quinta-feira, 30 de julho de 2026

O relógio

 


O Relógio


Um fazendeiro descobriu que tinha perdido o relógio no celeiro. Muito valioso e de grande valor sentimental.

Após extensa procura em vão, ele recorreu à ajuda de um grupo de crianças e prometeu uma valiosa recompensa para quem encontrasse o seu relógio.

Quando o fazendeiro estava prestes a desistir, um menino lhe pediu uma chance para tentar, já que todos os outros não conseguiram. Porque não?

Seria uma tentativa a mais.

Então, o fazendeiro autorizou o menino a entrar no celeiro .

Depois de um tempo, o menino saiu com o relógio em sua mão.!!! Todos ficaram espantados. Então perguntei; Como conseguiu encontrar?? 

O menino respondeu: Eu não fiz nada a não ser ficar sentado no chão escutando.

No silêncio, eu escutei o tique - taque do relógio e apenas olhei para a direção certa .

Uma mente em Paz pode pensar melhor do que uma mente confusa.

Dê alguns minutos de silêncio à sua mente todos os dias, pois assim você ouvirá a voz de seu interior ( Deus) que te conduzirá na direção certa e lhe ajuda a definir a sua vida!


#orelogio

#ensinamentosdopapapainoel

#papainoelabiliomachado

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🎅🙏🙏👐🙌🙏👐🙏🎅

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Vincent Van Gogh 29 de julho de 1890

 


Hoje na História:

Em 29 de julho de 1890 morre VINCENT VAN GOGH em Auvers sur Oise 🌻 

A instabilidade mental de Vincent Van Gogh chegou ao final de julho de 1890. No domingo, 27 de julho de 1890, num campo atrás do castelo onde pintou talvez uma tela final, enquanto levou consigo o seu material de pintura, disparou um revólver no peito (para apontar ao coração) ou no abdômen.

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Voltando cambaleante ao albergue Ravoux, ele vai direto para o seu quarto. Seus gemidos chamam a atenção do hospedeiro Arthur Ravoux que o descobre ferido: ele traz o Dr. Gachet, que lhe faz uma bandagem sumária (uma cirurgia é impossível dado o estado da medicina naquela altura) e apressa-o em avisar a Theo van Gogh em Paris.



Vincent van Gogh morre dois dias depois, aos 37 anos, com o seu irmão Theo ao lado da cama.

Theo, com quem tem trocado correspondência desde 1872, encontra no seu bolso a sua última carta.

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Van Gogh vendeu apenas um quadro em vida... enquanto contava cerca de 2000 obras entre suas telas, desenhos e esboços..

O quarto de alguns metros quadrados pode ser visto no albergue onde ele estava hospedado.

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Uma cama de ferro, uma cadeira, um armário pequeno, um vaso... No topo de uma escada de madeira... ( tudo foi restaurado e preservado)

A emoção quando se chega em frente à porta do quarto é grande.



Seu túmulo fica ao lado do túmulo do seu irmão Theo graças à iniciativa de sua esposa que quis unir os dois irmãos para a eternidade 🌻🌻🌻

#abiliomachadoartes

Oração desta tarde

 

Me prostei ao chão de joelhos em oração nesta tarde, orei pelo meu passado e por todos aqueles que de alguma maneira tocaram minha Alma, seja de forma bondosa ou seja de forma desonesta e má... orei pelo meu presente, por todos que tem me tocado de alguma maneira, que têm deixado em mim suas marcas, cada uma delas é construção de minhas memórias... orei pelo meu, pelo seu, pelo nosso futuro, que cada ato, cada pensar, cada abrir de asas seja abençoado, que monha gratidão e perdão pelo passado ssejam aceitos, que meu parecer hoje seja absorvido é transformado em.energia para mim e para aqueles que me cercam... espero que apreciem o meu esforço de ter sido um bom filho, um bom amigo, um bom esposo, um bom pai. Sei que não é nada fácil, mas tenho tentado e que estas orações ajudem a acalmar as tempestades e ajudem a abrir o sol....

#abiliomachado

terça-feira, 28 de julho de 2026

Uma noiva piromaníaca..

 


🔥Uma mulher de 25 anos foi presa no Estado de Utah, no EUA, após ser acusada de incendiar uma capela de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias na véspera do próprio casamento. 

Segundo a polícia, Lenita “Tessa” Moreno teria furtado isqueiros de uma loja, e usado os objetos para provocar um incêndio na Capela enquanto fazia os preparativos para a cerimônia do dia seguinte e, depois, fornecido informações falsas às autoridades. 

O que deu nela? Ninguém sabe. E o noivo ainda não se pronunciou, a essas alturas ex-noivo talvez 😬

A noiva foi indiciada por incêndio criminoso agravado (crime de primeiro grau), além de responder por duas acusações de contravenção relacionadas ao furto em loja e por fornecer informações falsas à polícia. 

As autoridades afirmam que o fogo causou danos ao edifício, mas foi controlado antes de se espalhar ainda mais. O caso segue em andamento.


segunda-feira, 27 de julho de 2026

A farda...

 


A Farda: Uma Segunda Pele🫡🇧🇷!

"A farda não é uma veste, que se despe com facilidade e até com indiferença, mas uma outra pele, que adere à própria alma, irreversivelmente para sempre."


Essa frase expressa, com profundidade, o verdadeiro significado da farda para aqueles que dedicaram parte de suas vidas ao serviço da Pátria. Muito além de um uniforme, a farda representa um compromisso assumido com honra, disciplina, lealdade e espírito de sacrifício. Ela simboliza valores que permanecem vivos mesmo depois que o militar deixa o serviço ativo.


