terça-feira, 30 de junho de 2026

Para seu dia

 *Bom dia!!!*



_*Não deixe as frustrações dominarem você, domine-as. Não crie expectativas, pois é o caminho mais curto para a frustração. Faça dos erros uma oportunidade para crescer, porque na vida, continua errando quem não sabe lidar com seus fracassos e a bem da verdade só erra quem tenta fazer alguma coisa, tente, errar é apenas uma das possibilidades, você tem chance de acertar, de aprender, de consertar, de mudar e continuar sempre..*_


*Bora ralar em busca de satisfação.*


*#papainoelabiliomachado*

Antoine Saint Exupéry

 






📚✨ Há 126 anos nascia Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944), o escritor-piloto que ensinou o mundo a ver com o coração. Autor do intemporal “O Principezinho“, foi também aviador, jornalista e aventureiro — um verdadeiro viajante da alma humana.


🛫 Exupéry não foi apenas autor de metáforas: desafiou os céus como piloto da Aéropostale, ajudou a desbravar rotas aéreas pela África e América do Sul, e sobreviveu a acidentes que o inspiraram a escrever obras como Voo Noturno e Terra dos Homens.


📖 Em 1943, exilado nos EUA e desiludido com o mundo dos adultos, deu vida ao seu “menino de cabelos dourados” vindo do asteroide B612. “O Principezinho“ tornou-se um clássico da literatura universal, traduzido em mais de 500 idiomas e dialetos.


💔 Em 1944, desapareceu no céu durante uma missão de reconhecimento. Como o seu príncipe, não deixou corpo — apenas memória, poesia e mistério. O seu avião só seria encontrado décadas depois, no mar Mediterrâneo.


🌟 Hoje recorda-se o homem que nos ensinou que “o essencial é invisível aos olhos”. E lembra-se que, em tempos difíceis, a amizade, a ternura e o sonho continuam a ser faróis no deserto do mundo.


#AntoineDeSaintExupéry #OPrincipezinho

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Cordões da Inclusão

 


Ho-ho-ho, companheiros de barba branca! 🎅🎄

O Natal é a época mais mágica do ano, mas para muitas crianças e famílias, a fila para ver o Papai Noel pode ser um desafio enorme. Hoje em dia, os Cordões da Inclusão são ferramentas essenciais para identificar necessidades específicas que não conseguimos ver de cara.

Como bons "Papais Noeis", nosso papel é entender o que cada cor significa para adaptar nossa abordagem e garantir que o encontro com o Bom Velhinho seja inesquecível e sem traumas.

Confira o guia rápido de como agir com cada um:

🌻 Cordão Girassol – Deficiências Ocultas

O que é: Identifica deficiências que não são fisicamente evidentes (como condições crônicas ou deficiências cognitivas).

Dica para o Noel: Não julgue se a criança parecer "impaciente" ou se os pais pedirem um atendimento prioritário. Ofereça um sorriso acolhedor e dê tempo para a criança se aproximar.

🟦 Cordão Azul – Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Principais características: Dificuldade na interação social, sensibilidade a barulhos e quebra de rotina.

Dica para o Noel: Evite falar muito alto ou fazer movimentos bruscos. Nem todo autista gosta de ser abraçado; espere a iniciativa da criança. Se ela não olhar nos seus olhos, está tudo bem!

🟪 Cordão Roxo – Epilepsia

Principais características: Condição neurológica que pode gerar crises convulsivas, muitas vezes gatilhadas por estresse, calor ou estímulos luminosos.

Dica para o Noel: Mantenha o ambiente calmo. Evite usar brinquedos com luzes piscantes muito fortes diretamente no rosto da criança e garanta que ela esteja confortável.

🟨 Cordão Amarelo – Deficiência Intelectual ou Múltipla

Principais características: Limitações nas funções intelectuais e no comportamento adaptativo (comunicação, cuidado pessoal, etc.).

Dica para o Noel: Use frases curtas, claras e uma linguagem bem simples. Seja muito afetuoso e respeite o ritmo de compreensão da criança.

🟥 Cordão Vermelho – Dificuldades de Comunicação

Principais características: Pessoas não-verbais, com gagueira severa, apraxia da fala ou outras barreiras na comunicação oral.

Dica para o Noel: Não force a criança a falar "o que quer de Natal". Use cartões com desenhos se tiver, sorria, use gestos leves e interaja pelo olhar e pela expressão corporal.

🟩 Cordão Verde – Ansiedade

Principais características: Coração acelerado, medo excessivo do desconhecido, timidez extrema ou travamento diante do Noel.

Dica para o Noel: Nunca force a criança a sentar no seu colo. Abaixe-se até a altura dela, fale com uma voz mansa e tranquila e diga que ela está segura ali.

🟧 Cordão Laranja – TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)

Principais características: Inquietação motora, impulsividade e grande dificuldade de esperar em filas longas.

Dica para o Noel: Seja dinâmico! Chame a atenção da criança de forma alegre, seja breve nas interações se perceber que ela quer se mover e evite dar broncas por ela estar "agitada".

🌸 Cordão Rosa – Sensibilidade Sensorial

Principais características: Incômodo extremo com texturas (como o veludo da roupa ou a textura da barba), cheiros fortes (perfumes) ou sons (músicas natalinas altas).

Dica para o Noel: Se a criança demonstrar aflição, não insista no toque físico. Deixe que ela fique a uma distância confortável e abaixe o tom da voz para um sussurro acolhedor.

✨ Noel de verdade é aquele que espalha amor sem distinção. Vamos espalhar esse conhecimento nos nossos grupos e fazer um Natal mais inclusivo para todos! 🎁❤️

#PapaiNoel #NatalInclusivo #CordõesDaInclusão #InclusãoSocial #NoelDeVerdade #Acessibilidade

sábado, 27 de junho de 2026

Efésios 1:3-14 Bendito o Deus e Pai



Para seu dia.

Você 🫵Efésios 1:3-14 

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, que Deus derramou abundantemente sobre nós em toda a sabedoria e prudência, desvendando-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito que propusera em Cristo, de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu como as da terra; nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade, a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo; em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, até ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória.

Em nome de Jesus Cristo receba esta mensagem e use seu discernimento para o aprendizado. 

Paz profunda ✌ 🙏 🙌 🎅 🎅Abilio Machado🎅



quinta-feira, 25 de junho de 2026

Pérolas aos Porcos


Pérolas aos Porcos


Há uma expressão que atravessou séculos e continua desconcertantemente atual: "não lançar pérolas aos porcos". Ela nasce das palavras de Jesus, registradas em Mateus 7:6:


"Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem."


À primeira vista, o texto pode parecer duro. Contudo, sua intenção não é ensinar desprezo pelas pessoas, mas discernimento sobre onde investimos aquilo que temos de mais precioso.


As pérolas representam tudo aquilo que possui valor: a sabedoria adquirida com lágrimas, a sensibilidade da arte, o conhecimento construído com esforço, a confiança oferecida a alguém, o amor sincero, a fé amadurecida e até o tempo, esse bem que jamais recuperamos.


