sábado, 25 de janeiro de 2025

Investidura...

 As ordenanças da investidura incluem certas obrigações por parte do indivíduo, tal como o convênio e promessa de observar a lei da perfeita virtude e castidade, de ser caritativo, benevolente, tolerante e puro; de devotar tanto os talentos como os meios materiais à propagação da verdade e enaltecimento da humanidade; de manter dedicação à causa da verdade; e de procurar, por todos os meios, contribuir para a grandiosa preparação, a fim de que a Terra esteja pronta para receber seu Rei—o Senhor Jesus Cristo. Junto com cada convênio e aceitação de cada obrigação, é pronunciada uma promessa de bênção, dependendo da fiel observância das condições.


O Élder Boyd K. Packer disse: “Depois de entrardes no templo, receberdes vossa investidura e vos ajoelhardes diante do altar para serdes selados, podeis levar a vida simples de uma pessoa comum, lutando contra a tentação, cometendo erros e arrependendo-vos repetidas vezes, mas sempre com o firme propósito de cumprir vossos convênios. (…) Dia virá em que recebereis a bênção: ‘Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor’. (Mateus 25:21)”


Imagens do templo de Assuncion Paraguay















Celtas descobertos...

 


Um estudo recente analisou DNA antigo de 31 esqueletos descobertos em sete locais de sepultamento da elite no sudoeste da Alemanha, datados dos séculos VI a V a.C., para investigar possíveis relações biológicas que pudessem indicar a presença de dinastias da elite celta primitiva. 


Entre esses sepultamentos, destacou-se a Dama de Ditzingen-Schöckingen, adornada com joias de ouro.


A equipe de pesquisa descobriu uma relação significativa de segundo grau provavelmente entre um tio e um sobrinho, entre dois indivíduos do sexo masculino que compartilhavam ancestralidade materna.


 Esses homens foram enterrados em montes funerários vizinhos e eram excepcionalmente altos para a época, medindo cerca de 1,80 metro. 

Essa descoberta sugere que os celtas primitivos estavam entre os homens mais altos da Alemanha da Idade do Ferro.


A altura desses indivíduos aponta não apenas para fatores genéticos, mas também para possíveis benefícios de uma boa nutrição naquele período.


 O estudo indica que esses membros da elite podiam ter acesso a melhores recursos, contribuindo para sua impressionante estatura. 


As descobertas não apenas lançam luz sobre as relações biológicas dentro das sociedades celtas primitivas, mas também sugerem as vantagens sociais e nutricionais que a elite podia desfrutar na Idade do Ferro na Alemanha. 


#celtas #idadedoferro

Mãe é quem fica...

 



Mãe é quem fica. Depois que todos vão. Depois que a luz apaga. Depois que todos dormem. Mãe fica.

Às vezes não fica em presença física. Mas mãe sempre fica. Uma vez que você tenha um filho, nunca mais seu coração estará inteiramente onde você estiver. Uma parte sempre fica.

Fica neles. Se eles comeram. Se dormiram na hora certa. Se brincaram como deveriam. Se a professora da escola é gentil. Se o amiguinho parou de bater. Se o pai lembrou de dar o remédio.

Mãe fica. Fica entalada no escorregador do espaço kids, pra brincar com a cria. Fica espremida no canto da cama de madrugada pra se certificar que a tosse melhorou. Fica com o resto da comida do filho, pra não perder mais tempo cozinhando.

É quando a gente fica que nasce a mãe. Na presença inteira. No olhar atento. Nos braços que embalam. No colo que acolhe.

Mãe é quem fica. Quando o chão some sob os pés. Quando todo mundo vai embora. Quando as certezas se desfazem. Mãe fica.

Mãe é a teimosia do amor, que insiste em permanecer e ocupar todos os cantos. É caminho de cura. Nada jamais será mais transformador do que amar um filho. E nada jamais será mais fortalecedor que ser amado por uma mãe.

É porque a mãe fica, que o filho vai. E no filho que vai, sempre fica um pouco da mãe : em um jeito peculiar de dobrar as roupas. Na mania de empilhar a louça só do lado esquerdo da pia. No hábito de sempre avisar que está entrando no banho. Na compaixão pelos outros. No olhar sensível. Na força pra lutar.

No coração do filho, mãe fica.


sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

John Langdon Down - A Síndrome de Down


 A SÍNDROME DE DOWN deve seu nome a John Langdon Down, um médico britânico que foi o primeiro a classificar essa condição em 1866. John Langdon Down começou sua carreira como médico-chefe de Earlswood, uma instituição para pessoas com deficiência intelectual e de desenvolvimento.


Antes de trabalhar em Earlswood, John Down não tinha experiência em cuidar de pessoas com esse tipo de deficiência, mas algo nelas despertava seu interesse. 

 Ele listou com clareza as características físicas similares que observou em alguns filhos de mães acima de 35 anos de idade, descrevendo as crianças como “amáveis e amistosas”. Influenciado pela Teoria da Evolução de Charles Darwin, o médico explicou a síndrome estabelecendo uma teoria étnica, sugerindo ser a síndrome um “estado regressivo da evolução”.