Ao vestir a farda, homens e mulheres aceitam uma missão que exige renúncias, coragem e responsabilidade. Aprendem que o dever está acima dos interesses individuais, que a camaradagem fortalece os momentos difíceis e que o amor ao Brasil deve ser demonstrado por meio de atitudes e exemplos. Esses ensinamentos não desaparecem quando a farda é retirada; eles passam a fazer parte da identidade de quem a vestiu.


Por isso, dizer que a farda é "uma outra pele" significa reconhecer que ela marca a alma de forma permanente. O militar pode seguir novos caminhos na vida, mas continuará carregando consigo os princípios aprendidos nos quartéis, o respeito à hierarquia e à disciplina, a honra de servir e a lembrança dos companheiros de jornada.


A verdadeira essência da farda não está no tecido, nas insígnias ou nas condecorações. Ela está nos valores que moldam o caráter e permanecem para sempre. É uma herança moral que acompanha o combatente durante toda a vida, tornando impossível separar o homem da missão que um dia jurou cumprir. A farda pode deixar os ombros, mas jamais deixa o coração

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Procrastinação espiritual

 

Meu irmãozinho William postou um print que reflete um pensamento que sempre me questionei sobre o porque muitos se prendem no último instante como resposta a tudo que fizeram ou se omitiram.


A Procrastinação Espiritual

Nessa primeira parte vou me referir ao acerto de contas com Ele...

Há uma ideia que, ao longo do tempo, parece ter sido assimilada por muitos cristãos, ainda que nem sempre tenha sido essa a intenção da pregação: "Algum dia eu me arrependo."


Essa frase, aparentemente inocente, revela um dos mecanismos mais perigosos da alma humana. Psicologicamente, ela funciona como um anestésico da consciência. A pessoa reconhece que precisa mudar, mas adia a mudança para um futuro imaginário. É uma forma de negociar consigo mesma: "Continuo vivendo como desejo e, mais tarde, acerto minhas contas com Deus."


Chamo esse fenômeno de procrastinação espiritual.


O mais curioso é que essa mentalidade frequentemente encontra justificativa no episódio do Bom Ladrão crucificado ao lado de Cristo. Muitos enxergam naquele acontecimento uma prova de que sempre haverá tempo para o arrependimento. No entanto, essa interpretação inverte completamente o sentido do texto bíblico.


O ladrão não planejou arrepender-se na última hora. Ele não viveu apostando na misericórdia futura. Seu arrependimento foi espontâneo, profundo e sincero, nascido diante da verdade de Cristo e da própria finitude. O Evangelho descreve um acontecimento extraordinário; não estabelece uma estratégia de vida.


Quando esse relato é transformado em um modelo de comportamento, a graça deixa de ser um convite à transformação e passa a ser tratada como uma espécie de seguro espiritual: vive-se como se deseja hoje, acreditando que bastará um pedido de perdão amanhã.


É justamente aí que mora o perigo psicoteológico.


A procrastinação espiritual produz a ilusão de que controlamos o tempo, como se soubéssemos quando será nossa última oportunidade de escolher Deus. Entretanto, ninguém possui essa garantia. O amanhã pertence apenas aos nossos planos; jamais às nossas certezas.


A graça nunca foi um incentivo ao adiamento. Ela sempre foi um chamado ao presente.


O episódio da cruz nos ensina que nunca é tarde para um arrependimento verdadeiro. Mas jamais ensina que devemos deixar para nos arrepender no último instante.


Talvez a maior tragédia espiritual não seja o pecado em si, mas a falsa segurança de acreditar que sempre haverá tempo para abandoná-lo.


Porque quem vive dizendo "algum dia eu me arrependo" corre o risco de descobrir, tarde demais, que o único tempo sobre o qual realmente tinha domínio chamava-se hoje.


Abilio Machado

Psicoarteterapeuta

O sopro, os ossos e a razão

 


Para hoje, despido de qualquer jargão de escritório ou analogia corporativa, o texto de Marco Aurélio nos joga direto para dentro do espelho. É uma das passagens mais viscerais sobre a nossa própria substância e sobre a urgência de parar de desperdiçar a vida com superficialidades.

*A Mensagem de Hoje:* O sopro, os ossos e a Razão

"O que sou eu, afinal? Um pouco de carne, um sopro de vida e a razão diretora. Deixa de lado os livros! Não te distraias mais com eles; isso não te é permitido. Mas, como se estivesses agora mesmo no limiar da morte, despreza a carne: este emaranhado de sangue, ossos e uma rede tecida de nervos, veias e artérias. Olha também para o sopro de vida: o que ele é? Vento, e nem sequer um vento sempre igual, mas que a cada instante é expelido e novamente sugado. Resta-te, pois, a razão diretora..."

— MARCO AURÉLIO, MEDITAÇÕES, 2.2

O Exame de Consciência

Marco Aurélio escreveu isso para si mesmo para destruir o próprio ego e a ilusão de que ele era algo grandioso por ser Imperador. Ele reduz a sua existência física à sua real crueza biológica: um saco de carne, sangue, ossos e um sopro de ar que entra e sai.

O erro que cometemos diariamente é gastar uma energia monumental tentando proteger o nosso orgulho, nos irritando com pequenas ofensas, acumulando distrações ou correndo atrás de validação externa. Nós agimos como se fôssemos eternos, esquecendo que o nosso corpo é frágil e está se decompondo a cada segundo.

O Imperador nos dá uma ordem direta: Deixa de lado as distrações. Olhe para o que realmente importa. A única coisa que você possui de fato, e que nenhuma circunstância pode tirar de você, é a sua razão diretora (o seu Hegemonikon). É a sua capacidade de escolher como agir, como pensar e como se posicionar diante da realidade. O resto — o corpo, a reputação, os bens materiais — é poeira ao vento.