Os porcos, por sua vez, não simbolizam pessoas inferiores, mas aqueles que, naquele momento da vida, são incapazes de reconhecer o valor do que recebem. Para um porco, uma pérola não passa de uma pedra. Ele não distingue seu brilho, sua raridade ou seu preço. Pior ainda: pode pisoteá-la e, sentindo-se incomodado, voltar-se contra quem a ofereceu.


A psicologia ensina que cada pessoa só consegue acolher aquilo para o qual está emocionalmente preparada. Não adianta oferecer maturidade a quem escolheu permanecer na superficialidade, nem entregar confiança a quem fez da deslealdade um hábito. Quando insistimos nisso, frequentemente transformamos generosidade em frustração.


A teologia complementa esse pensamento ao mostrar que até Jesus sabia discernir quando falar, quando silenciar e quando simplesmente seguir caminho. Nem todos estavam prontos para ouvir. Nem todos desejavam compreender. O Reino de Deus jamais foi imposto; ele sempre foi apresentado àqueles que tinham ouvidos para ouvir.


Talvez uma das maiores demonstrações de sabedoria espiritual seja compreender que nem todo terreno está pronto para receber sementes, assim como nem toda pessoa está preparada para receber pérolas.


Isso não significa endurecer o coração, tornar-se arrogante ou deixar de amar. Significa apenas aprender que amor também é discernimento. Há momentos em que proteger aquilo que Deus confiou às nossas mãos é um ato de responsabilidade.


Se alguém não valoriza sua amizade, sua dedicação, sua arte, sua escuta, sua experiência ou sua presença, talvez o problema não esteja na qualidade da pérola, mas na incapacidade de quem a recebeu de reconhecer seu valor.


Existem pessoas que olharão para uma pérola e enxergarão apenas uma pedra. Outras, porém, verão nela um tesouro.


Por isso, não desperdice aquilo que há de mais precioso em você tentando convencer quem decidiu permanecer cego ao seu brilho. Guarde suas pérolas para aqueles que sabem contemplar sua beleza, honrar seu valor e agradecer pelo privilégio de recebê-las.


Porque Deus não nos chamou para desperdiçar tesouros, mas para administrá-los com sabedoria.


Referência bíblica: Mateus 7:6.


Referência bibliográfica:

Machado de Lima Filho, Abilio. Campo Largo: Produção independente, 2026.


Contato:

📞 (41) 99845-1364 | (41) 99635-3923

📷 Instagram: @psicoterapeutaabiliomachado

Um belo dia...


 Bom dia, meu amigo (a), tomo a liberdade de chamá-los de irmãos !


Hoje é mais um dia, um dia do senhor, o dia de celebrar a vida e agradecer pelas bênçãos recebidas. Hoje é um dia especial, um dia de paz, de amor e de fé. 

Hoje é um dia de renovação, de esperança e de alegria.

Aproveite esse dia para se conectar com Deus, que é o seu criador e protetor. Aproveite esse dia para se conectar com você mesmo, que é o seu maior tesouro e potencial. Aproveite esse dia para se conectar com os outros, que são os seus irmãos e amigos.


Faça desse dia um dia memorável, um dia de realizações e conquistas, porém realizações e conquistas para o seu Senhor e Deus e não para seu ego inflar. 

Faça desse dia um dia feliz, um dia de sorrisos e abraços, um dia de colheita de mais ovelhas perdidas e as traga para a Casa do Senhor. 

Faça desse dia um dia abençoado, um dia de graças e milagres.

Você é uma pessoa iluminada, que tem uma luz própria e brilhante. Você é uma pessoa amada, que tem um coração generoso e bondoso. Você é uma pessoa incrível, que tem um talento único e admirável.

Eu desejo a você um dia maravilhoso, cheio de surpresas boas e momentos inesquecíveis. Eu desejo a você um dia produtivo, cheio de oportunidades e desafios. Eu desejo a você um dia abençoado, cheio de Deus e de felicidade.


Um grande abraço do seu amigo/irmão 


Papai Noel Abilio Machado 


#bomdia #diadosenhor #diadecomunhao #Sejaluzaomundo 

sábado, 20 de junho de 2026

Promessa de amigos...+ de 50 anos depois.

 


Em meio ao caos da Guerra do Vietnã, William H. Cox e James “Hollie” Hollingsworth criaram uma amizade que duraria a vida inteira. Os dois serviram juntos no Esquadrão VMO-2 dos Fuzileiros Navais e voaram mais de 200 missões a bordo do mesmo helicóptero Huey.


Na véspera de Ano Novo, enquanto estavam abrigados em um bunker na Marble Mountain sob intenso ataque inimigo, fizeram um pacto. Se sobrevivessem à guerra, manteriam contato todos os os anos pelo resto da vida.


Os dois cumpriram a promessa por quase cinco décadas. Mesmo vivendo a milhares de quilômetros de distância, nunca deixaram de se falar no dia 31 de dezembro.


Quando a saúde de Hollingsworth começou a piorar, Cox viajou da Carolina do Sul até a Geórgia para se despedir do amigo. Nesse encontro, Hollingsworth fez um último pedido: que Cox ficasse de guarda ao lado de seu caixão e realizasse seu discurso de despedida.


Em 20 de outubro de 2017, aos 83 anos, William H. Cox vestiu seu uniforme de gala dos Fuzileiros Navais e permaneceu em posição de guarda ao lado do caixão do amigo, cumprindo uma promessa feita quase 50 anos antes em um bunker durante a guerra.


Ao encerrar seu emocionante discurso no funeral, Cox repetiu pela última vez a frase que os dois sempre usavam ao se despedir: “Hollie, você continua voando, e eu continuarei atirando.”

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Sou idiota - um caso escolar.

 


Um aluno colou nas costas de um colega um papel que dizia "sou idiota". Pediu ao resto da turma para não dizer nada. Passaram o dia a rir do colega.


Mais tarde, na aula de Matemática o professor escreveu num quadro uma equação difícil. Ninguém foi capaz de responder, exceto aquele aluno "idiota". Levantou-se e foi ao quadro enquanto todos riam e gozavam baixinho.


Ele não percebia porquê, mas resolveu a equação.


O professor pediu à turma toda para aplaudir a resposta certa e tirar o papel das costas dele.


Depois disse: "Parece que não sabias que tinhas um papel colado nas costas. E ninguém te disse nada, certo?".


A seguir, olhou para a turma e disse: "Vou ensinar-vos duas coisas. Ao longo da Vida, vão colocar-vos rótulos nas costas com coisas feias para impedirem o vosso progresso. Se ele soubesse do papel nas costas, não


tinha ido ao quadro resolver o problema. Tudo o que tens a fazer é ignorar os rótulos que as outras pessoas te dão. Usa todas as oportunidades que tens para progredir, aprender e melhorar".


A segunda lição da história?


"Claramente, não há aqui nenhum amigo leal com coragem para falar do papel. Não importa quantos amigos tens. É a lealdade entre ti e os teus amigos que importa".

