domingo, 1 de fevereiro de 2026

Convênios com Deus e convênios consigo!


 Convênios com Deus e convênios consigo!

"Debaixo do céu há um tempo para cada coisa” (Ecles. 3,1), por essa razão, nós precisamos discernir em Deus qual é o tempo em que nos encontramos hoje, e procurarmos vivê-lo bem. Porque tudo que nos acontece são necessários para a nossa vida, ainda que não os compreendamos; seguramente, se bem vividos, produzirão grandes frutos de conversão que permanecerão para a vida eterna, nossos convênios nos oferecem esta esperança, de termos a “nossa Terra Prometida”.

A melhor forma de vivermos cada momento da nossa vida é cumprindo os convênios e louvando a Deus por tudo o que nos acontece, primeiramente porque essa é a vontade d’Ele a nosso respeito; depois, porque se manter no convênio e em louvor nos aproxima do Senhor e nos dá um impulso novo a cada instante, principalmente para enfrentarmos os desafios que nos aparecerão para nos afastar destes convênios feitos, com Deus e conosco é a mesma coisa, sim, pois ao não cumprirmos os convênios que fazemos conosco também caímos em ânimo, em vontade, em depressão, e se fizer algum convênio consigo cumpra, faça.

“Em todas as circunstâncias, dai graças, porque essa é, a vosso respeito, a vontade de Deus em Jesus Cristo” (I Ts 5,18).

Senhor, dá-nos a sabedoria e o amor para vivermos bem todos os tempos que a Divina Providência nos proporcionar e coragem para os enfrentamentos que surgirão ante os nossos convênios.

Deus abençoe você!

Eu abençoo você!

#ensinamentosdopapainoel

#convênios

Conheça um pouquinho de Gerda Weissmann Klein (1924–2022).


Uma mulher à beira da morte disse a um soldado que era judia.
A resposta dele — duas palavras — mudou tudo.

7 de maio de 1945.
Volário, Checoslováquia.
O fim da guerra. O fundo da humanidade.

Ela estava à porta de uma fábrica. Não parecia mais uma pessoa.
Vinte anos no papel. Um corpo consumido pela fome.
Pesava pouco mais de 30 quilos. O cabelo embranqueceu de tanto sofrer.
Trapos no lugar de roupa. Três anos sem banho. Três anos de desumanização.

Atrás dela, 119 mulheres estendidas no chão.
Mal respiravam.
Eram as que sobraram.

Três meses antes, 4.000 mulheres judias tinham sido forçadas a caminhar.
Uma marcha da morte.
Cerca de 560 quilómetros, no inverno.
Sem casacos. Sem comida.
Quem caía… não se levantava.

Gerda Weissmann viu 3.880 morrerem ao longo da estrada.
Amigas de infância. Desconhecidas que viraram irmãs.
Todas perdidas.

Ela continuou andando.
Não por força.
Não por esperança.
Mas porque carregava no bolso uma fotografia da família.
Enquanto ela caminhasse, eles ainda existiam.

Os pais. O irmão.
Assassinados nos campos.

Ela era a última.

Antes da marcha, sobrevivera três anos em campos de trabalho nazis:
fome, doenças, brutalidade sem nome.
Mas algo nela resistiu.
Algo que o ódio não conseguiu destruir:
a consciência de quem ela era.

Naquele dia, ela ouviu motores.
Soldados americanos.

Um jovem tenente desceu do jipe.
Os olhos dele encontraram os dela.

Gerda reuniu forças para dizer, num inglês quebrado:
— Nós somos judeus, sabe?

O soldado parou.
E respondeu:
— Eu também.

O nome dele era Kurt Klein.
Um judeu alemão que fugira do nazismo em 1937.
Voltava agora, fardado, para enfrentar o regime que tinha tentado apagar o seu povo.

Gerda nunca esqueceu o que veio depois.

Ele segurou a porta aberta para ela.

Um gesto simples.
Algo que ela não experimentava desde os quinze anos.
Dignidade. Respeito. Humanidade.

Kurt diria mais tarde:
“Ela caminhou na minha direção, e eu conheci a melhor pessoa que alguma vez conheceria.”

Ele ajudou a cuidar dos sobreviventes.
Eles conversaram.
E, no meio das ruínas, nasceu algo inesperado: ligação.

Depois da transferência de Kurt, vieram as cartas.
As palavras viraram sentimento.
O sentimento virou certeza.

18 de junho de 1946.
Paris.
Eles se casaram.

Mudaram-se para Buffalo, Nova Iorque.
Construíram uma vida.
Criaram três filhos.
Ergueram futuro onde só havia cinzas.

Mas Gerda nunca esqueceu as 3.880.

Em 1957, publicou o livro All But My Life.
O título dizia tudo.
Os nazis roubaram-lhe a família, a infância, a saúde, o passado.
Mas não a vida.