*A Reflexão para hoje*

Se você estivesse agora mesmo na fronteira final da sua vida, o que desse barulho mental que te cercou hoje realmente importaria?

A reflexão de hoje é sobre essencialismo moral. É olhar para dentro e separar o que é apenas "carne e sopro" (o orgulho, as picuinhas, os desejos vãos, a agitação) daquilo que é a sua Razão (a sua integridade, a sua calma, a sua busca por ser um homem melhor hoje).

Não espere a noite chegar para lembrar que o tempo é curto. Use a sua razão diretora para governar o seu interior agora, com a firmeza de quem sabe que o presente é a única posse real que nos resta.

Um conselho barato de positividade.

 


Isso não é um conselho barato de positividade, mas uma ferramenta de sobrevivência mental que foi escrita há quase dois mil anos por um homem que carregava o peso de um império nas costas e, ainda assim, precisava encontrar o caminho de volta para a própria sanidade.

Nas suas Meditações, Marco Aurélio escreveu uma pergunta que todos nós deveríamos nos fazer quando o mundo parece pesado ou confuso demais:

"A que fim, pois, estou empregando agora a minha alma? Interroga-te a ti mesmo a todo momento e indaga: o que há agora nesta parte de mim que chamam de razão diretora? De quem é a alma que possuo agora? De uma criança? De um jovem? De um tirano? De um animal domesticado ou de uma fera selvagem?"

Quando a vida aperta, quando os problemas acumulam e a ansiedade tenta ditar o ritmo das nossas batidas cardíacas, a nossa mente tende a entrar no piloto automático. Sem perceber, nós entregamos o controle. Quem passa a governar as nossas ações não é o homem maduro e sábio que somos, mas sim o nosso medo, o nosso cansaço ou o nosso orgulho ferido.

O erro que todos nós cometemos é olhar apenas para o tamanho do barulho lá fora — as cobranças, os imprevistos, as coisas que não saíram como planejamos — e esquecer de olhar para o estado da nossa mente que recebe tudo isso. O problema real nunca é o que acontece do lado de fora, mas sim o que permitimos que aconteça aqui dentro.

Se você está se sentindo sobrecarregado ou cansado hoje, faça uma pausa. Respire.

Recuse-se a deixar que as circunstâncias externas governem você. Faça a si mesmo essa pergunta de Marco Aurélio: "Quem está no comando da minha cabeça agora? É a minha razão calma e equilibrada, ou é a minha preocupação?"

Não permita que a sua mente seja um território sem lei onde qualquer problema externo entra e faz o que quer. Você é o sentinela da sua própria vida. Quando sentir que a calmaria está escapando, identifique o que está tentando te desestabilizar, dê um passo atrás e lembre-se de que a sua capacidade de escolher como reagir a tudo isso é a única coisa que ninguém pode tirar de você.

Retome o controle da sua atenção. Isole o dia de hoje. Dê o próximo passo com a calma e a dignidade que você tem dentro de si.

Fique firme.

Dicas para o café da manhã no hotel

 


Dicas para o cafe da manhã no hotel:


- Chinelo de dedo, só em resort.

- Pijama, só no quarto.

- Sirva-se várias vezes, mas não encha o prato até transbordar.

- Sirva só do que vai comer, não desperdice.

- Não leve itens do buffet para o lanchinho de mais tarde.

- Chegou atrasado, não insista, ficará sem café. 

- Use fones de ouvido em seu celular. 

- Se a criança chorar, saia um pouco com ela até que se acalme.

- Tome seu café pensando em quem irá limpar a sua mesa depois.

- Seja gentil com quem faz o controle de acesso ao salão do café. 

- Lembre-se: a maioria das cozinhas não é especializada em culinária vegana ou celíaca.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Sobre decepção!

 


A decepção dói, mas também revela. Ela não cria uma nova realidade; apenas retira o véu que impedia nossos olhos de enxergarem quem alguém realmente era — ou quem nós imaginávamos que fosse.


Na psicanálise, muitas de nossas relações são construídas sobre idealizações. Projetamos no outro virtudes, intenções e lealdades que, muitas vezes, pertencem mais aos nossos desejos do que à realidade. Quando a decepção chega, não é apenas a atitude do outro que nos fere, mas o luto pela imagem que construímos.


Por mais amarga que seja, a decepção pode ser um convite ao amadurecimento. Ela nos ensina a olhar com mais lucidez, a estabelecer limites e a compreender que enxergar a verdade, ainda que dolorosa, é mais saudável do que viver confortavelmente em uma ilusão.


Às vezes, perder a venda dos olhos é o primeiro passo para reencontrar a paz.


Psicoarteterapeuta Abilio Machado

domingo, 19 de julho de 2026

POR QUE A ARGENTINA É TÃO ODIADA NO MUNDO?

 


POR QUE A ARGENTINA É TÃO ODIADA NO MUNDO? 


Por amor ao Messi o pessoal estava pegando leve, tinha até brasileiro torcendo pela Argentina em 2022. Na verdade por amor ao futebol, pois nem seria justo que um craque desta dimensão não tivesse uma Copa. 


Mas a ficha caiu, logo todos viram que os argentinos fazem mal ao futebol, são racistas, adoram chamar brasileiros e negros de macacos, acham-se superiores aos vizinhos sul-americanos pensando que são europeus, não são, suas raizes são indígenas, apenas tiveram uma boa imigração de alemães e austríacos no durante e pós guerra. Para saber basta olhar para o rosto de cada jogador e a prepotência transparece. 