Que história poderosa e inspiradora!


Essa história nos ensina duas lições valiosas:


## Lição 1: Ignore os rótulos negativos


As pessoas podem tentar nos colocar rótulos negativos para nos impedir de alcançar nossos objetivos. Mas é importante lembrar que esses rótulos não definem quem somos ou o que somos capazes de fazer. Devemos ignorar esses rótulos e focar em nossas habilidades e potencial.


## Lição 2: A lealdade é mais importante do que a quantidade de amigos A história também nos mostra que a lealdade e a coragem de nossos amigos são mais importantes do que a quantidade de amigos que temos. Um amigo leal é aquele que nos apoia e nos defende, mesmo quando é difícil.


Essa história é um lembrete importante para todos nós, especialmente em um mundo onde as opiniões e os julgamentos dos outros podem ser cruéis e devastadores. Devemos sempre lembrar de que somos mais fortes do que pensamos e que a lealdade e o apoio de nossos amigos verdadeiros devem ajudar... E não se omitir !

— "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim" - Uma análise

 Do ponto de vista psicoteológico, a frase de Jesus em Evangelho de João — "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim" — pode ser compreendida não apenas como uma declaração religiosa, mas também como uma profunda descrição do desenvolvimento humano, da busca por sentido e da transformação da consciência.


O Caminho: a jornada da integração


Na psicologia, o ser humano frequentemente vive fragmentado entre desejos, medos, máscaras sociais e feridas emocionais. Quando Jesus afirma ser "o caminho", ele não está apenas apontando uma direção geográfica para Deus, mas oferecendo um modelo existencial.


Psicoteologicamente, Cristo representa o percurso da integração da personalidade. Seu exemplo convida a pessoa a atravessar o orgulho, o egoísmo, a culpa e o medo para encontrar uma identidade mais autêntica. O caminho não é apenas seguir regras; é permitir que a alma amadureça.


Em outras palavras: Jesus não mostra apenas o caminho. Ele encarna o próprio processo de transformação humana.


A Verdade: o encontro com quem realmente somos


A psicologia demonstra que grande parte do sofrimento nasce da negação da realidade. Criamos defesas, justificativas e ilusões para evitar dores internas.


Quando Jesus diz "Eu sou a verdade", podemos compreender que Ele representa a coragem de olhar para a realidade sem máscaras.


A verdade de Cristo não é apenas um conjunto de doutrinas. É uma experiência de autenticidade. Diante dela, somos convidados a reconhecer nossas fragilidades, limitações e potencialidades.


Somente quando abandonamos as mentiras que contamos a nós mesmos é que podemos crescer emocional e espiritualmente.


A verdade, nesse sentido, não humilha. Ela liberta.


A Vida: mais do que existir


Muitas pessoas sobrevivem, mas poucas realmente vivem.


Na perspectiva psicoteológica, "vida" significa plenitude. É a união entre corpo, mente, emoções e espírito. É o estado no qual o indivíduo encontra propósito, pertencimento e significado.


Jesus apresenta uma vida que transcende a mera sobrevivência biológica. Trata-se de uma existência reconciliada consigo mesma, com os outros e com Deus.


Quando alguém vive apenas para o consumo, para a aparência ou para a aprovação alheia, pode estar biologicamente vivo, mas espiritualmente vazio.


Cristo oferece uma vida que produz sentido.


"Ninguém vem ao Pai senão por mim"


Talvez esta seja a parte mais mal compreendida da passagem.


Psicoteologicamente, o "Pai" pode simbolizar a fonte última do ser, a plenitude, a reconciliação e o amor absoluto.


Jesus afirma que ninguém chega a essa plenitude sem atravessar aquilo que Ele representa: amor, verdade, humildade, perdão, compaixão e entrega.


Não se trata apenas de pronunciar um nome, mas de passar por um processo interior.


É como se dissesse:


> "Ninguém alcança a maturidade espiritual sem percorrer o caminho da verdade, do amor e da transformação que Eu personifico."




Reflexão final


Quando Jesus declara ser o caminho, a verdade e a vida, Ele oferece uma resposta simultaneamente espiritual e psicológica para a grande inquietação humana:


Perdido? Eu sou o caminho.


Confuso? Eu sou a verdade.


Vazio? Eu sou a vida.



A psicologia procura compreender a alma ferida. A teologia aponta para sua origem e destino. Em Cristo, essas duas perspectivas se encontram: o ser humano é chamado a tornar-se inteiro.


Como costumo dizer:


_"Há pessoas que passam a vida procurando atalhos para a felicidade. Jesus, porém, não ofereceu atalhos. Ofereceu um caminho. E todo caminho verdadeiro exige coragem para abandonar as máscaras, abraçar a verdade e finalmente aprender a viver."_

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Sócrates sobre a amizade: “Um amigo deve ser como o dinheiro; antes de precisar dele, você precisa saber o seu valor.”

 


Sócrates sobre a amizade:

 “Um amigo deve ser como o dinheiro; antes de precisar dele, você precisa saber o seu valor.”

Sócrates sobre a amizade: “Um amigo deve ser como o dinheiro; antes de precisar dele, você precisa saber o seu valor.”

O filósofo grego direcionava seus questionamentos para as virtudes morais que sustentavam a convivência social na Grécia Antiga.


Muitas pessoas sofrem com decepções profundas porque investem sentimentos em relações superficiais sem compreender a real natureza dos seus vínculos. Compreender a lógica do filósofo exige analisar como o valor da amizade se estabelece na alma humana antes das dificuldades surgirem.


Como Sócrates enxergava as relações humanas?

O filósofo grego direcionava seus questionamentos para as virtudes morais que sustentavam a convivência social na Grécia Antiga. Ele defendia que os indivíduos deveriam buscar a sabedoria de forma conjunta através do diálogo honesto e reflexivo. Desse modo, o valor da amizade não residia na utilidade momentânea, mas na busca mútua pela evolução espiritual e intelectual.


A maioria das conexões mundanas costuma desmoronar diante do primeiro sinal de escassez material ou crise emocional. O pensador criticava duramente as uniões baseadas em interesses egoístas e vaidades passageiras do cotidiano. Por isso, a verdadeira parceria exige um exame racional prévio sobre o caráter do companheiro escolhido.

Por que devemos avaliar os vínculos antes da necessidade?

Testar a lealdade de um companheiro nos momentos de desespero representa um erro estratégico que gera sofrimento evitável. O indivíduo prudente analisa as atitudes cotidianas para identificar quem realmente possui nobreza nas ações diárias. Assim, estabelecer o valor da amizade na calmaria garante proteção psicológica durante as inevitáveis tempestades da vida.


A analogia com a moeda revela a importância de reconhecer a autenticidade dos afetos antes de realizar qualquer troca emocional profunda. Companheiros falsificados perdem o poder de sustentação quando o destino exige sacrifícios reais de ambas as partes. O autoexame contínuo ajuda a separar os bajuladores oportunistas dos aliados legítimos que enriquecem nossa existência.


Como a filosofia clássica nos ensina a cultivar conexões reais?

