segunda-feira, 30 de março de 2026

Terça feira Santa

 


Pare um instante o que estiver fazendo agora. E diga comigo:

SENHOR reclino minha vida no Seu peito, no Seu coração; sussurro nesta vigília o quanto necessito da luz divina, da sabedoria e do amor incondicional; Olhai com bondade para os que me pedem orações, Olhai os enfermos que estão em leitos hospitalares e UTIs, para os que sofrem com o luto pelas perdas que tanto dói sem a devida despedida, para nossos irmãos que andam na escuridão perdidos em suas dores do passado que lhes refletem no agora e os fazem amargos, cruéis, tristes e vingativos, seres tão doentes de alma. Reveste-me da Tua graça SENHOR e que nesta terça-feira eu não Te negue, nem antes, tampouco depois que o galo cantar.

*🙇🏻‍♀️ Tu És Minha Vida!*

 *🙇🏻‍♀️ Quando o seu propósito de vida lhe for verdadeiramente CLARO, verá que todas as coisas, a sua volta e dentro de você, se unirão para que esse propósito, essa graça seja alcançada.*


Bom dia! Ótima terça-feira Santa!


#ensinamentosdopapainoel

Oração deste dia 30

  



AORAÇÃO atinge agora a meta de alcançar a todos os lugares, reunindo pessoas diferentes de diferentes idiomas, diferentes países , diferentes nomenclaturas religiosas, pois Senhor, oramos por todos que sofrem pouco ou muito, que perderam pouco ou muito, estão com dores, estão em luto, estão clamando por cura, por saciação da fome , da sede, da energia poderosa do Espírito Santo. 

Ore comigo agora, só um instantinho, aquieta teu coração... E diz... Meu Pai Celestial, a ti toda Honra e Glória, nos encontramos nestas 22h deste dia 30 para agradecer pela vida, pelo amparo, pela mão que Tu colocas sobre nós, em nossos filhos, parentes, amigos, sobre nossos governantes. No agradecer de aceitar e olhar por nossos desejos de....Cura, Libertação, Alegria, União, Soluções... Abençoai Senhor aqueles que nos ajudam, que nos amparam, que nos cuidam, pois sabemos que são anjos preparados e enviados pelo Seu Sussurro em seus corações, nós hospitais, nós serviços sociais, nas igrejas, nós vizinhos, nós companheiros de caminhada. Visita agora as UTIs, as enfermarias, as casas, os corações e mentes e oferece a oportunidade de viverem em Ti, por Ti e para Ti.

Que no descansar desta noite o homem ou mulher receba a visita de sua bênção para que no amanhã haja luz para seus caminhos e propósito de vida !

Lhe agradecemos e lhe pedimos por aqueles que nos são tão queridos em Nome de Seu Filho amado Jesus Cristo. Amém !

#ensinamentosdopapainoel

domingo, 29 de março de 2026

Domingo de Ramos - Páscoa

 


Olá. Meus amigos. 

Estou ainda pela terra, sobrevivendo ainda. As dores me abraçam, o cansaço, a respiração ofegante e curta.

Hoje domingo de Ramos... Muito significativo este momento da entrada de Jesus na cidade, imitando a Davi. Sinal que era feito a apenas aos mais eminentes, ser recebido com com um tapete de ramos...

Tinha muitas pessoas na entrada de Cristo, dentre elas pessoas que com ramos nas mãos saudaram o Messias prometido. Mas também havia pessoas que não acreditavam no Cristo como Messias, havia aqueles que o odiavam e planejavam matá-Lo.


E a seguinte pergunta me veio a mente: _Eu estaria entre aqueles com ramos nas mãos?_


Eu o reconheceria devido a fé nas profecias e promessas? Eu o saudaria com fervor e louvor?


Convido-os nessa Semana Santa, a dedicarmos tempo para reconhecer o Cristo por meio das profecias e promessas - principalmente das promessas feitas individualmente por meios de nossos convênios.


Eu sei que Ele vive!

quarta-feira, 25 de março de 2026

Braçal PE: Orgulho de Pertencer, Compromisso de Servir.

 


🔰Braçal PE: Orgulho de Pertencer, Compromisso de Servir. 


O “Braçal PE” é o símbolo maior da responsabilidade no cumprimento de nossas missões. Ostentá-lo representa, antes de tudo, o dever de cumprir e de fazer cumprir as normas e regulamentos com esmero, abnegação, firmeza, educação, coragem, disciplina e energia, quando se fizer necessário.Servir à Pátria em qualquer Organização Militar do Exército é uma honra. Servir na “PE” é um privilégio reservado aos mais fortes e capazes. Todo militar que recebe o “Braçal PE” deve manter e honrar as tradições que ele encerra com a consciência de um soldado de elite.O Braçal é o maior símbolo da tropa de Polícia do Exército. O uso do Braçal nos diferencia dos demais soldados. Ostentá-lo é um orgulho, mas traz grandes responsabilidades. Honrar o Braçal e ser exemplo para outros soldados, cumprindo as missões sempre da melhor maneira, é dever de todo o PE!