O problema maior é que uruguaios, chilenos, mexicanos, franceses, espanhóis, holandeses, egípcios e brasileiros desgostei dos argentinos, por não os considerarem eles leais. A imagem que quase nenhuma transmissora do evento mostrou foi o jogador argentino Paredes agredindo um garoto espanhol depois do fim da partida. O que leva a isso? Quanta arrogância. 


Sem Messi a Argentina será pequena como sempre foi.

Não chores por mim Argentina


 Quando o apito final soou, Messi ficou alguns segundos sem reação. Olhou para o gramado, respirou fundo e tentou entender como uma história tão bonita podia terminar daquele jeito. A taça estava perto, mas não seria dele. E, naquele instante, não era apenas uma final que acabava. Era provavelmente a última vez que o mundo o veria lutando pela Argentina em uma Copa.


Ele saiu de cabeça baixa, com os olhos cheios e o coração partido. Não porque ainda precisasse provar alguma coisa, mas porque queria dar mais uma alegria ao seu povo. Mesmo depois de tudo o que conquistou, Messi ainda sentia cada derrota como aquele menino de Rosário que só queria jogar bola e vencer.


Em 2026, ele terminou como vice-campeão. O troféu não veio, o final perfeito para ele também não. Mas nenhuma derrota seria capaz de apagar os gols, as noites inesquecíveis, as quedas, as voltas por cima e tudo o que ele fez pela camisa argentina.


E talvez seja isso que mais doa: saber que foi a última dança de alguém que o futebol nunca estará preparado para perder.






A ESPANHA É CAMPEÃ DA COPA DO MUNDO PELA SEGUNDA VEZ! 🇪🇸🇪🇸🇪🇸

 


A ESPANHA É CAMPEÃ DA COPA DO MUNDO PELA SEGUNDA VEZ! 🇪🇸🇪🇸🇪🇸


Noventa minutos não foram suficientes para decidir quem seria campeão do mundo. Argentina e Espanha protagonizaram uma final digna da maior competição do futebol, levando a disputa até a prorrogação. Quando tudo indicava que o destino seria definido nos pênaltis, Ferran Torres apareceu no momento mais importante de sua carreira para marcar o gol que colocou a Espanha no topo do mundo.


O futebol sempre encontra seus heróis. Alguns carregam esse papel durante anos. Outros surgem justamente quando a história precisa deles. Em uma partida marcada pelo equilíbrio, pela tensão e pelo desgaste físico, Ferran Torres encontrou um espaço, uma oportunidade e um instante que ficará guardado para sempre na memória dos torcedores espanhóis.


Existem gols que valem três pontos. Existem gols que classificam uma equipe. E existem gols que atravessam gerações. Porque quando uma Copa do Mundo é decidida nos minutos finais da prorrogação, o autor do gol deixa de ser apenas um jogador. Ele se torna parte da história.


🏆 Apito final... e desta vez a arbitragem resolveu apenas apitar. 😅

 


🏆 Apito final... e desta vez a arbitragem resolveu apenas apitar. 😅


A Espanha venceu a Argentina por 1 a 0 e conquistou, com méritos, a Copa do Mundo de 2026. Uma final intensa, disputada e decidida no futebol. Hoje não teve espaço para polêmicas, nem para aquela velha ajudinha que muitos costumam enxergar quando a camisa é albiceleste.


E, pelo visto... Egito e Cabo Verde estão vingados! 😂


A Fúria Roja foi premiada também pelas atuações individuais. Rodri simplesmente deu uma aula de futebol e levou, com justiça, a Bola de Ouro como melhor jogador da Copa. O jovem Pau Cubarsí confirmou seu enorme futuro ao receber o prêmio de Revelação do Mundial, enquanto Unai Simón foi a verdadeira muralha espanhola, conquistando a Luva de Ouro. E o artilheiro da competição foi Kylian Mbappé, mostrando mais uma vez que continua sendo um dos grandes nomes do futebol mundial.


Parabéns à Espanha pelo título e ao nosso árbitro oficial, que conduziu a grande decisão com serenidade e personalidade.



E o Brasil? Continuamos acreditando. Quem sabe na próxima? 🇧🇷


📖 Frase do dia – Ronaldo Fenômeno:

"O talento é importante, mas sem disciplina e entrega, ele não é nada."


Essa frase explica muito mais do que futebol. As maiores barreiras para nossa evolução, quase sempre, são aquelas que nós mesmos criamos. O talento abre portas, mas é a disciplina, o esforço e a capacidade de sacrificar o conforto que transformam potencial em conquista.


#CopaDoMundo2026 #EspanhaCampeã #FuriaRoja #Rodri #Mbappé #PauCubarsí #UnaiSimón #FutebolMundial #AbilioMachado

sábado, 18 de julho de 2026

18 de julho Dia do Veterano

 


Neste glorioso dia dedicado aos Veteranos, presto minha mais sincera continência a todos aqueles que, com coragem, disciplina e espírito de sacrifício, dedicaram parte de suas vidas à defesa da Pátria e ao serviço da sociedade.


Ser veterano é carregar na alma a honra do dever cumprido e manter vivo o compromisso com os valores da lealdade, da coragem e da camaradagem.


Minha eterna gratidão e respeito a cada veterano. Que Deus abençoe a todos.


Sd PE Abilio



#BPEB #ccsv #CIEx #exercitobrasileiro 

Naquela época

 


Naquela época, a melhor conexão não dependia de Wi-Fi. ❤️


Bastava o intervalo tocar para a turma se reunir no chão da quadra. Ali nasciam amizades, confidências, risadas, planos e histórias que ficaram para a vida inteira. O tempo passava sem pressa, e a conversa era a melhor rede social que existia.