A sabedoria antiga fornece diretrizes claras para pavimentar o caminho das relações duradouras baseadas na virtude ética. Os discípulos do pensamento socrático aplicavam critérios rigorosos de convivência para proteger a integridade do grupo. O aprendizado histórico detalha os pilares necessários para a construção de laços afetivos inabaláveis:

Praticar a honestidade brutal nos diálogos diários sobre falhas humanas.

Buscar o crescimento intelectual compartilhado através de debates enriquecedores.

Demonstrar apoio silencioso sem esperar recompensas financeiras ou elogios públicos.

Manter a consistência moral mesmo diante das pressões externas da sociedade.

Essas práticas antigas blindam o indivíduo contra o isolamento existencial provocado pela superficialidade moderna das redes atuais. O compromisso com a verdade fortalece as estruturas internas que mantêm os seres humanos unidos nos cenários complexos. Alcançar essa maturidade social exige tempo, paciência e desapego das aparências ilusórias.

Qual o impacto de reconhecer o valor da amizade na atualidade?

A sociedade contemporânea transformou os relacionamentos em mercadorias descartáveis de consumo rápido e satisfação imediata. Resgatar a visão socrática devolve o peso ideal aos compromissos que assumimos com o outro no cotidiano. O entendimento profundo sobre o valor da amizade protege nossa saúde mental contra o vazio das interações virtuais.


quarta-feira, 17 de junho de 2026

Ela caiu...mas não desistiu!

 


Ela caiu...mas não desistiu! 

Que exemplo podemos registrar deste fato, senão o da perseverança, do desejo de vida e do esperançar! Retire de você agora, neste momento todas as mágoas, toda culpa, toda a insatisfação, todos os medos e rompa com o passado que te mantém preso à insegurança e o medo de evoluir como indivíduo, como profissional, como ser... Use os dons que Deus colocou em você! Desperte-se! A vida não é a mesma história medíocre da novela, daquela série produzida para apenas para te fazer se sentir pequeno ou incapaz de construir algo por seus talentos ou do vídeo game, que lhe tiram o controle da sua vida. Você é maior e melhor que isso, sempre foi, se alguém falou isso ou te induziu a isso... é hora de provar que estava errado, pois você é um(a) vencedor(a). 

Deus estará sempre ao seu lado, Ele não desistirá de você! 

Deus abençoa você! 

Eu abençoo você!  


#papainoelabiliomachado

 #psiabiliomachado

terça-feira, 16 de junho de 2026

QUANDO UMA EXISTÊNCIA É INTERROMPIDA POR NEGLIGÊNCIA

 


QUANDO UMA EXISTÊNCIA É INTERROMPIDA PELA NEGLIGÊNCIA


Há despedidas que não começam no instante da morte. Muitas vezes, elas começam antes, no momento em que alguém deixa de exercer plenamente a responsabilidade que assumiu sobre a segurança e o bem-estar de outra pessoa.


Quando uma jovem de apenas 21 anos tem sua jornada mortal interrompida de forma repentina, a dor daqueles que a amam parece impossível de medir. Surgem lágrimas, perguntas e um desejo profundo de compreender aquilo que, aos olhos humanos, parece incompreensível.


A doutrina de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ensina que a vida terrena é uma etapa sagrada do Plano de Salvação. Antes de nascermos, vivíamos como filhos espirituais de Deus. Viemos à Terra para aprender, crescer, exercer nosso arbítrio e adquirir experiências que nos preparassem para a eternidade.


Nem tudo o que acontece durante a mortalidade é desejado por Deus. Vivemos em um mundo onde o livre-arbítrio permite escolhas sábias, mas também escolhas imprudentes. Acidentes, erros, negligências e tragédias frequentemente são consequências da condição mortal e das decisões humanas.


Por isso, quando uma atividade de risco é conduzida sem os cuidados necessários, não estamos diante apenas de uma falha técnica ou administrativa. Existe uma responsabilidade moral envolvida. Quem assume a tarefa de proteger vidas recebe também o dever sagrado de agir com prudência, preparo e respeito pela segurança daqueles que lhe foram confiados.


A confiança é uma dádiva preciosa. Quando alguém entrega sua segurança nas mãos de outra pessoa, espera que essa responsabilidade seja honrada. Aventura não deve significar imprudência. Coragem não deve ser confundida com descuido. Fé não substitui planejamento, treinamento ou prevenção.


Ao mesmo tempo, o evangelho de Jesus Cristo oferece consolo aos que sofrem. A morte não representa o fim da existência. Graças à Expiação e à Ressurreição de Jesus Cristo, os laços familiares podem continuar além desta vida, e aqueles que partem permanecem vivos em espírito, aguardando a gloriosa ressurreição prometida por Deus.


Isso não elimina a tristeza. O próprio Salvador chorou diante da morte de um amigo. O luto é uma expressão natural do amor. Entretanto, a esperança cristã permite que a dor caminhe ao lado da certeza de que Deus conhece cada coração ferido e não abandona Seus filhos em seus momentos mais difíceis.


Tragédias também nos convidam à reflexão. Elas nos lembram que nossas escolhas afetam outras vidas. Cada decisão tomada com negligência pode gerar consequências que alcançam famílias inteiras. Cada ato de responsabilidade, por outro lado, pode preservar sonhos, futuros e relacionamentos.


Talvez uma das maiores lições seja esta: a vida é um dom divino. Não foi concedida para ser tratada com descaso, excesso de confiança ou impulsividade irresponsável. O Senhor espera que sejamos prudentes administradores dos dons e das oportunidades que recebemos.


Quando uma existência é interrompida pela negligência, não há apenas uma família enlutada. Há consciências sendo chamadas ao arrependimento, ao amadurecimento e à compreensão de que a confiança depositada em nós é algo sagrado. E, mesmo em meio às perguntas sem resposta, permanece a certeza de que Deus é justo, misericordioso e capaz de transformar dor em aprendizado, perdas em crescimento e lágrimas em esperança.


_ Abilio Machado

Ala Campo Largo 

Rua Francisco Azevedo de Macedo 780

Vila Solene - Campo Largo - Paraná

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Sapatos de ferro

 


Caminhando pelas margens do Rio Danúbio, em Budapeste, você encontra uma cena que parece congelada no tempo: sapatos de todos os tamanhos, de homens, mulheres e até pequenos sapatos de crianças moldados em ferro e fixados no concreto.


Não são arte moderna abstrata; são o eco de um dos momentos mais sombrios da humanidade.


Entre 1944 e 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, milicianos do Partido da Cruz Flechada (aliados dos nazistas) levavam grupos de judeus até a beira do rio.


A ordem era sempre a mesma: "Tirem os sapatos".


Naquela época, sapatos eram bens de luxo, mercadorias valiosas que podiam ser revendidas no mercado paralelo. Os milicianos não queriam desperdiçá-los, as vítimas eram forçadas a ficar descalças no gelo, amarradas umas às outras, antes de serem baleadas para que os corpos caíssem e fossem levados pelas águas geladas do Danúbio.