O livro tornou-se um testemunho essencial do Holocausto.
Milhões de leitores. Escolas. Universidades.

Gerda transformou sobrevivência em missão.
Falou durante décadas.
Sempre a mesma mensagem:
Lembrem-se.
Enfrentem o ódio.
Protejam a liberdade — ela é frágil.
Escolham a dignidade.

Em 1995, o documentário One Survivor Remembers ganhou o Óscar.
Em 2010, recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade.

Kurt morreu em 2002.
Foram 56 anos de casamento.

Gerda continuou. Falando. Ensinando. Insistindo.
Até 3 de abril de 2022.
97 anos.

Ela sobreviveu ao insuportável.
Transformou trauma em testemunho.
Dor em propósito.

Tudo começou com duas palavras:
“Eu também.”

Um soldado segurou uma porta para uma jovem moribunda.
E passou 56 anos segurando portas para ela — e para o mundo.

Eles não apenas sobreviveram ao Holocausto.
Eles o derrotaram.
Lembrando. Ensinando. Construindo sentido a partir das ruínas.

4.000 mulheres começaram a marcha.
120 chegaram ao fim.

Gerda dedicou 77 anos às 3.880 que não chegaram.

Isso não é apenas sobrevivência.
É propósito nascido da tragédia.
É transformar o pior da humanidade numa luta pelo melhor dela.

Ela partiu.
Mas a voz permanece.
O testemunho permanece.

Gerda Weissmann Klein (1924–2022).
Ela perdeu tudo, menos a vida.
E entregou essa vida ao mundo.

Lembremos.
Porque, depois do que ela viveu — e do que nos deu —
lembrar é o mínimo.

Você 🫵 se sente impactado com estes fatos de uma verdade que ainda é uma ferida aberta no mundo: a Segunda Grande Guerra?
 

Estudo de Lucas - 21 dias estudando este evanvangelista especial.

 

Topíssimo recomeçar por Lucas. Ele é o evangelho do olhar atento, do cuidado com os detalhes, das histórias que acolhem gente ferida, esquecida, marginalizada. É o evangelho que mais conversa com quem escuta, observa e acompanha processos — e isto é bem minha praia 😉

📖 Por que Lucas?

É o único escrito claramente por alguém de fora do grupo dos Doze

Tem um olhar histórico, organizado, quase "clínico", entendedores entenderão...

Dá centralidade às mulheres, aos pobres, aos doentes, aos estrangeiros

Jesus aparece menos como “juiz” e mais como companheiro de caminho

É um evangelho que se constrói muito pela escuta (parábolas longas, encontros, refeições)

Quem era Lucas?

Lucas não foi um dos Doze apóstolos. Isso já diz muito.

Ele era:

Gentio (não judeu), provavelmente de origem grega

Médico, segundo a tradição antiga e pistas do próprio texto, eram chamados de físicos.

Companheiro de viagem de Paulo em parte das missões

Um homem culto, com excelente domínio do grego e senso histórico

Ou seja: Lucas vem de fora. Ele observa, escuta, investiga, organiza. Não escreve a partir da memória emocional direta (“eu vi”), mas da escuta atenta (“eu ouvi, comparei, cuidei da narrativa”).

O próprio evangelho começa assim (parafraseando):

“Investiguei tudo cuidadosamente desde o início para te escrever com ordem.”

Isso é quase um método clínico.

Por que o Evangelho de Lucas foi escolhido para a Bíblia?

Não foi por acaso, nem por simpatia.

1. Porque Lucas preservou tradições únicas

Cerca de 40% do conteúdo de Lucas não existe em nenhum outro evangelho.

Exemplos:

A anunciação a Maria (com esse nível de detalhe)

O Magnificat

O bom samaritano

O filho pródigo

Zaqueu

O ladrão na cruz

Muitos encontros de mesa

Sem Lucas, perderíamos o Jesus que se senta, escuta, acolhe e inclui.

2. Porque ele escreveu para quem estava fora

Lucas escreve para Teófilo — provavelmente um gentio convertido ou alguém curioso sobre a fé cristã.

Isso faz de Lucas o evangelho:

Da inclusão

Do diálogo entre fé e razão

Da ponte entre judaísmo e mundo greco-romano

A Igreja primitiva percebeu que, sem Lucas, o cristianismo corria o risco de virar uma fé fechada em si mesma.

3. Porque ele apresenta um Jesus profundamente humano

Lucas não nega a divindade de Jesus, mas insiste na sua humanidade concreta:

Jesus sente compaixão

Jesus chora

Jesus se cansa

Jesus se aproxima dos que falharam

É o evangelho onde:

As mulheres têm voz

Os pobres são protagonistas

Os pecadores não são descartáveis

Os doentes não são invisíveis

Para uma comunidade que crescia, se espalhava e enfrentava sofrimento, isso era essencial.