Quem viveu essa fase sabe que as lembranças mais valiosas não cabem na tela de um celular, mas ficam guardadas no coração.


E você, também sentava no chão da quadra para conversar até o sinal tocar? Conta nos comentários e marque aquele amigo que fazia parte desses momentos. 🥹


#Nostalgia #Anos90 #BoasLembranças #Infância #Recordações

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Hermann Göring um dos oficiais mais cruéis de Hitler

 


Hermann Göring já estava preso em Nuremberg e aguardava seu julgamento quando fez uma das declarações mais perturbadoras do pós-guerra. Não foi diante dos juízes nem das câmeras, mas durante uma conversa privada, em 18 de abril de 1946, com o psicólogo americano Gustave M. Gilbert. O diálogo seria publicado mais tarde no livro Nuremberg Diary, de 1947.


Longe da formalidade do tribunal, Göring descreveu, com frieza, como acreditava que governos conseguiam levar povos inteiros à guerra.


Segundo ele, as pessoas comuns raramente desejam um conflito. O que muda esse cenário, afirmou, é a capacidade dos líderes de convencê-las de que existe uma ameaça da qual precisam se defender. Basta despertar o medo, dizer que o país está sob ataque e acusar aqueles que defendem a paz de falta de patriotismo ou de traição.


Gilbert contestou esse raciocínio. Argumentou que, em uma democracia, a população possui voz por meio de seus representantes e pode influenciar as decisões do governo.


Göring respondeu que, para ele, isso fazia pouca diferença.


Na sua visão, qualquer sistema político poderia ser conduzido ao mesmo resultado se o medo fosse utilizado de forma eficaz.


Essas palavras não possuem importância por terem sido ditas por Göring, nem devem ser interpretadas como uma verdade absoluta sobre todos os conflitos. Vindas de um dos principais dirigentes do regime n*zista, elas oferecem um raro retrato de como alguém que participou da construção daquele sistema enxergava o uso da propaganda e da manipulação da opinião pública.


Por isso, esse trecho costuma ser lembrado não como uma lição moral de quem o pronunciou, mas como um alerta sobre um mecanismo que a história registra em diferentes épocas: o uso do medo, da propaganda e da criação de inimigos para mobilizar sociedades.


Em 15 de outubro de 1946, poucas horas antes de ser executado pelos crimes pelos quais havia sido condenado no Tribunal de Nuremberg, Göring suicidou-se com uma cápsula de cianeto.


Sua vida terminou naquela cela.


Mas aquela conversa continua sendo citada por historiadores e estudiosos justamente porque lembra que guerras não começam apenas quando o primeiro tiro é disparado.


Muitas vezes, elas começam antes.


Começam nas palavras, nos discursos, na construção do medo e na forma como uma sociedade passa a enxergar aqueles que considera seus inimigos.


Créditos: História Perdida


Fontes:


Nuremberg Diary — Gustave M. Gilbert


The Anatomy of the Nuremberg Trials — Telford Taylor

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Quando um país deixa de ler, começa a esquecer como pensar...

 


Quando um país deixa de ler, começa a esquecer como pensar

Por Abilio Machado 

A mais recente edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil trouxe um dos dados mais preocupantes das últimas décadas: pela primeira vez, os brasileiros que não leram nenhum livro nos três meses anteriores à pesquisa (53%) superaram aqueles considerados leitores (47%). Em apenas quatro anos, o Brasil perdeu aproximadamente 6,7 milhões de leitores. O dado não afeta apenas o mercado editorial ou as estatísticas educacionais; ele revela transformações profundas na forma como a sociedade se relaciona com o conhecimento.


Quando observamos esse cenário, surge uma pergunta inevitável: como podemos imaginar um futuro melhor se estamos lendo cada vez menos?


A leitura não é apenas um instrumento de acesso à informação. Ela é uma prática que desenvolve a capacidade de reflexão, amplia o vocabulário, fortalece a memória, estimula a criatividade e favorece a compreensão da complexidade humana. Ler é muito mais do que decifrar palavras; é exercitar a capacidade de pensar.


Sob a perspectiva psicológica, a leitura mobiliza funções cognitivas sofisticadas, como atenção sustentada, interpretação, imaginação, planejamento e pensamento abstrato. Diferentemente dos conteúdos rápidos consumidos nas redes sociais, o livro exige permanência. Ele convida o leitor a desacelerar, acompanhar raciocínios mais longos e conviver com a dúvida antes de alcançar uma conclusão.


Entretanto, é importante compreender que a leitura não nasce espontaneamente. Ela se conquista através do hábito. Ninguém nasce leitor. Torna-se leitor. E esse processo não ocorre por imposição, mas pela repetição de experiências significativas com os livros.


O hábito da leitura é semelhante ao cultivo de um jardim. Ele exige tempo, constância e cuidado. Quanto mais se lê, mais natural a leitura se torna. Quanto menos se lê, mais distante ela parece. Por isso, a formação de leitores depende não apenas da escola, mas também da família, da comunidade e da valorização cultural dos livros.


Nesse ponto, surge outra questão frequentemente levantada: será que as novas gerações perderam a curiosidade?


Talvez a resposta seja não.


Os jovens continuam curiosos. Nunca houve tanta busca por informação, tutoriais, vídeos explicativos, conteúdos sobre tecnologia, ciência, arte e entretenimento. A curiosidade permanece viva. O que mudou foi a forma como ela é alimentada.


A diferença é que vivemos em uma cultura marcada pela velocidade. As respostas chegam em segundos. Os vídeos duram poucos minutos. Os algoritmos oferecem novidades incessantemente. O problema não parece ser a ausência de curiosidade, mas a dificuldade crescente de sustentar a atenção por períodos mais longos.