O memorial não foca em nomes ou estatísticas frias, mas na ausência, o sapato vazio é a representação física de alguém que foi apagado do mapa, mas que deixou para trás a marca da sua existência.


É um monumento sobre a economia da crueldade, onde um par de botas de couro valia mais do que o ser humano que as calçava.


Hoje, turistas colocam flores e velas dentro desses sapatos de ferro, é um convite ao silêncio e uma reflexão sobre como o ódio pode transformar vizinhos em carrascos de uma noite para a outra.


Você acredita que monumentos como esse são suficientes para impedir que a história se repita, ou a humanidade tem uma memória curta demais para o seu próprio bem? 👇🕯️


#JornadaMundo #Budapeste #Titanic #HistoriaReal #SegundaGuerra #ShoesonTheDanube #ChoqueDeRealidade #ComportamentoHumano #Psicologia #Documentario

quarta-feira, 10 de junho de 2026

O médico dos pobres - da série Histórias Inspiradoras



 Ele nunca teve um carro. Nunca carregou um smartphone moderno. Passou a vida inteira em um pequeno apartamento apertado, usando roupas simples e gastas pelo tempo. Ainda assim, esse homem salvou mais vidas do que muitos grandes hospitais juntos.


Seu nome era Dr. Muhammad Mashali, mas milhões de pessoas no Egito e em outras partes do mundo o conheciam como o "Médico dos Pobres". Durante mais de cinquenta anos, ele percorreu as ruas de Tanta, no Delta do Nilo, dedicando cada minuto da sua existência a cuidar de quem mais precisava. Enquanto muitos buscavam riqueza e prestígio, ele escolheu servir à humanidade.


Todas as manhãs, seguia para sua modesta clínica, onde atendia até cinquenta pacientes por dia. Muitas vezes trabalhava mais de dez horas seguidas, sem descanso adequado. Para quem podia pagar, a consulta custava menos de um dólar. Para quem não tinha nada, o atendimento era totalmente gratuito. E quando a medicina já não conseguia oferecer respostas, ele tratava seus pacientes com algo igualmente poderoso: gentileza, empatia e respeito.


Essa missão nasceu de uma promessa. Formado com destaque em Medicina, em 1967, Mashali jamais esqueceu os sacrifícios feitos por seu pai, que abriu mão do próprio conforto e da própria saúde para garantir os estudos do filho. Após a morte dele, o jovem médico fez um voto diante de Deus: nunca cobraria de uma pessoa pobre por uma consulta. E cumpriu essa promessa até o último dia de vida.


Sua história acabou ultrapassando as fronteiras do Egito. Certa vez, um empresário do Golfo Pérsico decidiu recompensá-lo e lhe ofereceu um apartamento de luxo, um carro novo e vinte mil dólares em dinheiro. O médico agradeceu, mas recusou o conforto pessoal. Aceitou os recursos apenas para vender os bens e transformar tudo em equipamentos modernos para sua clínica e medicamentos gratuitos para seus pacientes. Quando perguntavam por que rejeitava uma vida mais confortável, ele respondia com simplicidade: "Não preciso de carro nem de roupas finas. Sou médico, e meu dever é cuidar de quem não tem nada."


Para ele, religião e posição social nunca importaram. Muçulmanos e cristãos coptas aguardavam lado a lado na fila de sua clínica. Dr. Mashali não enxergava crenças ou diferenças; enxergava seres humanos sofrendo e necessitando de ajuda.


Sua generosidade não conhecia limites. Ele doava seu tempo, sua energia e boa parte do que ganhava. Quando percebia que um paciente não teria condições de comprar os remédios prescritos, discretamente colocava dinheiro em seu bolso antes da despedida, garantindo que aquela pessoa pudesse sair dali direto para a farmácia.


Dr. Muhammad Mashali faleceu em 2020, aos 76 anos. Não deixou mansões, contas milionárias ou títulos grandiosos. Deixou algo muito mais valioso: um legado de compaixão, sacrifício e amor ao próximo.


Em um mundo que costuma medir o valor das pessoas pelo dinheiro e pelo status que possuem, esse médico humilde mostrou que a verdadeira grandeza não está naquilo que acumulamos, mas naquilo que somos capazes de oferecer aos outros.


Sua memória continua inspirando milhões de pessoas e prova que uma única vida dedicada ao próximo pode iluminar o mundo inteiro.

Harriet Glickman e Charlie Brown - da série Histórias Inspiradoras

 


Onze dias depois do assassinato de Martin Luther King Jr., uma professora decidiu fazer algo que parecia pequeno, mas que acabaria mudando uma das tirinhas mais famosas dos Estados Unidos.


Harriet Glickman, uma mãe e professora da Califórnia, escreveu uma carta para Charles Schulz, criador da turma do Snoopy e do Charlie Brown. Ela pediu que ele colocasse uma criança negra na história de Charlie Brown, Snoopy, Lucy e Linus. A tirinha já existia havia dezoito anos e, até então, nenhuma criança negra havia aparecido nela.


Schulz quase recusou. Ele tinha medo de que, sendo um homem branco, acabasse desenhando aquele personagem de forma errada, como se fosse pena ou condescendência. Mas Harriet não desistiu. Pediu permissão para mostrar a resposta dele a amigos negros, para que eles mesmos dissessem o que pensavam.


Um deles era Kenneth Kelly, engenheiro negro que trabalhava no programa Surveyor, responsável por levar sondas americanas à Lua. Kelly escreveu a Schulz dizendo que ver uma criança negra na turma do Snoopy e do Charlie Brown não seria ofensivo. Pelo contrário, poderia significar muito para milhares de crianças que nunca se viam representadas nas páginas dos jornais.


Ele deu um conselho simples: não transforme o menino em símbolo, herói ou lição de moral. Faça dele apenas uma criança comum. Alguém da turma. Alguém que simplesmente estivesse ali.


E foi isso que Schulz fez.


Em 31 de julho de 1968, Charlie Brown apareceu na praia procurando sua bola perdida. Um menino entrou na água, pegou a bola e devolveu para ele. Seu nome era Franklin. Os dois conversaram, brincaram e construíram um castelo de areia juntos. Não houve discurso. Não houve sermão. Apenas duas crianças dividindo uma tarde de verão.


A chegada de Franklin gerou muitas cartas de agradecimento, mas também incomodou algumas pessoas. Quando Schulz desenhou Franklin sentado na escola ao lado de uma menina branca, um editor do sul dos Estados Unidos reclamou. Disse que aceitava um personagem negro, mas não queria vê-lo estudando junto com crianças brancas.


Schulz não respondeu. Apenas continuou desenhando Franklin ali.


Longe dali, um menino negro de seis anos chamado Robb Armstrong viu Franklin nas tirinhas e pensou: "Ele é como eu." Robb havia perdido o irmão mais velho poucos dias antes e encontrou naquele personagem uma forma silenciosa de pertencimento. Mais tarde, ele se tornaria cartunista e criaria JumpStart, uma das tirinhas negras mais conhecidas dos Estados Unidos.