4. Porque Lucas também escreveu Atos dos Apóstolos

Lucas não escreveu só um evangelho.

Ele escreveu a história da Igreja nascente.

Evangelho + Atos formam uma obra única:

Primeiro: o caminho de Jesus

Depois: o caminho da comunidade

Isso ajudou a Igreja a entender que:

seguir Jesus não termina na cruz, começa nela.

Em uma frase (bem Lucas):

Lucas foi escolhido porque mostrou que a fé cristã não é só crença correta, mas caminho humano, histórico, inclusivo e compassivo.

Não é à toa que ele conversa tanto com:

quem duvida

quem espera há muito tempo

quem serve, mas está cansado

quem acredita, mesmo sem entender tudo

Espero que você 🫵 me acompanhe nestes 21 dias.


Sou Abilio Machado - Cristão, Capelão e Pós graduado no Ensino Teológico e Filosófico.

-Psicanalista, Psicoterapeuta C&P, Neuropsicopedagogo ICH.-

sábado, 31 de janeiro de 2026

Modeux, já é Fevereiro

 


O Voo de Janeiro e a Porta Entreaberta de Fevereiro

Dizem que janeiro é um corredor interminável, onde os dias caminham com a lentidão de quem carrega o peso das festas passadas e das contas futuras. Mas este janeiro, em especial, resolveu romper com a tradição. Ele não caminhou; ele correu. Ou melhor, ele voou baixo, como se tivesse um compromisso inadiável no outro lado do calendário.

Ontem mesmo ainda estávamos trocando os "Feliz Ano Novo" com aquele entusiasmo protocolar, e hoje, num piscar de olhos, as luzes de Natal — que mal esfriaram nas caixas — já dão lugar aos confetes que começam a brotar nas calçadas. A sensação é de que o mês foi um único e longo domingo à tarde: quando finalmente decidimos o que fazer com ele, o sol já está se pondo.

As promessas feitas na virada ainda estão frescas na memória, mas muitas sequer tiveram tempo de sair do papel. Planejamos a dieta, a nova rotina, o livro que seria lido. Janeiro, porém, passou como um trem-bala, deixando para trás apenas o rastro do vento e a pergunta clássica: "Já é fevereiro?"

Fevereiro chega agora com aquela sua característica de ser "pouco", mas intenso. É um mês mais curto, espremido entre a ressaca do início do ano e a promessa da vida que "finalmente começa depois do Carnaval". Ele entra sem pedir licença, com o ritmo acelerado de quem sabe que tem poucos dias para dizer a que veio.

Se janeiro foi o suspiro profundo antes do mergulho, fevereiro é o próprio salto. As agendas, antes vazias e cheias de boas intenções, agora começam a ser preenchidas pela urgência do cotidiano. O tempo, esse senhor implacável, parece ter decidido que em 2026 a paciência será curta.

Resta-nos agora tentar acompanhar o passo. Se janeiro passou correndo, que fevereiro nos encontre prontos para a travessia. Afinal, o ano não está apenas começando; ele já está ganhando velocidade. E, como dizem por aí, quem piscar demais corre o risco de acordar em dezembro.

#JaneiroPassouVoando

#OndeFoiPararJaneiro

#TempoVoa

#CronicaDoCotidiano

#ReflexãoSobreOTempo

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#EscritoresDoInstagram

#Pensamentos

#VidaQueSegue

#AnoNovoDeVerdade

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

David Leirner 18 de janeiro

 


Todos os anos, no dia 18 de janeiro, o sobrevivente do Holocausto David “Dugo” Leitner convida toda a gente para comer falafel com ele e segurar uma placa que diz “Am Yisrael Chai. ” Porque é que ele faz isto? É a sua vingança privada.


Nascido em Nyíregyháza, Hungria em 1930, Dugo tinha apenas 14 anos quando os nazis invadiram a sua cidade natal. Ele e sua família foram enviados para Auschwitz-Birkenau onde Dugo foi tatuado com dois números, B12042 e B14671. O primeiro foi "apagado", mas nunca foi embora. Dugo foi designado para o serviço de esgoto e escapou por pouco da câmara de gás várias vezes.


Em 18 de janeiro de 1945, Dugo, juntamente com outros 60.000 prisioneiros de Auschwitz, foi forçado a uma Marcha da Morte para Mauthausen. Exausto, congelado e esfomeado, Dugo sonhou com "bilkelach", ou mini challah rols. A mãe dele sempre lhe disse que iriam viver em Israel onde "bilkelach" cresceu nas árvores.


Milagrosamente, Dugo sobreviveu à guerra e imigrou para Israel em 1949. Na sua primeira visita ao mercado Machane Yehuda em Jerusalém, encontrou uma iguaria local que o lembrou das bolas de falafel "bilkelach".


Desde então, Dugo vem comendo falafel todos os anos no dia 18 de janeiro, aniversário da Marcha da Morte, para celebrar a vida e o milagre da sua sobrevivência.

