sábado, 20 de junho de 2026

Promessa de amigos...+ de 50 anos depois.

 


Em meio ao caos da Guerra do Vietnã, William H. Cox e James “Hollie” Hollingsworth criaram uma amizade que duraria a vida inteira. Os dois serviram juntos no Esquadrão VMO-2 dos Fuzileiros Navais e voaram mais de 200 missões a bordo do mesmo helicóptero Huey.


Na véspera de Ano Novo, enquanto estavam abrigados em um bunker na Marble Mountain sob intenso ataque inimigo, fizeram um pacto. Se sobrevivessem à guerra, manteriam contato todos os os anos pelo resto da vida.


Os dois cumpriram a promessa por quase cinco décadas. Mesmo vivendo a milhares de quilômetros de distância, nunca deixaram de se falar no dia 31 de dezembro.


Quando a saúde de Hollingsworth começou a piorar, Cox viajou da Carolina do Sul até a Geórgia para se despedir do amigo. Nesse encontro, Hollingsworth fez um último pedido: que Cox ficasse de guarda ao lado de seu caixão e realizasse seu discurso de despedida.


Em 20 de outubro de 2017, aos 83 anos, William H. Cox vestiu seu uniforme de gala dos Fuzileiros Navais e permaneceu em posição de guarda ao lado do caixão do amigo, cumprindo uma promessa feita quase 50 anos antes em um bunker durante a guerra.


Ao encerrar seu emocionante discurso no funeral, Cox repetiu pela última vez a frase que os dois sempre usavam ao se despedir: “Hollie, você continua voando, e eu continuarei atirando.”

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Sou idiota - um caso escolar.

 


Um aluno colou nas costas de um colega um papel que dizia "sou idiota". Pediu ao resto da turma para não dizer nada. Passaram o dia a rir do colega.


Mais tarde, na aula de Matemática o professor escreveu num quadro uma equação difícil. Ninguém foi capaz de responder, exceto aquele aluno "idiota". Levantou-se e foi ao quadro enquanto todos riam e gozavam baixinho.


Ele não percebia porquê, mas resolveu a equação.


O professor pediu à turma toda para aplaudir a resposta certa e tirar o papel das costas dele.


Depois disse: "Parece que não sabias que tinhas um papel colado nas costas. E ninguém te disse nada, certo?".


A seguir, olhou para a turma e disse: "Vou ensinar-vos duas coisas. Ao longo da Vida, vão colocar-vos rótulos nas costas com coisas feias para impedirem o vosso progresso. Se ele soubesse do papel nas costas, não


tinha ido ao quadro resolver o problema. Tudo o que tens a fazer é ignorar os rótulos que as outras pessoas te dão. Usa todas as oportunidades que tens para progredir, aprender e melhorar".


A segunda lição da história?


"Claramente, não há aqui nenhum amigo leal com coragem para falar do papel. Não importa quantos amigos tens. É a lealdade entre ti e os teus amigos que importa".

Que história poderosa e inspiradora!


Essa história nos ensina duas lições valiosas:


## Lição 1: Ignore os rótulos negativos


As pessoas podem tentar nos colocar rótulos negativos para nos impedir de alcançar nossos objetivos. Mas é importante lembrar que esses rótulos não definem quem somos ou o que somos capazes de fazer. Devemos ignorar esses rótulos e focar em nossas habilidades e potencial.


## Lição 2: A lealdade é mais importante do que a quantidade de amigos A história também nos mostra que a lealdade e a coragem de nossos amigos são mais importantes do que a quantidade de amigos que temos. Um amigo leal é aquele que nos apoia e nos defende, mesmo quando é difícil.


Essa história é um lembrete importante para todos nós, especialmente em um mundo onde as opiniões e os julgamentos dos outros podem ser cruéis e devastadores. Devemos sempre lembrar de que somos mais fortes do que pensamos e que a lealdade e o apoio de nossos amigos verdadeiros devem ajudar... E não se omitir !

— "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim" - Uma análise

 Do ponto de vista psicoteológico, a frase de Jesus em Evangelho de João — "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim" — pode ser compreendida não apenas como uma declaração religiosa, mas também como uma profunda descrição do desenvolvimento humano, da busca por sentido e da transformação da consciência.


O Caminho: a jornada da integração


Na psicologia, o ser humano frequentemente vive fragmentado entre desejos, medos, máscaras sociais e feridas emocionais. Quando Jesus afirma ser "o caminho", ele não está apenas apontando uma direção geográfica para Deus, mas oferecendo um modelo existencial.


