A banalidade do ter, possuir e ostentar a qualquer preço penetrou os portais sagrados. Assim, pouco se fala do pecado, de erros ou falhas, apenas os dedos em riste a acusar ao outro; pouco se fala dos deveres que são substituídos por direitos sem barreiras, uma briga incessante de quem tem mais direito sobre o outro. Num arremedo destoante de um Cristo despojado de seus ensinamentos, que constrangem a sede ilimitada de liberdade sem medidas, sem freios. Reflitamos, é quaresma, 40 dias que podemos meditar sobre conduta assim como o Cristo no deserto, na dor e no sofrimento, na partilha necessária, nas promessas e em nosso compromisso de batismo, o que nos leva ou nos faz ser cristão.
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