Que não esqueçamos jamais... Tal como fazem com Holodomor...

Contribuidor: Jill Goltzer

Foto: Arquivo Beit Witness

Naveed Anjum

domingo, 18 de janeiro de 2026

Guerra do Contestado

 


A Guerra do Contestado (1912–1916) foi um dos conflitos civis mais sangrentos e complexos da história brasileira. Ocorreu em uma região de fronteira entre o Paraná e Santa Catarina — território que ambos os estados disputavam, daí o nome "Contestado".

Diferente de uma guerra entre exércitos convencionais, foi um conflito messiânico e social que envolveu camponeses, o Exército Brasileiro e grandes empresas estrangeiras.

1. As Causas do Conflito

O estopim não foi apenas uma briga de terras, mas uma combinação de fatores sociais e econômicos:

A Ferrovia (Brazil Railway Company): O governo concedeu a uma empresa norte-americana o direito de construir a linha férrea ligando São Paulo ao Rio Grande do Sul. Para isso, desapropriou uma faixa de 15 km de cada lado dos trilhos, expulsando milhares de camponeses que viviam ali há gerações.

A Indústria Madeireira: Junto com a ferrovia, veio a exploração intensiva de araucárias. As terras foram entregues a grandes empresas, deixando a população local sem meios de subsistência.

O Messianismo: Em meio ao desespero e à miséria, surgiram líderes espirituais conhecidos como "monges". O mais famoso foi José Maria, que pregava a criação de uma "Monarquia Celeste" e uniu os sertanejos em comunidades autossuficientes conhecidas como "redutos".

2. O Desenvolvimento da Guerra

A guerra começou quando o governo e os coronéis locais passaram a ver os agrupamentos de camponeses como uma ameaça à ordem pública e à propriedade privada.

A Batalha de Irani (1912): O primeiro grande confronto onde o monge José Maria morreu. Em vez de dispersar o movimento, sua morte o transformou em mártir, e os fiéis passaram a acreditar em sua ressurreição, fortalecendo a resistência.

Guerra de Extermínio: O Exército Brasileiro utilizou um contingente enorme (cerca de 7 mil soldados) e tecnologias modernas para a época, como o uso de aviões para reconhecimento e bombardeio (pela primeira vez na história do Brasil).

Táticas de Guerrilha: Os sertanejos, conhecendo muito bem a região de matas densas, resistiram por quatro anos usando táticas de emboscada, mesmo estando em desvantagem de armamento.

3. Desfecho e Consequências

O conflito terminou em 1916 com a captura do último líder rebelde, Adeodato, e a destruição total dos redutos.

Saldo de Mortos: Estima-se que entre 5.000 e 8.000 pessoas morreram, a grande maioria camponeses.

Acordo de Limites: Em 1916, os estados de Santa Catarina e Paraná assinaram um acordo fixando as fronteiras atuais, encerrando a disputa territorial.

Legado Social: A região ficou marcada pela concentração de terras e pela pobreza por décadas. Até hoje, a cultura cabocla do Contestado é um símbolo de resistência e identidade no sul do Brasil.

Nota: A Guerra do Contestado é frequentemente esquecida nos livros escolares em comparação a Canudos, mas foi igualmente violenta e envolveu um território muito maior.

#MateandoACuriosidade 

#tusabia

EAST ... VOCÊ SABE O QUE É ?



EAST: O “Sol Artificial” Chinês e os Ensinamentos do Futuro

Enquanto o mundo ainda se aquece com as mesmas fogueiras antigas, a ciência resolveu olhar para o céu e perguntar:

E se pudéssemos criar um sol aqui na Terra?

Foi assim que nasceu o EAST — Experimental Advanced Superconducting Tokamak — conhecido popularmente como o “sol artificial chinês”.

Mas Papai Noel sempre diria: antes de brincar com o fogo, é preciso entender por que queremos acendê-lo.

🔬 O que é o EAST?

O EAST é um reator experimental de fusão nuclear, localizado na China.

Diferente das usinas nucleares tradicionais (que usam fissão, ou seja, quebram átomos), o EAST tenta fundir átomos, imitando o mesmo processo que acontece dentro do Sol.

Essa fusão gera enorme quantidade de energia, com pouquíssimos resíduos e sem emissão de gases do efeito estufa.

Em testes recentes, o EAST conseguiu manter temperaturas superiores a 100 milhões de graus Celsius, algo necessário para que a fusão ocorra.

🎯 Por que criar um “sol” na Terra?

Papai Noel responderia com três palavras: futuro, responsabilidade e sobrevivência.

Os principais motivos são:

🌍 Energia limpa e sustentável: praticamente inesgotável, sem depender de carvão, petróleo ou vento.

⚡ Alta eficiência energética: pequenas quantidades de combustível geram energia colossal.