Psicoteologicamente, Cristo representa o percurso da integração da personalidade. Seu exemplo convida a pessoa a atravessar o orgulho, o egoísmo, a culpa e o medo para encontrar uma identidade mais autêntica. O caminho não é apenas seguir regras; é permitir que a alma amadureça.


Em outras palavras: Jesus não mostra apenas o caminho. Ele encarna o próprio processo de transformação humana.


A Verdade: o encontro com quem realmente somos


A psicologia demonstra que grande parte do sofrimento nasce da negação da realidade. Criamos defesas, justificativas e ilusões para evitar dores internas.


Quando Jesus diz "Eu sou a verdade", podemos compreender que Ele representa a coragem de olhar para a realidade sem máscaras.


A verdade de Cristo não é apenas um conjunto de doutrinas. É uma experiência de autenticidade. Diante dela, somos convidados a reconhecer nossas fragilidades, limitações e potencialidades.


Somente quando abandonamos as mentiras que contamos a nós mesmos é que podemos crescer emocional e espiritualmente.


A verdade, nesse sentido, não humilha. Ela liberta.


A Vida: mais do que existir


Muitas pessoas sobrevivem, mas poucas realmente vivem.


Na perspectiva psicoteológica, "vida" significa plenitude. É a união entre corpo, mente, emoções e espírito. É o estado no qual o indivíduo encontra propósito, pertencimento e significado.


Jesus apresenta uma vida que transcende a mera sobrevivência biológica. Trata-se de uma existência reconciliada consigo mesma, com os outros e com Deus.


Quando alguém vive apenas para o consumo, para a aparência ou para a aprovação alheia, pode estar biologicamente vivo, mas espiritualmente vazio.


Cristo oferece uma vida que produz sentido.


"Ninguém vem ao Pai senão por mim"


Talvez esta seja a parte mais mal compreendida da passagem.


Psicoteologicamente, o "Pai" pode simbolizar a fonte última do ser, a plenitude, a reconciliação e o amor absoluto.


Jesus afirma que ninguém chega a essa plenitude sem atravessar aquilo que Ele representa: amor, verdade, humildade, perdão, compaixão e entrega.


Não se trata apenas de pronunciar um nome, mas de passar por um processo interior.


É como se dissesse:


> "Ninguém alcança a maturidade espiritual sem percorrer o caminho da verdade, do amor e da transformação que Eu personifico."




Reflexão final


Quando Jesus declara ser o caminho, a verdade e a vida, Ele oferece uma resposta simultaneamente espiritual e psicológica para a grande inquietação humana:


Perdido? Eu sou o caminho.


Confuso? Eu sou a verdade.


Vazio? Eu sou a vida.



A psicologia procura compreender a alma ferida. A teologia aponta para sua origem e destino. Em Cristo, essas duas perspectivas se encontram: o ser humano é chamado a tornar-se inteiro.


Como costumo dizer:


_"Há pessoas que passam a vida procurando atalhos para a felicidade. Jesus, porém, não ofereceu atalhos. Ofereceu um caminho. E todo caminho verdadeiro exige coragem para abandonar as máscaras, abraçar a verdade e finalmente aprender a viver."_

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Sócrates sobre a amizade: “Um amigo deve ser como o dinheiro; antes de precisar dele, você precisa saber o seu valor.”

 


Sócrates sobre a amizade:

 “Um amigo deve ser como o dinheiro; antes de precisar dele, você precisa saber o seu valor.”

Sócrates sobre a amizade: “Um amigo deve ser como o dinheiro; antes de precisar dele, você precisa saber o seu valor.”

O filósofo grego direcionava seus questionamentos para as virtudes morais que sustentavam a convivência social na Grécia Antiga.


Muitas pessoas sofrem com decepções profundas porque investem sentimentos em relações superficiais sem compreender a real natureza dos seus vínculos. Compreender a lógica do filósofo exige analisar como o valor da amizade se estabelece na alma humana antes das dificuldades surgirem.


Como Sócrates enxergava as relações humanas?

O filósofo grego direcionava seus questionamentos para as virtudes morais que sustentavam a convivência social na Grécia Antiga. Ele defendia que os indivíduos deveriam buscar a sabedoria de forma conjunta através do diálogo honesto e reflexivo. Desse modo, o valor da amizade não residia na utilidade momentânea, mas na busca mútua pela evolução espiritual e intelectual.