Assim, talvez estejamos diante não de uma crise da curiosidade, mas de uma crise da profundidade.


As pessoas continuam fazendo perguntas, mas encontram cada vez menos espaço para permanecer diante das respostas. E a leitura, especialmente a leitura de livros, exige exatamente isso: permanência, concentração e reflexão.


Sob o aspecto social, uma população que lê menos tende a reduzir seu contato com diferentes perspectivas de mundo. Livros permitem viajar por culturas, épocas e experiências humanas distintas. Quando essa experiência diminui, aumenta o risco de interpretações simplificadas da realidade, de polarizações e da dificuldade de compreender a complexidade dos fenômenos sociais.


Politicamente, a questão também merece atenção. Uma sociedade que lê pouco torna-se mais vulnerável à desinformação, aos discursos simplistas e às narrativas que dispensam reflexão crítica. A leitura não torna ninguém automaticamente sábio ou virtuoso, mas amplia a capacidade de analisar argumentos, comparar ideias e construir opiniões fundamentadas.


É importante reconhecer que esse cenário não pode ser atribuído a um único governo, partido ou corrente ideológica. Trata-se de um fenômeno multifatorial, resultado das transformações tecnológicas, das mudanças nos hábitos culturais, das desigualdades educacionais e das políticas públicas desenvolvidas — ou negligenciadas — ao longo de décadas.


Talvez a pergunta mais importante não seja apenas por que os brasileiros estão lendo menos. Talvez devêssemos perguntar o que acontece com uma sociedade quando ela perde, aos poucos, o hábito de dedicar tempo à reflexão profunda.


O futuro de uma nação não depende apenas de sua economia, de sua tecnologia ou de seus recursos naturais. Depende também da sua capacidade de formar cidadãos que pensem, interpretem, questionem e compreendam.


Porque a leitura não é apenas um caminho para o conhecimento.


É um exercício diário de liberdade intelectual.


E toda sociedade que deixa de ler corre o risco de delegar a outros a tarefa de pensar por ela.


Referências


Instituto Pró-Livro. Retratos da Leitura no Brasil – 6ª edição.


Fundação Itaú. Observatório da Leitura – Retratos da Leitura no Brasil.


Câmara Brasileira do Livro (CBL). Mais da metade dos brasileiros não lê livros, aponta pesquisa.


Freire, Paulo. A Importância do Ato de Ler. São Paulo: Cortez Editora.


Wolf, Maryanne. O Cérebro no Mundo Digital. Editora Contexto.

Quando a guitarra falou mais alto que o silêncio

 Quando a guitarra falou mais alto que o silêncio


Uma crônica para o Dia Mundial do Rock


Há músicas que ouvimos. Outras, nós habitamos.


O rock pertence a essa segunda categoria. Ele nunca foi apenas uma sucessão de acordes distorcidos, solos de guitarra ou baterias ensurdecedoras. O rock sempre foi um idioma. Um idioma falado por quem não encontrava palavras para explicar suas angústias, suas revoltas, seus sonhos e, curiosamente, também seus amores.


É interessante perceber que quase todas as gerações tiveram "o seu rock". Para alguns, ele começou quando quatro rapazes de Liverpool provaram que a simplicidade podia mudar o mundo. Para outros, nasceu quando Jimmy Page fez a guitarra soar como um trovão, quando Freddie Mercury transformou um palco em uma ópera ou quando David Gilmour fez a guitarra chorar em silêncio.


Vieram depois os riffs pesados do Black Sabbath, a energia inesgotável do AC/DC, a velocidade do Iron Maiden, a precisão do Metallica, a irreverência do Guns N' Roses e a melancolia quase poética do Nirvana. Cada banda marcou uma época, mas todas compartilharam a mesma essência: lembrar que a música pode ser um ato de liberdade.


No Brasil, o rock também ganhou sotaque próprio. Renato Russo ensinou que "o futuro não é mais como era antigamente". Cazuza mostrou que viver vale mais do que sobreviver. Herbert Vianna transformou leveza em profundidade. Os Titãs questionaram convenções, enquanto tantas outras bandas fizeram do palco um espaço para reflexão, protesto e esperança.


Talvez seja justamente por isso que o rock nunca envelheça.


Os cabelos embranquecem. As jaquetas de couro ganham algumas marcas do tempo. As guitarras precisam de novas cordas. Os discos de vinil viram peças de coleção e as fitas cassete se transformam em lembranças de uma gaveta antiga.


Mas basta os primeiros acordes de "Stairway to Heaven", "Bohemian Rhapsody", "Nothing Else Matters", "Sweet Child O' Mine" ou "Tempo Perdido" ecoarem, e algo extraordinário acontece: o tempo perde a força. O adolescente que existia dentro de nós desperta novamente.


Porque o rock não conversa apenas com os ouvidos.


Ele dialoga com a memória.


Vivemos uma época em que as músicas, muitas vezes, nascem para durar algumas semanas nas plataformas digitais. O algoritmo decide o sucesso antes mesmo de o coração decidir se aquela canção merece permanecer. O consumo tornou-se rápido; a emoção, descartável.


O rock caminhou na direção oposta.


Ele ensinou que grandes obras exigem tempo. Que uma introdução pode durar minutos. Que um solo pode contar uma história inteira sem pronunciar uma única palavra. Que uma letra pode ser lida como poesia.


Talvez seja esse seu maior legado.


Em um mundo que corre, o rock nos convida a sentir.


Em uma sociedade que padroniza, ele celebra a diferença.


Em uma cultura que frequentemente recompensa a aparência, ele continua lembrando que autenticidade ainda faz barulho.


E que belo barulho.