Décadas depois, Schulz percebeu que Franklin nunca tinha recebido um sobrenome. Então ligou para Robb Armstrong e pediu permissão para usar o seu. Robb aceitou imediatamente.


Foi assim que Franklin passou a se chamar Franklin Armstrong.


 Harriet Glickman morreu em 2020, aos 93 anos, na mesma casa onde havia escrito aquela carta em 1968. A carta hoje está preservada no Museu Charles M. Schulz. Na página, ainda aparece a data: 15 de abril de 1968.


Onze dias depois da morte de Dr. King, uma mulher comum sentou diante de uma máquina de escrever acreditando que talvez ninguém fosse ouvi-la.


Mas alguém ouviu.

Dia da Artilharia - 10 de junho



 A Artilharia de Campanha é o principal meio de apoio de fogo da Força Terrestre. Suas unidades e subunidades podem ser dotadas de canhões, obuses, foguetes ou mísseis. Tem por missão apoiar a arma-base pelo fogo, destruindo ou neutralizando os alvos que ameacem o êxito da operação. A artilharia antiaérea, componente terrestre da defesa aeroespacial ativa, realiza a defesa antiaérea de forças, instalações ou áreas. A artilharia de costa participa da defesa contra operações navais inimigas em áreas marítimas próximas ao litoral ou em águas interiores. Suas características são a precisão e a rapidez, para destruir ou neutralizar as instalações, os equipamentos e as tropas inimigas localizadas em profundidade no campo de batalha.

Atualmente, a Artilharia brasileira avança alicerçada por uma indústria de defesa nacional robusta e soberana, com o Programa Estratégico do Exército ASTROS-FOGOS, o desenvolvimento do Míssil Tático de Cruzeiro (MTC), bem como o aprimoramento da família de foguetes. Além disso, os radares SABER M60 e M200 são provas do avanço tecnológico brasileiro na Artilharia Antiaérea. O Sistema Digitalizado de Artilharia de Campanha (SISDAC), as VBC OAP M109 A5 + BR e o uso de Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas (SARP), como o MATRICE 300, recentemente incorporada ao Núcleo da Bateria de Busca de Alvos, em sinergia, conferem à Arma a capacidade de aquisição de alvos em tempo real, potencializando a precisão dos fogos no campo de batalha moderno


“É com fogo que se ganham as batalhas; logo, aumente sua Artilharia !” Frederico, o Grande

terça-feira, 9 de junho de 2026

Despojar-se de si



 "Os que encontram seu destino

e anseiam por realizá-lo

não desperdiçam nem tempo afagando o Tempo, nem passos percorrendo o Espaço. 


Em uma única curta vida eles podem abreviar éons e aniquilar estupendas vastidões.


Para isso, precisais estar despojados de tudo, para que o Tempo

e o Espaço não tenham domínio sobre vosso coração. 


Quanto mais possuirdes,

mais sereis possuídos. 

Quanto menos possuirdes,

menos sereis possuídos.


Sim, sede despojados de tudo, exceto da vossa Fé, de vosso Amor

e de vosso anseio por libertação através da Sagrada Compreensão."


Mikhail Naimy - "O Livro de Mirdad" 

Imagem: nvd9612, por Pixabay

segunda-feira, 8 de junho de 2026

O Beijo da Vida

 


O Beijo da Vida


Antes de julgar a cena, observe-a com atenção.


À primeira vista, muitos enxergam apenas dois homens abraçados no alto de um poste. Alguns podem até interpretar a fotografia de forma equivocada. Mas o que ela registra é algo muito maior: um dos mais impressionantes atos de coragem, amizade e amor ao próximo já capturados por uma câmera.


A imagem ficou conhecida como "O Beijo da Vida" e foi fotografada por Rocco Morabito em 1967. Nela aparecem os eletricistas Champion Randall e J.D. Thompson durante um trabalho de manutenção em uma rede elétrica.


Tudo parecia ser mais um dia comum de serviço. Porém, em um instante, a rotina transformou-se em tragédia. Champion acidentalmente entrou em contato com uma linha energizada e recebeu uma descarga superior a 4.000 volts. Para termos uma ideia da gravidade, uma cadeira elétrica utiliza aproximadamente metade dessa tensão. Seu coração parou imediatamente.


O que impediu sua queda foi apenas o cinturão de segurança preso ao poste.


Lá em cima, suspenso entre a vida e a morte, Champion já não respirava.


Foi então que seu companheiro de trabalho, J.D. Thompson, sem pensar em fama, reconhecimento ou riscos pessoais, escalou rapidamente até ele. Diante da impossibilidade de realizar uma reanimação completa naquela altura, começou a fazer respiração boca a boca, mantendo seus pulmões funcionando enquanto lutava contra o tempo.


Minutos que pareceram eternidade.


Quando finalmente percebeu um leve sinal de vida, Thompson soltou o arnês, colocou o colega sobre os ombros e iniciou a descida. No solo, com a ajuda de outros trabalhadores, continuou a reanimação até que a respiração e os batimentos cardíacos fossem gradualmente restabelecidos.


Champion sobreviveu.


Não apenas sobreviveu ao acidente. Ganhou mais 35 anos de vida. Faleceu apenas em 2002, aos 64 anos, por insuficiência cardíaca. Thompson, o homem que lhe devolveu a existência naquele dia, continuou sua caminhada carregando consigo uma história que o mundo jamais esqueceria.


A fotografia percorreu jornais em diversos países e recebeu o Prêmio Pulitzer em 1968. Mas seu verdadeiro valor não está na premiação.


Seu verdadeiro valor está naquilo que ela nos ensina.


Vivemos em uma época em que muitos acumulam contatos, seguidores e conhecidos. Entretanto, poucos possuem alguém que, diante da adversidade, permaneça ao seu lado quando tudo parece perdido.


Há pessoas que nos acompanham enquanto tudo vai bem.


E há aquelas que seguram nossa alma quando a vida nos deixa pendurados entre a esperança e o desespero.


Nem sempre o "beijo da vida" vem na forma de uma respiração boca a boca. Às vezes ele chega por meio de uma palavra de encorajamento, de uma visita inesperada, de uma oração silenciosa, de uma mão estendida ou simplesmente da presença de alguém que se recusa a nos abandonar.


Afinal, existem amigos que passam por nossa história.


E existem amigos que ajudam a escrever os capítulos que jamais teríamos conseguido viver sozinhos.


"Em todo tempo ama o amigo, e na angústia nasce o irmão." (Provérbios 17:17)

O que mais me chama a atenção nessa fotografia é que ela desmonta uma ilusão muito comum: a ideia de que heroísmo sempre acontece em grandes palcos. Na verdade, os atos mais extraordinários costumam ocorrer longe das câmeras, quando alguém decide não desistir de outra pessoa.

Talvez seja por isso que a imagem continue tão impactante décadas depois. Ela não fala apenas de eletricidade, acidentes ou primeiros socorros. Fala de responsabilidade humana. Fala daquele instante em que a vida de alguém passa a depender da coragem de outro.