♻️ Menor impacto ambiental: sem CO₂ e com resíduos muito menos perigosos que os da fissão nuclear.

🌱 Segurança energética global: menos disputas geopolíticas por recursos naturais.

A fusão não é apenas uma ambição científica — é uma tentativa de reparar os excessos do passado.

🧪 Para que isso pode ser útil?

Se a tecnologia for dominada, poderá:

Abastecer cidades inteiras por longos períodos

Reduzir drasticamente o aquecimento global

Substituir fontes poluentes

Transformar a relação da humanidade com a energia

É o tipo de presente que Papai Noel só entregaria a quem aprendesse a usá-lo com sabedoria.

⚠️ E os riscos?

Nem todo brilho é inocente.

Os principais desafios e riscos envolvem:

🧯 Controle extremo da temperatura: qualquer falha pode danificar o reator.

🧲 Complexidade tecnológica: campos magnéticos intensos precisam funcionar com precisão absoluta.

☢️ Produção de materiais ativados: ainda que menores, existem resíduos que exigem cuidado.

🌐 Uso geopolítico da tecnologia: quem dominar a energia do futuro, também detém poder.

O maior risco, no entanto, não é técnico — é ético: usar uma descoberta tão poderosa sem maturidade coletiva.

🎄 O ensinamento do Papai Noel

O EAST nos lembra que a humanidade está aprendendo a criar estrelas, mas ainda precisa aprender a cuidar do próprio planeta.

Tecnologia sem consciência vira destruição.

Ciência sem ética vira soberba.

Energia sem amor vira exploração.

Talvez o verdadeiro sol artificial não seja o que brilha a 100 milhões de graus,

mas aquele que acende responsabilidade, cooperação e humildade dentro de nós.

Porque, no fim, Papai Noel sabe:

o futuro não se constrói só com poder — mas com sabedoria.

Referência

Academia Chinesa de Ciências (ASIPP) – Resultados experimentais do reator EAST divulgados entre 2021 e 2023, sobre estabilidade de plasma e avanços em fusão nuclear controlada. Último teste realizado janeiro de 2026.


#SolArtificial

#EAST

#FusaoNuclear

#EnergiaLimpa

#CienciaEConsciência

#FuturoSustentavel

#TecnologiaComEtica

#EnsinamentosDoPapaiNoel

O Brasil na Batalha de Montese - 1945

 O Brasil na Batalha de Montese - Itália 


A Batalha de Montese foi um dos combates mais emblemáticos da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, ocorrendo entre os dias **14 e 17 de abril de 1945**, na região da Emilia-Romagna, no norte da Itália. Essa batalha teve grande importância estratégica, pois a conquista da cidade de Montese abriu caminho para a Planície do Pó, um ponto crucial para romper a resistência alemã na Itália. A cidade fazia parte da **Linha Gótica**, última grande linha de defesa dos nazistas no front italiano, e estava fortemente fortificada, tornando o combate especialmente difícil.


A Força Expedicionária Brasileira (FEB), única força latino-americana a lutar na Europa durante a guerra, desempenhou um papel central na batalha. Composta por cerca de **25 mil soldados brasileiros**, a FEB enfrentou intensos combates em Montese, com batalhas de casa em casa e bombardeios constantes. Apesar da forte resistência alemã, os brasileiros conseguiram tomar a cidade, contribuindo significativamente para o avanço dos Aliados rumo ao norte da Itália e para o enfraquecimento das forças nazistas. No entanto, a vitória teve um alto custo, com mais de **400 baixas brasileiras**, entre mortos, feridos e desaparecidos, sendo a maior perda sofrida pela FEB em uma única operação.


A conquista de Montese consolidou a importância do Brasil no esforço global para derrotar o nazifascismo e destacou a coragem e a determinação dos "pracinhas", como eram chamados os soldados brasileiros. O feito é lembrado tanto no Brasil quanto na Itália, onde há monumentos em homenagem aos brasileiros. A Batalha de Montese permanece como um marco na história militar do Brasil e um símbolo do compromisso do país com a luta pela liberdade e pela paz mundial. 


naimagem vemos uma Patrulha Brasileira - Ao Fundo a Cidade de Montese

O Peso da Autoridade e o Abuso da Cátedra

 


O gesto de uma estudante que, no auge de sua conquista, seleciona a quem estender a mão, é um reflexo silencioso de anos de convivência nos corredores acadêmicos. A cena descrita não é sobre falta de educação, mas sobre a aplicação prática de uma lição que não está nos livros: o respeito é uma via de mão dupla.

O Peso da Autoridade e o Abuso da Cátedra

No ambiente acadêmico, a figura do mestre carrega, por natureza, um peso de autoridade. No entanto, existe uma linha tênue — e frequentemente atravessada — entre a autoridade intelectual e o autoritarismo pessoal. Alguns professores, sob o manto de uma suposta "superioridade acadêmica", utilizam sua posição para exercer pequenos (ou grandes) abusos de poder sobre jovens que ainda estão descobrindo suas vozes.

