salva de tiros em sua homenagem não represente apenas o som das armas, mas o eco da gratidão de gerações inteiras. Que cada disparo simbolize a honra, o respeito e a memória daqueles que, mesmo diante do medo, avançaram. E que a bandeira desfraldada ao vento continue lembrando que a liberdade possui um preço, pago muitas vezes por aqueles cujos nomes a história nem sempre registra, mas cujo sacrifício jamais deve ser esquecido.



Aos heróis da Normandia, aos pracinhas brasileiros e a todos os combatentes que enfrentaram a escuridão para que outros pudessem viver em liberdade: nossa eterna continência.


"Os homens morrem. As gerações passam. Mas o dever cumprido e a honra conquistada permanecem para sempre na memória das nações." - Abilio Machado 



quarta-feira, 3 de junho de 2026

Hoje eu escolho...

 



Hoje eu escolho viver como quem sabe que esta vida vai passar num piscar de olhos.


Eu escolho não brigar com as pessoas por coisas que amanhã eu nem vou lembrar.

Eu escolho não criticar tanto meu corpo, que me carrega com tanta paciência todos os dias.

Eu escolho parar de reclamar do que me falta, porque tenho muito mais do que um dia ousei sonhar.


Hoje eu escolho beijar quem eu amo sem pressa, sem medo, sem deixar para depois.

Porque eu não sei qual será o último abraço, o último "eu te amo", o último olhar.


E confesso: não é fácil viver assim, com o coração aberto.

Não é fácil largar a mania de adiar a vida para quando tudo estiver perfeito.

Mas eu já entendi que o perfeito não existe aqui.

Aqui é sala de aula. Aqui é ensaio. Aqui é só uma das muitas vidas que ainda vou viver.


Então hoje eu escolho usar os talheres novos.

Eu escolho gastar meu melhor perfume só para passear comigo mesma.

Eu escolho repetir minhas melhores roupas, deixar os bichos mais por perto, sentir o amor de Deus nas coisas pequenas.


Hoje eu escolho não esperar o Natal, a sexta-feira, o ano que vem, o dinheiro, o momento certo.

Eu escolho ligar agora.

Eu escolho perdoar agora.

Eu escolho orar agora — não com palavras decoradas, mas com conversa de verdade, como quem fala com quem ama.


Porque se não é errado, por que não ser hoje?


Eu não vim aqui para acumular o que não levo.

Eu vim para amar mais, perdoar mais, abraçar mais, viver mais inteira.

Eu vim para fazer cada segundo valer o tempo que me foi dado.


E quando esta passagem chegar ao fim, que tudo o que eu plantei aqui floresça na próxima.


Hoje eu escolho a luz. Eu escolho o amor. Eu escolho viver de verdade. 💙


@papainoelabiliomachado

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Oração de Clamor na Madrugad

 


Oração de Clamor na Madrugada


Senhor meu Deus,


Nesta madrugada eu me coloco diante de Ti com humildade, sinceridade e esperança. Tu conheces os meus pensamentos antes mesmo que eles sejam palavras. Conheces minhas lutas, minhas preocupações e o peso que tenho carregado em silêncio.


Pai amado, hoje clamo pela Tua misericórdia. As dificuldades financeiras têm trazido inquietação ao meu coração, e por isso entrego a Ti cada conta, cada compromisso, cada necessidade e cada projeto que ainda não encontrei meios para realizar.


Abre portas onde meus olhos não conseguem enxergar caminhos. Derrama sabedoria para que eu faça escolhas corretas, discernimento para reconhecer oportunidades e coragem para agir quando elas surgirem. Que eu não seja conduzido pelo medo, pela ansiedade ou pelo desespero, mas pela confiança em Tua providência.


Senhor, abençoa o trabalho das minhas mãos. Multiplica os frutos dos meus esforços. Concede-me oportunidades honestas, clientes, projetos, parcerias e recursos que tragam dignidade, sustento e tranquilidade para minha vida e para aqueles que dependem de mim.


Também peço que cuides do meu coração. Que as preocupações não roubem minha fé nem minha paz. Ensina-me a descansar em Ti enquanto faço a minha parte. Que eu encontre forças para continuar caminhando, mesmo quando os resultados parecem demorados.


Pai, afasta de mim toda escassez que nasce do desânimo, toda porta fechada que não vem de Ti e toda influência que me afaste dos Teus propósitos. Renova minha esperança e fortalece minha confiança de que nenhuma noite é eterna diante da Tua luz.


Agradeço pelas bênçãos que já recebi, pelas que ainda não percebi e por aquelas que estão a caminho. Creio que Tu continuas sendo o Deus que sustenta, cuida, orienta e provê.


Que esta madrugada seja um momento de encontro Contigo, e que ao amanhecer eu possa sentir renovadas minhas forças, minha fé e minha esperança.


Em nome de Jesus.


Amém.


"Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará." — Salmo 37:5


Abilio Machado

Psicoarteterapeuta


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domingo, 31 de maio de 2026

O fardo de Deus

 

"Sou um pai, inadequado para ter certeza, mas não consigo compreender o fardo que deve ter sido para Deus no Seu céu testemunhar o sofrimento profundo e a crucificação do Seu Filho Amado de tal forma. Todo impulso e instinto dele deve ter sido parar, enviar anjos para intervir - mas Ele não interveio. Ele suportou o que viu porque era a única maneira de um pagamento salvamento e vicario poderia ser feito pelos pecados de todos os seus outros filhos, desde Adão e Eva até o fim do mundo. Sou eternamente grato por um Pai perfeito e pelo Seu Filho perfeito, nenhum dos quais se encolheu do copo amargo nem abandonou o resto de nós que somos imperfeitos, que falhamos e tropeçamos, que muitas vezes perdemos a marca.


Presidente Holanda 

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Conselho de Papai Noel

 


Uma das partes mais difíceis do trabalho criativo de um Papai Noel é aprender que a visibilidade leva tempo...

Não porque sua 'magia' esteja falhando.

Mas porque a confiança geralmente cresce lenta e silenciosamente antes de se tornar totalmente visível à todos ao redor.

Uma família pode ver seu nome cinco vezes antes de entrar em contato.

Eles até podem acompanhar suas postagens por meses.

Eles podem se lembrar de uma interação sua anos depois.

E então, um belo dia decidem: “Esse é o nosso Papai Noel !”

Acho que às vezes subestimamos o quanto simplesmente estar presente de forma consistente e autêntica importa, independentemente de fatores externos como figurinos e detalhes lindos...


Não o mais bonito.

Não o mais 'perfeito'.

Apenas estar presente o suficiente para que as pessoas certas reconheçam o calor da Magia do Natal quando encontram você...


#magiadonatal 🎅🏻