Apesar dessa visão equivocada, ele via o valor e a humanidade dessas pessoas em uma época em que muitos não o faziam. Ele genuinamente gostava de estar perto delas e ficava indignado com a forma como eram tratadas: punições corporais eram comuns, a higiene era precária, as taxas de mortalidade eram altas e não havia nada de agradável ou significativo na vida dos pacientes.


Dr. John Down insistiu em mudanças. Ele contratou novos funcionários, exigiu cuidados e higiene adequados, proibiu castigos e ofereceu atividades como artesanato e passatempos para seus pacientes.


Além disso, ele tirou lindos retratos dos pacientes, vestindo-os com suas melhores roupas e posando-os de forma digna. Ele usou essa coleção de mais de 200 fotos para apoiar sua descrição clínica da síndrome de Down, destacando as características físicas que observou, bem como outras informações clínicas.


Em 1868, ele comprou uma grande mansão para abrigar pessoas com síndrome de Down. Em vez de transformá-la em uma "instituição", garantiu que a mansão atendesse aos mais altos padrões de conforto e higiene. Todas as pessoas levadas para lá receberam educação particular. Elas foram ensinadas a andar a cavalo, a praticar jardinagem e a fazer artesanato. Também receberam espaços para atividades criativas. O Dr. John Down mandou construir um pequeno teatro como anexo à mansão.


Essa mansão foi chamada de Normansfield e ainda hoje está de pé no Reino Unido. Atualmente, é conhecida como The Langdon Down Center e Teatro Normansfield.


O nome “Down” não tem relação com atrasos, predisposições ou prognósticos associados à síndrome, mas simplesmente homenageia um médico com uma sensibilidade extraordinária.

O Santo Sudario de Turin...


 A imagem do Sudário de Turim, um processo natural, precede o processo de fotografia da impressão de clorofila que é semelhante ao raio-X com menos isótopos radioativos envolvidos. No entanto, isto requer concentração de íons e branqueamento de luz pois ocorre quando um fóton tem energia suficiente para libertar completamente um elétron do seu átomo. Tal processo é agora usado como um processo fotográfico alternativo para fazer Micro-Impressão para dispositivos eletrónicos... A ciência por trás do processo de impressão clorofila é a seguinte: o branqueamento ocorre quando um fóton tem energia suficiente para libertar completamente um elétron do seu átomo, tornando-se um íon com uma carga positiva líquida. Maior intensidade de luz é igual a uma maior concentração de íons, resultando em uma superfície que tem a capacidade de reagir com o oxigénio do ar. Esta reação causa o branqueamento da superfície. É importante lembrar que os Processos de Clorofila foto-branqueamento funcionam devido à fotossensibilidade nas folhas (Clorofila-a) e nas flores e vegetais (Flavonoides), respectivamente. Assim, sem a intensidade da luz, o processo não ocorreria como época do ano, bem como as diferenças naturais na concentração de materiais orgânicos fotossintéticos entre espécies e espécimes terão um efeito nos resultados....

No terceiro dia após a sua morte e sepultamento, Jesus foi ressuscitado corporalmente do túmulo. A Sua ressurreição iluminou o mundo como o sol.

A águia e a menina cega !

 


A ÁGUIA E MENINA CEGA


1. A MONTANHA E SEU SILÊNCIO


O vento sussurrava entre os pinheiros da montanha, levando consigo os ecos de um mundo distante. Sofia, uma menina de 8 anos, estava sozinha. Sua cegueira não era o único peso que carregava; tinha sido abandonada por aqueles que a deveriam proteger. Enrolada em um cobertor raído, o seu corpo pequeno tremia com cada rajada gelada.


A montanha parecia indiferente, mas não estava deserta. Sobrevoando os picos de neve, uma águia careca observava o panorama. Majestosa e poderosa, tinha testemunhado a dureza da vida, mas aquela figura minúscula, sentada à beira da ravina, capturou sua atenção.


A águia, que os moradores chamavam Falcão por seu tamanho e acuidade, desceu lentamente. Com uma batida suave, aterrissou a poucos metros de Sofia. Ela virou a cabeça sentindo o vento provocado pelas asas, mas não mostrou medo.


"Quem está aí? " murmurou a menina, sua voz apenas um sussurro na imensidão. Falcão, claro, não podia responder, mas o instinto dele o empurrou a aproximar-se.


2. UM ENCONTRO INESPERADO


Falcão deu alguns passos em direção a Sofia, seu olhar fixo nela, como se pudesse entender sua fragilidade. A menina estendeu a mão com cautela, sentindo o ar, e a águia, surpreendentemente, não se afastou. Em um ato que desafiou a própria natureza, Sofia conseguiu tocar as penas macias do seu peito.


"Você é um anjo? " perguntou com um vislumbre de esperança na sua voz. Para ela, o calor que emanava de Falcão era uma resposta. O pássaro abaixou a cabeça, como se entendesse o seu desespero.


A noite começou a cair e a temperatura baixou ainda mais. Falcão, em um movimento quase instintivo, abriu uma das suas asas e colocou-a em volta da menina. Aquela imagem era algo que nenhum humano teria acreditado possível: uma águia cuidando de uma criança cega.