E, pensando bem, todos nós já fomos um pouco Champion e um pouco Thompson.

Em alguns momentos, fomos nós que ficamos suspensos entre a esperança e o desânimo, precisando que alguém nos devolvesse o fôlego para continuar. Em outros, fomos chamados a sustentar quem estava prestes a cair.

A vida tem dessas ironias bonitas: ninguém atravessa a existência sozinho. Sobrevivemos graças às pessoas que, em determinados momentos, se recusaram a nos deixar partir.

Uma fotografia premiada registra um segundo.

Uma amizade verdadeira pode salvar uma vida inteira.

Abilio Machado 🌿📖

domingo, 7 de junho de 2026

Eu Não Quero Que Meu Filho Apenas Acredite. Quero Que Ele Saiba Por Que Acredita.


Eu Não Quero Que Meu Filho Apenas Acredite. Quero Que Ele Saiba Por Que Acredita.
Por Abilio Machado 

Foi numa noite de sábado, depois de uma reunião do quórum de élderes, que ouvi uma história que não saiu mais da minha cabeça.

Um irmão da Igreja contou sobre um jovem que havia crescido no evangelho. Frequentou a Primária, participou do Seminário, serviu em chamados, conhecia escrituras de cor e sempre parecia ter um testemunho firme.

Então veio a faculdade.

Vieram as perguntas.

Vieram os professores, os colegas, os vídeos na internet, os influenciadores ateus e os discursos que pareciam intelectualmente sofisticados.

Pouco tempo depois, aquele rapaz já não sabia mais no que acreditava.

Naquela noite, ao chegar em casa, encontrei meu filho Caio sentado à mesa, estudando sua lição do Seminário.

Observei-o por alguns minutos.

Ele conhecia histórias.

Conhecia personagens.

Conhecia acontecimentos.

Mas uma pergunta me inquietou:

"Será que ele sabe por que acredita?"

Sentei-me ao seu lado.

— Caio, por que você acredita que Jesus Cristo vive?

Ele respondeu rapidamente:

— Porque a Bíblia ensina isso.

— E como sabemos que a Bíblia é confiável?

Ele pensou.

Ficou em silêncio.

Então perguntei:

— E por que você acredita que o Livro de Mórmon é verdadeiro?

A resposta veio ainda mais tímida:

— Porque o profeta disse...

Novamente o silêncio.

Naquele instante percebi algo importante.

Meu filho conhecia muitas respostas.

Mas não conhecia as razões por trás delas.

E talvez a culpa não fosse dele.

Talvez fosse minha.

Talvez eu tivesse ensinado o "o quê", mas não o "porquê".

Durante anos enfatizamos a memorização de histórias sagradas.

Mas nem sempre ensinamos nossos filhos a refletir sobre as evidências, a lógica, a história e os testemunhos que sustentam essas verdades.

Comecei então a estudar com mais profundidade.

Voltei aos Evangelhos.

Voltei às epístolas.

Voltei ao Livro de Mórmon.

E descobri algo extraordinário.

A fé restaurada não pede que abandonemos a razão.

Ela convida a razão a caminhar junto com a revelação.

Quando lemos os Evangelhos, encontramos testemunhas oculares de Cristo.

Quando estudamos o Livro de Mórmon, encontramos outro testemunho de Jesus Cristo.

A Bíblia declara:

"Na boca de duas ou três testemunhas toda palavra será estabelecida."

E o Livro de Mórmon cumpre exatamente esse princípio.

Ele não substitui a Bíblia.

Ele a fortalece.

Ele confirma que Jesus nasceu, viveu, morreu e ressuscitou.

Ele testifica que Cristo fala a todos os povos.

Ele reafirma doutrinas fundamentais da Expiação, do arrependimento, da graça e da salvação.

Alguns perguntam:

"Como sabemos que o Livro de Mórmon não foi alterado ao longo do tempo?"

A mesma pergunta é feita sobre a Bíblia.

E a resposta é semelhante.

Nenhum livro sagrado é aceito apenas porque alguém o declarou verdadeiro.

Ele é examinado.

Estudado.

Comparado.

Testado.

Mas, acima de tudo, existe um convite único feito pelo próprio Livro de Mórmon:

Ler.

Refletir.

E perguntar sinceramente a Deus.

Milhões de pessoas ao redor do mundo afirmam ter recebido essa confirmação espiritual.

Eu sou uma delas.

Meu filho precisa conhecer isso.

Não apenas repetir isso.

Precisa compreender por que acredita.

Precisa entender por que a Expiação era necessária.

Por que a Ressurreição muda tudo.

Por que Cristo não é apenas um mestre moral.

Por que a Restauração faz sentido.

Por que profetas modernos são importantes.

Por que a revelação continua.

E também precisa conhecer os questionamentos que encontrará.

Karl Marx criticou a religião como instrumento social.

Friedrich Engels questionou instituições tradicionais.

Vladimir Lenin promoveu o materialismo ateu.

Alexandra Kollontai defendia transformações radicais na estrutura familiar.

Antonio Gramsci analisou a influência cultural das instituições religiosas.

Esses autores fazem parte da história do pensamento humano.

Devem ser estudados.

Mas não temidos.

A fé verdadeira não teme perguntas.

A fé verdadeira cresce quando é examinada.

Meu receio nunca foi que Caio encontrasse ideias diferentes.

Meu receio era que ele as encontrasse sem estar preparado para pensar.

Porque o problema não é uma pergunta difícil.

O problema é nunca ter aprendido a raciocinar sobre a própria fé.

Foi então que mudamos nossa rotina.

Começamos a estudar os Evangelhos juntos.

Não apenas ler.

Estudar.

Questionar.

Pesquisar.

Refletir.

Passamos a dar mais atenção ao Seminário.

Não como uma obrigação.

Mas como uma oportunidade.

Ali, os jovens têm contato diário com as escrituras, com a história sagrada e com princípios que os ajudarão quando chegarem à universidade, ao mercado de trabalho e aos desafios da vida adulta.

Hoje nossas conversas são diferentes.

Caio faz perguntas.

Muitas perguntas.

E isso me alegra.

Porque perguntas sinceras são sinais de crescimento.

Prefiro um filho que questione para compreender do que um filho que apenas repita sem entender.

O testemunho não é construído apenas pela emoção.

Nem apenas pelo intelecto.

É construído quando mente, coração e Espírito caminham juntos.

Meu desejo não é que Caio vença debates.

Meu desejo é que ele conheça Jesus Cristo.

Mas para permanecer firme em um mundo cheio de vozes conflitantes, ele precisará de mais do que frases prontas.

Precisará conhecer as escrituras.

Precisará estudar os Evangelhos.

Precisará compreender o Livro de Mórmon.

Precisará desenvolver um testemunho próprio.

Porque um dia eu não estarei ao seu lado para responder às perguntas.

Mas espero que, quando esse dia chegar, ele saiba não apenas no que acredita.

Espero que saiba por que acredita.