🪖Uma vez PE, Sempre PE!

terça-feira, 24 de março de 2026

Uma verdade da Páscoa



 A VERDADE DA PÁSCOA !!!


A confusão com a Páscoa é tão grande que ontem ouvi uma criança conversando com a mãe e perguntando "por que" pregaram o coelhinho da páscoa na cruz e quem era o barbudo chamado Jesus que colocava ovinhos de chocolate.

Fiquei chocado com a cena e resolvi fechar um acordo de delação premiada com a minha consciência e revelar a verdade, de uma vez por todas. Tirem as crianças e os idosos de perto do computador e leiam a revelação que vai mudar o mundo:


"Não sei como dizer isso, mas é melhor que saibam por mim... Eu só não falei antes por medo de magoar alguém. Mas vocês precisam saber a verdade e tem que ser fortes. Muitas vezes somos enganados e nos decepcionamos com a verdade. Sejam fortes e aceitem a realidade, dói menos... Mas nas palavras Shakespearerianas de que não se deve dizer à criança que suas fantasias não existem, e também utilizada na psicólogia infantil, pois a criança precisa passar pelas fases de desenvolvimento, para que todos os seus tijolos sejam construídos e não hajam buracos na sua formação, o lúdico e a imaginação fazem parte da infância. 

Já faz tempo que estou sabendo disso e tenho de contar:

___O COELHINHO DA PASCOA EXISTE!"


#psicologoepoethaabiliomachado

#averdadedapascoa

O Batistério - crônica de O Homem Sentado no Último Banco da Igreja.


Sentado no banco da igreja, olhando fixamente para o nada — ou talvez para tudo —, o homem percebe que algumas águas não ficam apenas nos templos… elas começam a brotar dentro da gente.



O Homem Sentado no Último Banco da Igreja

 — O Batistério

Havia algo diferente naquele dia.

O homem não estava apenas sentado no banco da igreja — embora ali estivesse, como sempre, no mesmo lugar, no mesmo canto onde o corpo repousa, mas a alma vagueia. Havia um peso leve, desses que não esmagam, mas também não deixam em paz.

Era dia de templo.

E só quem já sentiu esse chamado silencioso sabe: não é um compromisso, é quase uma convocação íntima — como se algo antigo dentro de você fosse despertado, sussurrando nomes que você nunca pronunciou.

Ele pensava no batistério.

Não como um espaço físico, não como uma estrutura dentro do templo de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, mas como um lugar onde o tempo parece desistir de ser linha e se curva em círculo.

Ali, dizem, os vivos entram na água pelos mortos.

Mas naquele dia, sentado no banco, ele se perguntou:

— Será que são só eles que precisam atravessar essa água… ou sou eu também?

Ele nunca conheceu a maioria daqueles nomes.

Alguns eram apenas registros, datas, fragmentos de existência.

Gente que viveu, chorou, amou — e desapareceu antes que alguém pudesse lembrar direito.

E ainda assim…

Havia uma estranha sensação de responsabilidade.

Não de obrigação fria, mas de vínculo.

Como se, de alguma forma, ele fosse continuação de histórias interrompidas.

O homem fechou os olhos.

E, por um instante, o banco da igreja deixou de ser madeira e se tornou memória.

Lembrou-se das próprias ausências.

Dos seus mortos.

Das palavras não ditas.

Dos perdões que nunca encontrou coragem para oferecer.

E então compreendeu algo que nunca tinha dito em voz alta:

O batistério não é apenas sobre eles… é também sobre tudo em mim que ainda não foi reconciliado.

A água, afinal, não é só símbolo de limpeza.

É travessia.

É útero e túmulo ao mesmo tempo.

É morte e recomeço.

Entrar no batistério talvez seja, psicologicamente, um dos atos mais profundos que alguém pode viver sem perceber completamente o que está fazendo.

Porque ali, ao dizer um nome que não é o seu, você também toca partes de si que ficaram esquecidas.

Partes que pedem:

sentido

pertencimento

redenção

Ele pensou nos bois que sustentam a fonte.

Nunca tinha dado muita atenção àquilo.

Mas naquele dia… fez sentido.

Doze.

Como se algo dissesse silenciosamente:

Há uma estrutura invisível sustentando tudo isso — uma história maior que você, uma fé que te antecede, uma esperança que não começou em você e não termina em você.

O homem respirou fundo.

E, pela primeira vez, não sentiu o batistério como um lugar distante dentro de um templo.

Sentiu como um espaço interno.

Um lugar dentro dele onde ainda havia nomes não reconciliados.