A maioria das conexões mundanas costuma desmoronar diante do primeiro sinal de escassez material ou crise emocional. O pensador criticava duramente as uniões baseadas em interesses egoístas e vaidades passageiras do cotidiano. Por isso, a verdadeira parceria exige um exame racional prévio sobre o caráter do companheiro escolhido.

Por que devemos avaliar os vínculos antes da necessidade?

Testar a lealdade de um companheiro nos momentos de desespero representa um erro estratégico que gera sofrimento evitável. O indivíduo prudente analisa as atitudes cotidianas para identificar quem realmente possui nobreza nas ações diárias. Assim, estabelecer o valor da amizade na calmaria garante proteção psicológica durante as inevitáveis tempestades da vida.


A analogia com a moeda revela a importância de reconhecer a autenticidade dos afetos antes de realizar qualquer troca emocional profunda. Companheiros falsificados perdem o poder de sustentação quando o destino exige sacrifícios reais de ambas as partes. O autoexame contínuo ajuda a separar os bajuladores oportunistas dos aliados legítimos que enriquecem nossa existência.


Como a filosofia clássica nos ensina a cultivar conexões reais?

A sabedoria antiga fornece diretrizes claras para pavimentar o caminho das relações duradouras baseadas na virtude ética. Os discípulos do pensamento socrático aplicavam critérios rigorosos de convivência para proteger a integridade do grupo. O aprendizado histórico detalha os pilares necessários para a construção de laços afetivos inabaláveis:

Praticar a honestidade brutal nos diálogos diários sobre falhas humanas.

Buscar o crescimento intelectual compartilhado através de debates enriquecedores.

Demonstrar apoio silencioso sem esperar recompensas financeiras ou elogios públicos.

Manter a consistência moral mesmo diante das pressões externas da sociedade.

Essas práticas antigas blindam o indivíduo contra o isolamento existencial provocado pela superficialidade moderna das redes atuais. O compromisso com a verdade fortalece as estruturas internas que mantêm os seres humanos unidos nos cenários complexos. Alcançar essa maturidade social exige tempo, paciência e desapego das aparências ilusórias.

Qual o impacto de reconhecer o valor da amizade na atualidade?

A sociedade contemporânea transformou os relacionamentos em mercadorias descartáveis de consumo rápido e satisfação imediata. Resgatar a visão socrática devolve o peso ideal aos compromissos que assumimos com o outro no cotidiano. O entendimento profundo sobre o valor da amizade protege nossa saúde mental contra o vazio das interações virtuais.


quarta-feira, 17 de junho de 2026

Ela caiu...mas não desistiu!

 


Ela caiu...mas não desistiu! 

Que exemplo podemos registrar deste fato, senão o da perseverança, do desejo de vida e do esperançar! Retire de você agora, neste momento todas as mágoas, toda culpa, toda a insatisfação, todos os medos e rompa com o passado que te mantém preso à insegurança e o medo de evoluir como indivíduo, como profissional, como ser... Use os dons que Deus colocou em você! Desperte-se! A vida não é a mesma história medíocre da novela, daquela série produzida para apenas para te fazer se sentir pequeno ou incapaz de construir algo por seus talentos ou do vídeo game, que lhe tiram o controle da sua vida. Você é maior e melhor que isso, sempre foi, se alguém falou isso ou te induziu a isso... é hora de provar que estava errado, pois você é um(a) vencedor(a). 

Deus estará sempre ao seu lado, Ele não desistirá de você! 

Deus abençoa você! 

Eu abençoo você!  


#papainoelabiliomachado

 #psiabiliomachado

terça-feira, 16 de junho de 2026

QUANDO UMA EXISTÊNCIA É INTERROMPIDA POR NEGLIGÊNCIA

 


QUANDO UMA EXISTÊNCIA É INTERROMPIDA PELA NEGLIGÊNCIA


Há despedidas que não começam no instante da morte. Muitas vezes, elas começam antes, no momento em que alguém deixa de exercer plenamente a responsabilidade que assumiu sobre a segurança e o bem-estar de outra pessoa.


Quando uma jovem de apenas 21 anos tem sua jornada mortal interrompida de forma repentina, a dor daqueles que a amam parece impossível de medir. Surgem lágrimas, perguntas e um desejo profundo de compreender aquilo que, aos olhos humanos, parece incompreensível.