Enquanto a escuridão envolvia a montanha, Sofia adormeceu, segura pela primeira vez em dias. Hawk ficou acordado, vigiando os arredores, protegendo-a como se fosse sua cria.


3. A TRAVESSIA PARA O VALE


Ao amanhecer, Sofia acordou com o canto das aves. Embora não pudesse ver, sabia que o mundo estava vivo ao seu redor. Falcão, inquieto, começou a caminhar em direção a um caminho. A menina, como se compreendesse a intenção do pássaro, levantou-se e seguiu-o, seus pezinhos apertando o chão.


O caminho era difícil, cheio de pedras e galhos. Sofia tropeçava muitas vezes, mas sempre que caía, Hawk esperava pacientemente, emitindo um leve som, como se a encorajasse a continuar.


Em um momento, ao chegar a uma clareira, Falcão deixou escapar um grito agudo. Do alto, outras águias responderam. Era como se estivesse a pedir ajuda. Momentos depois, um bando de pássaros começou a sobrevoar a área, guiando Sofia para o vale.


A viagem durou horas, mas ao cair da tarde, Sofia ouviu algo que a fez acelerar o passo: o murmúrio de um rio e vozes humanas à distância.


4. O MILAGRE NA CIDADE


Quando Sofia chegou à beira da cidade, as pessoas ficaram paralisadas ao ver a cena: uma menina cega, guiada por uma águia e seguida por outras aves. A imagem era quase sobrenatural.


Um homem, Andrés, 42 anos, correu para ela. "Estás bem, pequena? " perguntou, ajoelhando-se diante dela. Sofia sorriu pela primeira vez em dias.


"Estou bem graças a Hawk", respondeu, apontando para o pássaro, que agora estava pousada em uma rocha próxima. Andrés levantou os olhos para a águia, impressionado. Era como se o pássaro entendesse tudo o que estava acontecendo.


Os habitantes da aldeia, comovidos com a história de Sofia, decidiram cuidar dela. Ela foi acolhida por Clara, uma mulher de 50 anos que tinha perdido a filha anos atrás. Clara levou-a para casa, e a partir desse momento, Sofia encontrou não apenas um lar, mas uma família que a amava.


5. UM NOVO COMEÇO


Meses depois, a história de Sofia e Falcão tornou-se uma lenda. A águia continuava visitando-a, posando na árvore em frente à sua janela, como se quisesse ter certeza de que ela estava bem.


Com o tempo, Sofia aprendeu a se adaptar à sua cegueira. Andrés, que acabou por ser um músico, ensinou-o a tocar guitarra. Clara lia-lhe livros e ensinava-lhe sobre o mundo através das palavras.


Um dia, enquanto tocava uma melodia em frente à cidade, Hawk apareceu mais uma vez, lançando um grito que ecoou nas montanhas. Para Sofia, aquele som não era apenas um chamado; era uma promessa de que eu nunca estaria sozinha.


A menina abandonada encontrou numa montanha gelada o calor de um protetor improvável e, em uma pequena cidade, um amor que curou todas as suas feridas.


FIM 


#contacaodehistoria #ensinamentosdopapainoel 

terça-feira, 21 de janeiro de 2025

Reflexão sobre o uso do tempo!




 *REFLEXÃO SOVRE O USO DO TEMPO.*


Reservemos um tempo para nós, outro para a nossa família e um terceiro para os nossos amigos. Esta prática evita os desgastes físicos, quando o mais devastador é o mental.


De todas as partes, podemos repor rapidamente o que perdemos, mas quase sempre subestimamos a importância do descanso que devemos dar à mente.


De acordo com a própria Bíblia, "ninguém pode servir a dois senhores". Quando dedicamos excessivo tempo ao trabalho, por exemplo, é certo que vamos negligenciar outras necessidades, por falta de tempo ou por esgotamento físico.


Da mesma forma que, por hábito ou obrigação, temos hora para acordar, trabalhar, almoçar, etc., podemos incluir na agenda do dia, além do trabalho, um pequeno tempo para uma atividade física, qualquer que seja, um tempo para um bate papo com a família ou um encontro com os amigos.


O trabalho é importante para o sustento e crescimento, mas cuidado, pois, a maior recompensa do nosso trabalho não é o salário, mas aquilo em que ele nos transforma. Relaxemos nossa mente, para usá-la mais e melhor.


A nossa mente precisa de férias também. Se não pudermos viajar, vamos ao cinema; se não ao cinema, leiamos um livro. Estas práticas, além de afastarem nossa mente dos problemas e compromissos, poderão assegurar uma melhor qualidade de vida.


Lembremos que "Se o futuro nos preocupa em demasia e o passado nos aprisiona, o presente nos escapa. Por isso, uma vez ou outra, decidamos "perder" um pouco de tempo". E, ainda, mais vale desfrutar a sobrevivência do que simplesmente sobreviver.


Que saivamos usufruir da nossa sobrevivência, com muita alegria e muita paz. Nós merecemos!


Paz profunda 

✌️🙏🙌🎅