O "mestre" que se sente superior é aquele que:

Ridiculariza a dúvida: Em vez de ver na pergunta uma oportunidade de ensino, utiliza-a para expor a vulnerabilidade do aluno.

Abusa da burocracia: Transforma regras em ferramentas de punição pessoal, dificultando caminhos por mera questão de ego.

Desumaniza o processo: Esquece que, por trás de um número de matrícula, existe um jovem lidando com pressões, ansiedades e sonhos.

O Respeito: Conquista vs. Imposição

A frase "O respeito deve ser conquistado, senhoras e senhores..." atua como um lembrete necessário. O diploma confere o título, mas o caráter é o que confere a dignidade da função. Muitos acadêmicos acreditam que o simples fato de ocuparem uma cadeira no topo da bancada lhes garante automaticamente a veneração dos alunos.

No entanto, o respeito verdadeiro não nasce do medo da reprovação ou da dependência de uma nota; ele nasce da admiração. Ele é fruto do professor que estende a mão para levantar o aluno, e não daquele que a usa apenas para apontar falhas.

Eu mesmo passei por 2 professoras que agiram assim: uma se dizia o funil da faculdade e mesmo sabendo e tendo justificativa de minhas faltas p de lo tratamento de um câncer e eu com nota acima da média me deixou para refazer um dos períodos de psicologia desenvolvimento infantil II, e ela mesmo havia passado por processo similar. A outra militante achou que indo a pedagoga da instituição dizendo que estava "preocupada" com minhas notas por isso aconselhava minha retirada do curso devido minhas notas e faltas por cirurgia cardíaca no semestre sofreu uma invertida quando pedi para a pedagoga que abrisse os arquivos e visse que a razão de rq infundada, e dom a professora militante não gostou que nossa turma não adaptou o texto clássico de Tartufo de Moliére para uso político da esquerda, coisa que ela faz repetidas vezes com seus alunos.

 Ambos os casos houve muito mais ideologias próprias que profissionalismo. 



Acerto de Contas Simbólico

Quando essa estudante cumprimenta apenas dois professores, ela está fazendo uma curadoria de afetos e justiça. Aqueles dois representam os mestres que, além de ensinar fórmulas ou teorias, ensinaram humanidade. Os outros, ignorados, recebem o silêncio como resposta aos seus abusos de condição.

A academia deveria ser o espaço da libertação pelo conhecimento, mas para muitos jovens, torna-se um campo de batalha contra egos inflados. Que o silêncio dessa estudante no palco sirva de reflexão para aqueles que ainda acreditam que o título de "doutor" ou "mestre" os coloca acima da ética e do respeito básico ao próximo.

O conhecimento passa, a técnica se atualiza, mas a forma como um professor faz um aluno se sentir durante o aprendizado fica registrada para sempre.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Valores

 


*Valores*

Isso aconteceu a um tempo atrás, estava andando numa rua movimentada aqui na capital Curitiba, encontro com um homem barbudo, sujo, maltrapilho, sendo enxotado da frente de uma loja por outro homem, vestido em finas roupas que sem piedade chutava o saco e o cobertor que haviam servido de cama ao mendigo na noite anterior.

Seguindo em frente e refletindo na cena vista, vi na calçada uma cédula de dois reais suja pisada, tomei-a e guardei. 

Fui tomar o ônibus, tentei pagar a passagem com R$ 50,00, porém o cobrador não tinha troco. Procurei na carteira; tinha uma moeda apenas, de um real, bem nova e bonita mas não dava o valor da passagem. Lembrei-me da cédula achada. O que ofereci ao rapaz a aceitou prontamente.

Conclusão: não importa a aparência do dinheiro, mas sim o valor.


Esta é a lei dos homens, para o dinheiro. E a lei de Deus para os homens, qual é?


Moisés já relata em Deuteronômio 10:17 e também em Atos 10:34, Romanos 2:11 e Tiago 2:9 é bem claro: se todavia, fazeis acepção (descriminação de pessoas cometeis pecado ... Não estou defendendo a mendicância. mas defendendo o principio de que devemos tratar todas as pessoas de maneira respeitosa e com igualdade. Pois Jesus morreu por todos.

Por mim, por ti, por aquele andarilho, por seu chefe, por seu empregado. Por todos. Se você ainda não crê nisso, ouça a voz de Cristo o chamar.


*Na cruz morri por ti que fazes tu por mim?*

Que podes fazer?

Entrega tua vida, teu coração e o teu pensar a Jesus. Aceita-O !

Como seu Salvador e Senhor, leia a Bíblia , procure se unir a uma igreja, tenha comunhão com os irmãos, ore e terás uma nova vida em Cristo.