A doutrina de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ensina que a vida terrena é uma etapa sagrada do Plano de Salvação. Antes de nascermos, vivíamos como filhos espirituais de Deus. Viemos à Terra para aprender, crescer, exercer nosso arbítrio e adquirir experiências que nos preparassem para a eternidade.


Nem tudo o que acontece durante a mortalidade é desejado por Deus. Vivemos em um mundo onde o livre-arbítrio permite escolhas sábias, mas também escolhas imprudentes. Acidentes, erros, negligências e tragédias frequentemente são consequências da condição mortal e das decisões humanas.


Por isso, quando uma atividade de risco é conduzida sem os cuidados necessários, não estamos diante apenas de uma falha técnica ou administrativa. Existe uma responsabilidade moral envolvida. Quem assume a tarefa de proteger vidas recebe também o dever sagrado de agir com prudência, preparo e respeito pela segurança daqueles que lhe foram confiados.


A confiança é uma dádiva preciosa. Quando alguém entrega sua segurança nas mãos de outra pessoa, espera que essa responsabilidade seja honrada. Aventura não deve significar imprudência. Coragem não deve ser confundida com descuido. Fé não substitui planejamento, treinamento ou prevenção.


Ao mesmo tempo, o evangelho de Jesus Cristo oferece consolo aos que sofrem. A morte não representa o fim da existência. Graças à Expiação e à Ressurreição de Jesus Cristo, os laços familiares podem continuar além desta vida, e aqueles que partem permanecem vivos em espírito, aguardando a gloriosa ressurreição prometida por Deus.


Isso não elimina a tristeza. O próprio Salvador chorou diante da morte de um amigo. O luto é uma expressão natural do amor. Entretanto, a esperança cristã permite que a dor caminhe ao lado da certeza de que Deus conhece cada coração ferido e não abandona Seus filhos em seus momentos mais difíceis.


Tragédias também nos convidam à reflexão. Elas nos lembram que nossas escolhas afetam outras vidas. Cada decisão tomada com negligência pode gerar consequências que alcançam famílias inteiras. Cada ato de responsabilidade, por outro lado, pode preservar sonhos, futuros e relacionamentos.


Talvez uma das maiores lições seja esta: a vida é um dom divino. Não foi concedida para ser tratada com descaso, excesso de confiança ou impulsividade irresponsável. O Senhor espera que sejamos prudentes administradores dos dons e das oportunidades que recebemos.


Quando uma existência é interrompida pela negligência, não há apenas uma família enlutada. Há consciências sendo chamadas ao arrependimento, ao amadurecimento e à compreensão de que a confiança depositada em nós é algo sagrado. E, mesmo em meio às perguntas sem resposta, permanece a certeza de que Deus é justo, misericordioso e capaz de transformar dor em aprendizado, perdas em crescimento e lágrimas em esperança.


_ Abilio Machado

Ala Campo Largo 

Rua Francisco Azevedo de Macedo 780

Vila Solene - Campo Largo - Paraná

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Sapatos de ferro

 


Caminhando pelas margens do Rio Danúbio, em Budapeste, você encontra uma cena que parece congelada no tempo: sapatos de todos os tamanhos, de homens, mulheres e até pequenos sapatos de crianças moldados em ferro e fixados no concreto.


Não são arte moderna abstrata; são o eco de um dos momentos mais sombrios da humanidade.


Entre 1944 e 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, milicianos do Partido da Cruz Flechada (aliados dos nazistas) levavam grupos de judeus até a beira do rio.


A ordem era sempre a mesma: "Tirem os sapatos".


Naquela época, sapatos eram bens de luxo, mercadorias valiosas que podiam ser revendidas no mercado paralelo. Os milicianos não queriam desperdiçá-los, as vítimas eram forçadas a ficar descalças no gelo, amarradas umas às outras, antes de serem baleadas para que os corpos caíssem e fossem levados pelas águas geladas do Danúbio.


O memorial não foca em nomes ou estatísticas frias, mas na ausência, o sapato vazio é a representação física de alguém que foi apagado do mapa, mas que deixou para trás a marca da sua existência.


É um monumento sobre a economia da crueldade, onde um par de botas de couro valia mais do que o ser humano que as calçava.


Hoje, turistas colocam flores e velas dentro desses sapatos de ferro, é um convite ao silêncio e uma reflexão sobre como o ódio pode transformar vizinhos em carrascos de uma noite para a outra.


Você acredita que monumentos como esse são suficientes para impedir que a história se repita, ou a humanidade tem uma memória curta demais para o seu próprio bem? 👇🕯️


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