Neste Dia Mundial do Rock, não celebramos apenas bandas lendárias ou guitarristas inesquecíveis. Celebramos pessoas que encontraram coragem em uma canção, consolo em uma letra ou identidade em uma melodia.


Porque, no fim das contas, o rock nunca foi sobre volume.


Sempre foi sobre verdade.


E enquanto houver alguém disposto a aumentar o som, fechar os olhos e sentir a guitarra conversar com a própria alma, o rock continuará vivo.


Ou, como diriam milhões de fãs ao redor do mundo:


Long Live Rock 'n' Roll! 🤘


— Abilio Machado

O advogado e o professor

 


Um advogado vendeu o seu poço a um professor. Dois dias depois, o advogado chegou ao professor e disse: "Senhor, vendi-lhe o poço, mas não é com a água dentro! Se quiser usar a água, terá que pagar um extra. "


O professor sorriu e respondeu: "Sim, eu estava prestes a ir ter contigo. Eu ia dizer que você deveria tirar sua água do meu poço, senão terá que começar a pagar aluguer a partir de amanhã. "


Ao ouvir isto, o advogado ficou nervoso e disse: "Oh, eu estava só brincando! "


O professor riu e disse: "É assim que pessoas como você se tornam advogados depois de estudarem conosco. "


Não subestime o humilde, nem lhe mensura pelo trajar ou vocabulário...


Paz profunda ✌ 🙏 🙌 🎅

Antes do nome existe uma Alma

 


Antes do nome, existe uma alma

Por Abilio Machado 

Há uma violência que raramente deixa hematomas. Ela não grita, não empunha armas, não derrama sangue diante dos nossos olhos. Ainda assim, é capaz de destruir pertencimentos, sufocar identidades e transformar irmãos em estranhos. Essa violência chama-se rótulo.


O rótulo tem uma estranha capacidade de reduzir uma história inteira a uma única palavra. Já não vemos uma pessoa; vemos "o estrangeiro", "o negro", "o branco", "o rico", "o pobre", "o doutor", "o analfabeto", "o conservador", "o progressista", "o heterossexual", "o homossexual". A complexidade da alma desaparece, substituída pela simplicidade confortável da classificação.


Talvez seja exatamente isso que torne o preconceito tão sedutor. Pensar exige tempo. Amar exige encontro. Mas rotular exige apenas um olhar apressado.


A psicanálise nos ensina que projetamos no outro aquilo que muitas vezes não suportamos reconhecer em nós mesmos. Assim, o diferente passa a carregar o peso das nossas inseguranças, dos nossos medos e das nossas sombras. O preconceito raramente fala do outro; quase sempre revela quem nós somos.


As redes sociais amplificaram esse fenômeno. Em poucos segundos decidimos quem merece nossa admiração, nosso desprezo ou nosso silêncio. O algoritmo recompensa a polarização, enquanto a empatia parece caminhar em passos lentos, quase invisíveis.


É justamente nesse cenário que o evangelho de Jesus Cristo se torna profundamente contracultural.


Quando Cristo encontrava alguém, quase nunca começava pela identidade social daquela pessoa. Antes do publicano, via um homem. Antes da samaritana, via uma filha de Deus. Antes do leproso, via alguém digno de ser tocado. Antes do pecador, via uma alma com futuro.


Talvez seja essa a maior diferença entre o olhar divino e o olhar humano: nós catalogamos; Deus contempla.


O Presidente Russell M. Nelson recordou que nossa identidade mais importante não está nas categorias criadas pela sociedade, mas em nossa condição eterna de filhos e filhas de Deus. Essa afirmação não elimina nossas histórias, culturas ou experiências. Ela apenas nos lembra que nenhuma delas é maior do que nossa origem divina.


Quando esquecemos isso, começamos a disputar quem vale mais. Quando nos lembramos, passamos a perguntar como podemos amar melhor.


Imagino que o adversário não precise criar novos pecados quando consegue apenas convencer pessoas boas de que determinados grupos merecem menos respeito, menos escuta ou menos misericórdia. Dividir sempre foi mais eficiente do que destruir.


Talvez a cura comece em gestos quase imperceptíveis: ouvir antes de julgar, perguntar antes de concluir, conhecer antes de condenar. Descobrir que, por trás de cada rótulo, existe uma biografia. E, por trás de cada biografia, existe uma alma infinitamente preciosa.


No fim, quando Deus pronunciar nosso nome, é difícil imaginar que Ele o faça acompanhado de qualquer etiqueta que inventamos uns para os outros. Talvez Ele simplesmente nos chame de filhos.


E, quem sabe, essa sempre tenha sido a única identidade capaz de unir toda a humanidade.

Assista a este vídeo:



domingo, 12 de julho de 2026

A jornada do Eremita

 

🌹 A Jornada do Eremita 🌹

Segunda parte...


O silêncio do discípulo


A noite transcorreu em um profundo silêncio.

Após a longa viagem, o Eremita descansou em um quarto simples situado ao lado do grande templo. Não sabia o que o esperava ao amanhecer, mas uma paz desconhecida começava a se instalar lentamente em seu coração.


Com os primeiros raios de sol, o Ancião Guardião chegou até sua porta.


— Venha — disse-lhe com serenidade.


Caminharam por longos corredores de pedra até pararem diante de uma pequena porta de madeira. O Guardião a abriu lentamente e ambos entraram em um recinto completamente vazio.


Não havia móveis.

Não havia janelas.

Não havia adornos.

Apenas o silêncio.


O Ancião permaneceu alguns instantes observando-o.