E que sua fé esteja edificada sobre a rocha que é Jesus Cristo, e não sobre a areia das opiniões passageiras deste mundo.

sábado, 6 de junho de 2026

6 de Junho – Dia D: Quando a Liberdade Desembarcou na Normandia



 6 de Junho – Dia D: Quando a Liberdade Desembarcou na Normandia


Um país sem memória é um país sem história. E uma nação que esquece os sacrifícios do passado corre o risco de repetir os erros que um dia custaram sangue, lágrimas e vidas.


Neste 6 de junho, recordamos o Dia D, marco decisivo da Segunda Guerra Mundial. Em 1944, nas praias da Normandia, teve início a Operação Overlord, a maior invasão anfíbia da história militar. Ainda antes do amanhecer, milhares de jovens atravessaram o Canal da Mancha em direção a um destino incerto. Muitos jamais voltariam para casa.



Não eram apenas soldados. Eram filhos, irmãos, amigos e pais. Rapazes que trocaram os sonhos da juventude pelo dever de enfrentar um dos regimes mais cruéis que a humanidade já conheceu. O nazismo não surgiu da noite para o dia. Cresceu lentamente, alimentado pela intolerância, pelo fanatismo e pela indiferença. Quando o mundo percebeu toda a extensão de sua violência, grande parte da Europa já havia sido mergulhada na dor, na perseguição e na destruição.



O desembarque na Normandia representou muito mais do que uma manobra militar. Foi a demonstração de que a liberdade exige coragem, de que a paz precisa ser defendida e de que a responsabilidade diante do mal não pode ser terceirizada. Aquelas praias tornaram-se um símbolo da determinação humana de resistir à tirania.



O Brasil também escreveu seu capítulo nessa história. A participação da Força Expedicionária Brasileira nos campos da Itália mostrou ao mundo que nossa pátria possui garra, disciplina, responsabilidade e espírito de sacrifício. Nossos pracinhas honraram a bandeira nacional e provaram que a defesa dos valores humanos não conhece fronteiras.



Hoje, minha continência é dirigida a esses meninos gigantes que tombaram em nome da liberdade. Homens comuns que realizaram feitos extraordinários. Creio ser acompanhado nesse gesto por todos os integrantes do Pelotão de Segurança CIEx 84.



Que a salva de tiros em sua homenagem não represente apenas o som das armas, mas o eco da gratidão de gerações inteiras. Que cada disparo simbolize a honra, o respeito e a memória daqueles que, mesmo diante do medo, avançaram. E que a bandeira desfraldada ao vento continue lembrando que a liberdade possui um preço, pago muitas vezes por aqueles cujos nomes a história nem sempre registra, mas cujo sacrifício jamais deve ser esquecido.



Aos heróis da Normandia, aos pracinhas brasileiros e a todos os combatentes que enfrentaram a escuridão para que outros pudessem viver em liberdade: nossa eterna continência.


"Os homens morrem. As gerações passam. Mas o dever cumprido e a honra conquistada permanecem para sempre na memória das nações." - Abilio Machado 



quarta-feira, 3 de junho de 2026

Hoje eu escolho...

 



Hoje eu escolho viver como quem sabe que esta vida vai passar num piscar de olhos.


Eu escolho não brigar com as pessoas por coisas que amanhã eu nem vou lembrar.

Eu escolho não criticar tanto meu corpo, que me carrega com tanta paciência todos os dias.

Eu escolho parar de reclamar do que me falta, porque tenho muito mais do que um dia ousei sonhar.


Hoje eu escolho beijar quem eu amo sem pressa, sem medo, sem deixar para depois.

Porque eu não sei qual será o último abraço, o último "eu te amo", o último olhar.


E confesso: não é fácil viver assim, com o coração aberto.

Não é fácil largar a mania de adiar a vida para quando tudo estiver perfeito.

Mas eu já entendi que o perfeito não existe aqui.

Aqui é sala de aula. Aqui é ensaio. Aqui é só uma das muitas vidas que ainda vou viver.


Então hoje eu escolho usar os talheres novos.

Eu escolho gastar meu melhor perfume só para passear comigo mesma.

Eu escolho repetir minhas melhores roupas, deixar os bichos mais por perto, sentir o amor de Deus nas coisas pequenas.


Hoje eu escolho não esperar o Natal, a sexta-feira, o ano que vem, o dinheiro, o momento certo.

Eu escolho ligar agora.

Eu escolho perdoar agora.

Eu escolho orar agora — não com palavras decoradas, mas com conversa de verdade, como quem fala com quem ama.


Porque se não é errado, por que não ser hoje?


Eu não vim aqui para acumular o que não levo.

Eu vim para amar mais, perdoar mais, abraçar mais, viver mais inteira.

Eu vim para fazer cada segundo valer o tempo que me foi dado.


E quando esta passagem chegar ao fim, que tudo o que eu plantei aqui floresça na próxima.


Hoje eu escolho a luz. Eu escolho o amor. Eu escolho viver de verdade. 💙


@papainoelabiliomachado

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Oração de Clamor na Madrugad

 


Oração de Clamor na Madrugada


Senhor meu Deus,


Nesta madrugada eu me coloco diante de Ti com humildade, sinceridade e esperança. Tu conheces os meus pensamentos antes mesmo que eles sejam palavras. Conheces minhas lutas, minhas preocupações e o peso que tenho carregado em silêncio.


Pai amado, hoje clamo pela Tua misericórdia. As dificuldades financeiras têm trazido inquietação ao meu coração, e por isso entrego a Ti cada conta, cada compromisso, cada necessidade e cada projeto que ainda não encontrei meios para realizar.


Abre portas onde meus olhos não conseguem enxergar caminhos. Derrama sabedoria para que eu faça escolhas corretas, discernimento para reconhecer oportunidades e coragem para agir quando elas surgirem. Que eu não seja conduzido pelo medo, pela ansiedade ou pelo desespero, mas pela confiança em Tua providência.


Senhor, abençoa o trabalho das minhas mãos. Multiplica os frutos dos meus esforços. Concede-me oportunidades honestas, clientes, projetos, parcerias e recursos que tragam dignidade, sustento e tranquilidade para minha vida e para aqueles que dependem de mim.


Também peço que cuides do meu coração. Que as preocupações não roubem minha fé nem minha paz. Ensina-me a descansar em Ti enquanto faço a minha parte. Que eu encontre forças para continuar caminhando, mesmo quando os resultados parecem demorados.


Pai, afasta de mim toda escassez que nasce do desânimo, toda porta fechada que não vem de Ti e toda influência que me afaste dos Teus propósitos. Renova minha esperança e fortalece minha confiança de que nenhuma noite é eterna diante da Tua luz.


Agradeço pelas bênçãos que já recebi, pelas que ainda não percebi e por aquelas que estão a caminho. Creio que Tu continuas sendo o Deus que sustenta, cuida, orienta e provê.


Que esta madrugada seja um momento de encontro Contigo, e que ao amanhecer eu possa sentir renovadas minhas forças, minha fé e minha esperança.


Em nome de Jesus.


Amém.


"Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará." — Salmo 37:5


Abilio Machado

Psicoarteterapeuta


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