Mudando as atitudes e o comportamento. Renascer em Jesus é isso, deixar o que era e ser uma pessoa nova. 


#ensinamentosdopapainoel 

#VALORES

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

André Rebouças


 #HojeNaHistória André Rebouças foi um dos grandes intelectuais e engenheiros do Brasil imperial, embora por muito tempo tenha sido marginalizado na narrativa histórica. Nascido em 13 de janeiro de 1838, filho de um ex-escravizado alforriado que se tornou conselheiro do Império, Rebouças destacou-se como engenheiro militar, participando de obras fundamentais de infraestrutura, como projetos de portos, ferrovias e sistemas de abastecimento de água. Atuou também na Guerra do Paraguai, onde ganhou reconhecimento técnico e prestígio, consolidando-se como uma das mentes mais brilhantes de sua geração.


Mais do que engenheiro, Rebouças foi um pensador social e político à frente de seu tempo. Abolicionista convicto, defendeu o fim imediato da escravidão e a inclusão econômica dos libertos por meio do acesso à terra e ao trabalho, ideias raras no Brasil do século XIX. Monarquista por convicção, viveu o exílio após a Proclamação da República, encerrando a vida de forma solitária.


Viveu no exílio e morreu em 9 de maio de 1898, em Funchal, na ilha da Madeira, em uma queda de um penhasco — morte geralmente interpretada por historiadores como su1cídio, resultado do abatimento emocional e do sentimento de exclusão. 


Deixou legado profundo de luta por justiça social, cidadania e modernização do país — ainda hoje essencial para compreender as contradições da história brasileira. 


#Rebouças #AndréRebouças #HistóriaDoBrasil #História #Brasil

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

A Revolta da Cabanagem...


 Revolta da Cabanagem — Quando o Povo Tomou o Poder no Pará (1835)


A Revolta da Cabanagem, iniciada em 6 de janeiro de 1835, foi um dos movimentos sociais mais intensos e violentos do período imperial brasileiro. O nome vem das “cabanas” onde vivia grande parte da população pobre da Amazônia — indígenas, mestiços, negros livres e trabalhadores marginalizados, que enfrentavam fome, exploração econômica e abandono político.

Em Belém, o levante cresceu até alcançar algo inédito na história do país: os cabanos tomaram o poder provincial, instalando governos populares por curtos períodos. Apesar disso, o conflito foi duramente reprimido pelo Império, resultando em dezenas de milhares de mortos e profundas transformações na organização social da região.

A Cabanagem é lembrada hoje como um episódio que expôs desigualdades estruturais e a distância entre elites políticas e a população amazônica. Mais que uma rebelião, foi a expressão de grupos que raramente apareciam nos registros oficiais, mas que influenciaram a formação histórica da região Norte e do próprio Brasil.


#curiosidadesdesvendadas #cabanagem #históriadobrasil #amazônia #pará

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

18 militares perderam suas vidas no Haiti!


 Em memória aos 18 militares do Exército Brasileiro que deram suas vidas na Missão de Paz no Haiti:


Coronel Emilio Carlos Torres dos Santos

Coronel João Eliseu Souza Zanin

Tenente-coronel Marcus Vinicius Macedo Cysneiros

Major Francisco Adolfo Vianna Martins Filho

Major Márcio Guimarães Martins

1º Tenente Bruno Ribeiro Mário

Subtenente Raniel Batista de Carmagos

2º Sargento Davi Ramos de Lima

2º Sargento Leonardo de Castro Carvalho

3º Sargento Rodrigo de Souza Lima

Cabo Douglas Pedrotti Neckel

Cabo Washington Luiz de Souza Seraphin

Cabo Ari Dirceu Fernandes Júnior

Soldado Tiago Anaya Detimermani

Soldado Antonio José Anacleto

Soldado Felipe Gonçalves Julio

Soldado Rodrigo Augusto da Silva

Soldado Kleber da Silva Santos


Honra, respeito e eterna gratidão.


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domingo, 11 de janeiro de 2026

Jam Sahib Digvijay Singhji e as 740 crianças

 


Quando 740 crianças foram condenadas ao mar e o mundo disse “não”, um homem disse “sim”.*

Era 1942.

No mar Arábico, um navio à deriva carregava 740 crianças polonesas — órfãs, sobreviventes de campos de trabalho soviéticos onde seus pais morreram de fome, doença e exaustão. Fugiram pelo Irã, mas encontraram outro impasse: ninguém as queria.

Porto após porto, ao longo da costa indiana, o Império Britânico fechou-lhes as portas.

“Não é nossa responsabilidade. Sigam adiante.”

A comida acabou. Os remédios também. A esperança tornou-se um risco.

Maria, de doze anos, segurava a mão do irmão de seis. Prometera à mãe, antes de morrer, que o protegeria. Mas como proteger alguém quando o mundo decide ignorá-lo?