Depois falou:


— Você se encontra no limiar do caminho que algum dia o conduzirá ao Templo, onde receberá ensinamentos que não podem ser expressos apenas com palavras. Mas, antes de aspirar a conhecer os grandes mistérios da existência, deve preparar-se para compreendê-los.


Aproximou-se alguns passos.

— O primeiro aprendizado consiste em esvaziar-se.

Ninguém pode encher um recipiente que já se crê cheio.


Você deve desprender-se de seus preconceitos, das ideias que limitam sua compreensão e, sobretudo, da necessidade constante do ego de querer dominar, julgar e controlar todas as coisas.


O Eremita escutava atentamente.

Depois perguntou:


— Devo lutar contra meu ego para vencê-lo?

O Guardião sorriu com bondade.

— Não.


Aquilo contra o que você luta termina se fortalecendo.

O ego não precisa ser destruído.

Precisa ser educado.

Deve converter-se em um servidor da Luz e não em seu dono.


O jovem permaneceu pensativo.

— E como posso começar esse trabalho?


O Ancião respondeu com uma única frase:

— Aprenda a guardar silêncio.

Não somente com os lábios.

Também com a mente.

Quando o ruído de seus pensamentos diminuir, começará a escutar aquilo que sempre permaneceu dentro de você.


Sem acrescentar mais uma palavra, saiu do quarto e fechou lentamente a porta.

Então começou a verdadeira prova.

A princípio, o Eremita acreditou que aquele quarto estava completamente silencioso.

Mas, pouco a pouco, começou a escutar sua própria respiração.

Depois, as batidas de seu coração.

Mais tarde, descobriu um ruído muito mais intenso.

O incessante murmúrio de sua própria mente.


Pensamentos.

Lembranças.

Temores.

Desejos.

Preocupações.


Tudo aparecia sem descanso.

Jamais havia imaginado quanto ruído podia existir dentro de uma pessoa.

O medo começou a apoderar-se dele.


Quis levantar-se.

Quis bater na porta.

Quis pedir ao Guardião que o tirasse dali.


Mas compreendeu que ninguém podia percorrer aquele trecho do caminho em seu lugar.

Os dias passaram lentamente.

O Guardião apenas abria a porta para deixar-lhe alimento e água.

Nunca pronunciava uma palavra.

O resto do tempo, o Eremita permanecia sozinho... consigo mesmo.

Até que aconteceu algo inesperado.


Deixou de lutar.

Deixou de fugir.

Deixou de resistir.

Simplesmente aceitou o silêncio.


E foi então que o silêncio começou a falar.

Uma paz desconhecida desceu sobre ele.

Os pensamentos começaram a se espaçar como nuvens que o vento afasta lentamente do céu.

Naquela imensa quietude, escutou, pela primeira vez, uma voz.


Era suave.

Serena.

Mais que uma voz, parecia uma presença.

Não provinha do exterior.

Nascia do mais profundo de seu próprio ser.


Com assombro, perguntou:

— Quem é você?

Após alguns instantes, a voz respondeu docemente:

— Sou a parte de você que nunca deixou de caminhar ao seu lado.


Permaneço em silêncio esperando o dia em que você aprendesse a escutar.

Conheço suas alegrias e suas tristezas.

Suas quedas e suas vitórias.

Contemplei cada um de seus passos desde o princípio de sua viagem.

O Eremita sentiu que as lágrimas desciam por seu rosto.

Toda a sua vida havia buscado respostas no mundo exterior...


Sem imaginar que a primeira delas habitava dentro de si mesmo.

A voz continuou:

— Você anseia conhecer os grandes mistérios da vida.

E chegará a compreendê-los.

Mas, antes, deverá cultivar seu próprio jardim.

Somente quem aprende a cuidar do terreno de sua alma pode receber as sementes da verdadeira sabedoria.


Nesse mesmo instante, um delicado raio de luz desceu do alto e iluminou o recinto.

A porta se abriu lentamente.


O Ancião Guardião esperava em silêncio.


Ao vê-lo, sorriu.

Não precisou fazer nenhuma pergunta.


Sabia que o primeiro mestre do Eremita acabava de se revelar.


E que a verdadeira viagem mal começava.


Continua...


Paz Profunda. 🌹

L.C.R.C.

quinta-feira, 2 de julho de 2026

*"Dica muito importante para se manter aquecido.*



 *"Dica muito importante para se manter aquecido.*


Basicamente perdemos cerca de 30-40% do calor corporal através da cabeça.

Portanto, quando está frio, nosso organismo primeiro de tudo vai enviar sangue para a cabeça pois o cérebro é o principal órgão do corpo e precisa ser mantido aquecido. 

Assim, a primeira coisa que o nosso corpo faz é diminuir a circulação nas extremidades para enviar o sangue para a cabeça.

É por isso que muitas pessoas sentem muito frio nas mãos e nos pés mesmo usando luvas, meias, e até grossos casacos. 

Mas nada disso adianta se a cabeça não for protegida. 


Assim a dica é: 

Use sempre um gorro, um capuz. Até um boné ou chapéu vai fazer muita diferença. Ou um xale, uma manta.

Mas cubra bem sua cabeça e de preferência as orelhas também. 

Manter sempre a cabeça protegida diminuiu muito o frio que se sente nos pés e nas mãos, algo muito comum nas pessoas. 

Antes de botar luvas, primeiro proteja sua cabeça e você vai sentir a diferença com toda certeza. 

Proteja sua cabeça e vai perceber na prática que aquele frio todo, não se resolve apenas com casacos, pelo contrário, você vai descobrir que pode usar até menos peças de vestuário se a sua cabeça estiver bem protegida.


*Proteja, bem as crianças com tocas ou gorros. 🥶*


#papainoelabiliomachado #psiabiliomachado #saude #Friooooo