Rostos não compreendidos.

E, talvez, até versões de si mesmo que precisavam ser “batizadas” — não no sentido ritual, mas no sentido de serem acolhidas, compreendidas, reintegradas.

Levantou-se devagar.

Não havia pressa.

Nunca houve.

Porque certas águas não se atravessam com o corpo apressado —

mas com a alma disponível.

E enquanto caminhava, uma última pergunta o acompanhava, não como dúvida, mas como convite:

Quem, em mim, ainda espera por esse mergulho?


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🌿 #OHomemNoBancoDaIgreja #Batisterio #TemploSUD #Espiritualidade #Psicoteologia #Fe #Reflexao #VidaEterna #Conexao #CuraInterior

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segunda-feira, 23 de março de 2026

Sobre lugares, vozes e aquilo que nos habita

 Sentado no vaso sanitário, ainda tentando entender o peso de certas conversas que ouvi no domingo, percebi: tem gente que senta ao nosso lado… mas levanta levando um pouco da nossa esperança embora.



O Homem Sentado no Último Banco da Igreja

Sobre lugares, vozes e aquilo que nos habita

Naquele domingo, ele chegou mais cedo do que de costume.

Não por disciplina…

Mas por cansaço.

Sentou-se, como sempre, no último banco — o lugar onde ninguém pergunta muito, onde os olhares não insistem, onde é possível existir sem precisar explicar.

A igreja ainda estava vazia.

E o silêncio… ah, o silêncio não julgava.

Mas bastaram alguns minutos para que as primeiras pessoas começassem a chegar.

E com elas, vieram também as palavras.

— “Você viu o que aconteceu com fulano?”

— “Menina, aquilo ali já era esperado…”

— “Eu sempre disse que não prestava…”

Ele não olhou para trás.

Mas ouviu tudo.

Cada frase parecia mais afiada do que a anterior. Não eram apenas comentários… eram pequenas sentenças, lançadas com naturalidade, como se falar da vida alheia fosse uma liturgia paralela.

Ele respirou fundo.

E, por um instante, sentiu algo estranho:

não era raiva… era tristeza.

Porque ele reconhecia aquele lugar.

Não o banco…

mas aquele tipo de conversa.

Já esteve ali muitas vezes — não apenas ouvindo, mas participando. Já encontrou alívio momentâneo ao falar de outros, como quem tenta esquecer de si mesmo.

Mas naquele dia… algo havia mudado.

Talvez o cansaço tivesse aberto um espaço novo dentro dele.

Um espaço onde certas palavras já não cabiam mais.

Ele abaixou a cabeça.

E, em silêncio, uma pergunta começou a ecoar dentro dele:

“Quando foi que deixamos de falar de sonhos… para falar de pessoas?”

O culto começou.

Os cânticos preencheram o ambiente, mas ele ainda estava preso àquela inquietação.

Lembrou-se de quando era mais jovem.

Havia brilho nas conversas, planos sendo construídos, ideias que pareciam maiores do que o medo.

As pessoas falavam do que queriam ser…

não do que os outros haviam feito.

Mas, com o tempo, algo se perdeu.

Talvez a frustração tenha substituído a esperança.

Talvez as feridas tenham encontrado na crítica uma forma de se expressar.

Talvez seja mais fácil falar do erro do outro do que encarar o próprio vazio.

Ele levantou os olhos.

Lá na frente, o pregador falava sobre transformação, sobre vida nova… mas o homem no último banco pensava em algo mais simples — e talvez mais difícil:

o tipo de conversa que alimenta a alma.

Porque ele entendeu, ali, quase como uma revelação mansa:

Existem lugares onde você se senta…

e sai menor do que entrou.

E existem lugares onde você se senta…

e algo dentro de você volta a respirar.

Não é sobre o espaço físico.

É sobre as palavras que circulam nele.

Ele então fez uma oração curta, quase tímida:

“Deus… me ensina a escolher melhor onde eu me sento.

E, mais do que isso… me ensina a cuidar do que sai da minha boca quando eu estiver lá.”

O culto terminou.

As pessoas começaram a sair, algumas ainda presas às mesmas conversas de antes.

Ele permaneceu mais um pouco.

Não porque precisava…

mas porque queria.

Queria sair diferente.

Queria, quem sabe, ser o tipo de pessoa que muda o ambiente — não com discursos, mas com presença.

Alguém que, ao sentar, não alimenta a fofoca…

mas acende um sonho.

Levantou-se devagar.

E, ao dar os primeiros passos em direção à porta, percebeu:

Talvez não seja possível escolher todos os lugares onde estaremos…

mas sempre será possível escolher que tipo de voz seremos dentro deles.

E, naquele dia, o homem sentado no último banco da igreja decidiu:

Ele não queria mais ser eco de histórias alheias.

Queria ser abrigo de futuros possíveis.


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