A notícia chegou ao palácio de Navanagar, em Gujarat.

O governante era Jam Sahib Digvijay Singhji — um marajá sem exército, sem poder real sobre os portos, sem obrigação alguma de intervir.

Os conselheiros informaram:

— Setecentas e quarenta crianças estão presas no mar. Os britânicos recusaram abrigo.

Ele perguntou:

— Quantas?

— Setecentas e quarenta.

Após um silêncio breve, respondeu:

— Os britânicos controlam os portos. Não a minha consciência. Elas atracarão aqui.

Advertiram-no:

— Isso é desafiar o Império.


— Então enfrentarei.

A mensagem foi enviada:

“Vocês são bem-vindos aqui.”

Em agosto de 1942, o navio atracou sob o sol implacável. As crianças desceram exaustas, sem forças para chorar.

O marajá estava na doca. Vestido de branco, ajoelhou-se para ficar à altura delas e disse, por intérpretes:

— Vocês não são mais órfãos.

— Agora são meus filhos.

— Eu sou o vosso Bapu. Vosso pai.

Ele não construiu um campo de refugiados. Construiu um lar.

Em Balachadi, criou uma pequena Polônia: professores poloneses, comida familiar, músicas, aulas, jardins, uma árvore de Natal sob o céu tropical.

— O sofrimento tenta apagar quem vocês são — dizia.

— Aqui, sua língua, cultura e tradições viverão.

Durante quatro anos, aquelas crianças viveram como família. Não como refugiadas.

Ele lembrava nomes, celebrava aniversários, consolava perdas irreparáveis. Pagou médicos, professores, roupas e comida com recursos próprios.

Quando a guerra terminou, a despedida foi dolorosa. Balachadi era o único lar que haviam conhecido.

Hoje, essas crianças são médicos, professores, pais e avós. Na Polônia, praças e escolas levam o nome de Jam Sahib Digvijay Singhji. Ele recebeu as mais altas honrarias.

Mas seu verdadeiro monumento não é de pedra.


São 740 vidas.


E a história que elas ainda contam é simples:

quando o mundo fechou as portas,

um homem abriu os braços e disse:


“Eles são meus filhos agora".

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Sejais fortes, porque forte és



Se mesmo sendo fortes, otimistas, e conseguindo cumprir todas as nossas obrigações, ainda nos acontecem problemas e atrapalhos, pensemos no que seria a vida se fôssemos fracos.


Imaginemos o que seriam esses tropeços se fôssemos pessimistas. Eles assumiriam grandes proporções, abalariam os nossos nervos, fariam com que perdêssemos a razão e o norte.


Problemas todos têm. Para os fortes, confiantes e esperançosos, as dificuldades são treinamentos para melhoria de vida, perdendo sua intensidade. 


Contudo, os inevitáveis contratempos da vida, flagelam e castigam os fracos e vacilantes, tornando-os presas fáceis da inércia, do desespero e da infelicidade. 


Por isso, não permitamos que os problemas nos dominem. Se não estamos encontrando saída, tenhamos humildade e busquemos ajuda, a partir da nossa firme confiança em Deus, na nossa fé, na nossa esperança e tudo se encaminhará.


Nesta terça-feira, caminhemos firmes nos lembrando de que, é na hora dos problemas e das dificuldades que podemos e devemos mostrar quem somos.


Um forte abraço é Bom dia !!!


#papainoelabiliomachado #psicologiapastoral

domingo, 4 de janeiro de 2026

Ouro, Incenso e Mirra

 

OURO , INCENSO E MIRRA !

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Ouro , incenso e mirra, foi o que os líderes dos três continentes até então descobertos trouxeram! Era um inteligente simbolismo narrado por Mateus . 


Em outras palavras : Baltazar, Melchior e Gaspar , os povos brancos , os povos negros e os povos cor de jambo ofertaram suas vidas ao menino pobre que nascia naquela gruta . 


Será que foi isto mesmo ? 

 

Eu creio que foi . A narrativa era de esperança . O menino pobre veio para mudar o futuro . Três “ reis” magos ofereceram o que os humanos mais prezam: riqueza, poder e espiritualidade, mas isto não vem sem esforço nem trabalho e sabedoria !…

              ***

Quando penso nesse trecho de Mateus 2,11 e nos reis que “abriram seus cofres“ penso na TL Bíblica . 


Reis de todos os continentes abrindo seus cofres para uma família pobre emigrante e em trânsito , e buscando um lugar para um nascituro ! 

                 ***

Não há nada de capitalismo nessa narração . Era o começo do cristianismo ; três reis que abrem seus cofres para uma família pobre, sem meios termos ou busca de algo, apenas seguiram os sinais de seus estudos metafisicos.   

Releiam e releiam e verão tamanha profundidade em cada presente, em cada região a que pertenciam os magos/profetas.

Está música pode ajudá-los a entender..